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sexta-feira, 23 de setembro de 2016
A SEREIA QUE FOI PEGA NO ARRASTÃO
Adélia, serelepe e feliz da vida, brincava de bola na praia com um grupo de crianças que por lá conhecera. A onda de calor que tem feito nos últimos dias, tem propiciado belíssimos dias de sol que aquela linda morena(clara) de corpo esguio, cabelos negros cacheados e 'peitinhos durinhos', não podia deixar passar sem curtir com os seus obrigatórios banhos de mar. Ela tinha 26 anos, morava com os pais e trabalhava numa lojinha perto de sua casa no subúrbio, mas nada era empecilho para ela se esbaldar nas belíssimas praias da orla da zona sul. A tarde chega, o sol já vai se escondendo e com isso, Adélia tem que retornar a sua rotina. Ela segue até o chuveirinho no calçadão para retirar o sal do corpo e do delicioso biquíni 'python' que trajava, se envolve numa canga com estampa de Bob Marley, põe seus óculos escuros e segue até o ponto de ônibus. No interior do buzão lotado de suburbanos e 'outras coisas', o esfrega-esfrega era inevitável! Nem mesmo Adélia com sua 'bundinha' que não era lá grande coisa, escapava! Ela tentava se desvencilhar, encolher(mais ainda) aquela bundinha, fazer cara feia, mas não adiantava. E créu! Seguiam as 'certeiras sarradas' que se davam até a mesma chegar ao seu destino. A mãe não aprovava muito essas idas de Adélia para a praia sozinha, pois quase todos os dias, os jornais noticiavam sobre constantes arrastões que aconteciam pelas praias afora, e com isso, tanto a sua mãe quanto o seu pai, ficavam preocupados. Mas Adélia com o seu 'gás de juventude' e todo o seu fogo, não estava nem aí! E logo desconversava dizendo entre outras coisas, que os arrastões que aconteciam eram em praias bem distantes das que a mesma frequentava. E nisso, mais uma semana de duro trabalho passa. E finalmente chega o tão esperado final de semana! Adélia radiante, já logo se prepara para invadir a praia com o seu deliciosamente perigoso biquininho python. E já chegando lá, ela logo faz amizade. E desta vez, ela joga frisbe com uma 'novinha' que conhecera por ali. Ela ri, corre, pula e para delírio de alguns marmanjos por perto, se abaixa e também dá algumas ajeitadinhas em seu biquininho. É quando de repente, uma estranha movimentação é notada pelas duas. Um tumulto começa a se formar não muito longe dali, e uma muvuca desesperada começa a correr na direção delas. Adélia sacou logo: era um arrastão! E assim como todos naquele redor, ela também sai correndo desesperada dali. Uma turba formada por vários pivetes, saqueiam e batem em todos que encontram. Adélia no meio daquela confusão acaba perdendo a calcinha de seu biquíni python, arrancada provavelmente por algum trombadinha daquele. Ela na correria, acaba se afastando das demais pessoas que também fuigam e com isso, acaba se tornando alvo da pivetada, que a persegue até um canteiro de obras formado por telas de tapume que se encontrava numa certa parte do calçadão. - Pega! - 'Estrupa'! - 'Vamo cumê' ela! Eles gritavam. E lá no interior daquele canteiro, ela se vê no meio de vários muleques mal encarados, só de bermuda e de todas as idades. Eles a empurram de um para outro, passam a mão, agarram e beijam 'tudo'. E Adélia horrorizada e enojada, se desespera implorando para que não fizessem isso, que eles eram apenas crianças. E um deles que parecia ser o líder do bando, apontando-lhe um canivete, diz de uma forma bem cafajeste: - Eu é que vou te fazer uma criança, sua galinha! Nisso, ele corta o 'sutiã' do que sobrava de seu biquini python, e a deixando nua em pelo, ordena aos demais pivetes que a seguravam, que a colocassem no chão, onde lá, ela tem as pernas abertas, os peitinhos e a xoxota 'linguados' e sugados pelo muleque que em seguida impiedosamente com aquela 'rola preta', a fode. E aquela rola apesar de pertencer a um 'de menor', era bem maior do que a de qualquer namorado que Adélia já teve. E a revolta maior de Adélia era que nehuma mulher com 'sangue nas veias' ou 'sexualmente viva', poderia resistir a máscula rigidez e virilidade nas 'estocadas' que aquele marginalzinho lhe dava - Humm...ah...como é apertadinha essa tia, fiel...he he he! O odioso muleque falava enquanto seguia entochando o 'útero' da enojada e suplicante Adélia, que virava a cara enquanto tinha a sua vulva violentamente esbeiçada. Os outros muleques eram só punheta e zuação e também não viam a hora de traçar aquela 'granfa' como eles mesmos diziam. Um deles, um neguinho que parecia ser o mais novo de todos, estava com a calcinha do biquini python de Adélia que ele arrancou da mesma durante o tumulto. E esse tal pivetinho, demonstrando uma louca e bem precoce tara, freneticamente se masturbava com aquela peça enrolada em sua 'salsichinha'. Até que o muleque que a fodia, bem rapidamente goza e assim resolve dar sua vez para outro. Mas esse outro prefere mesmo é o 'cuzinho'. E nisso, a desesperada Adélia que contra a vontade punhetava mais um outro, é colocada de quatro. E feito isso, o muleque que a enrabaria se aproxima, se abaixa, arregaça as nádegas da mulher com suas mãos e começa a linguar aquele cuzinho em seguida. E após fazê-lo e lubrificar aquela 'entrada' e seu pau com cuspe, ele começa a enrabar, também impiedosamente, aquela jovem. Soc-soc-soc-soc. A granfa urrava em seus ignorados apelos. Ela nunca havia dado o seu 'cuzinho' antes e aquele muleque parecia 'experiente' no que fazia. - Aaaaarrg....meu pai é PM, ele vai acabar com a raça de vocês...ugh! Adélia indignada blefava, mas aquele muleque que além do cuspe que lubrificava seu pau, tinha a certeza de impunidade a seu favor, puxa o cabelo da jovem e no ouvido da mesma com deboche responde: - E o meu é traficante...agora cala a boca e me dá esse teu cu calada, umnf...! Soc-soc-soc-soc... Um outro que se masturbava em sua frente, também a pega pelos cabelos, a obriga a abrir a boca, e quando a mesma o faz, ele cospe em seu interior. Outro que também se masturbava por perto, também aos deboches, grita: - depois sou eu, hein, 'lek'...?! É quando aquele que a fodia e que nem 'gozava direito' ainda, é logo tirado por mais um outro que já estava impaciente com vontade de enrabar aquela gostosa. E este antes de enfiar, para esculachar mais ainda aquela granfa desesperada e enojada, sopra a língua entre os lábios e assim reproduz uma onomatopéia que simula um 'peido'. - Aê...é mais apertado que o da tua mãe, Orelha....he he he! O odioso muleque enquanto força a penetrada, grita, debochando de um dos comparsas que revida o xingando. E nesse instante, o mesmo muleque, extasiado, dá um forte tapa nas ancas de Adélia e apertando-as diz: - Uuuugh...'dilícia'...é bem melhor que os daqueles viadinhos lá do 'Padre'...aaaah! Ele diz isso se referindo ao tempo em que esteve preso no Instituto Padre Severino. Suas socadas já pegam certo ritmo e enquanto as faz, ele mantém seus olhos fechados e sua cabeça reclinada para cima, demonstrando um total deleite com aquela enrabada. E Adélia assim como todos ali, já estava toda suada. E aquele cheirinho que parecia com o de 'galinha frita', que muitas mulheres possuem ao suar, somado ao 'apertinho' daquele rego e todo o desespero daquela granfa...tudo isso parecia excitar mais ainda aquela pivetada! Soc-soc-soc-soc...Seu rabinho já está na mão ou na 'rolinha' de um terceiro pivete, e a essa hora, inevitavelmente, alguma bostinha começava a minar junto ao suor que também escorria daquela olhota. Mas aqueles muleques celerados, não estavam nem aí! Adélia chupava e também era obrigada a lamber e engolir o 'smegma' de algumas daquelas 'sementes do mal'. Ninguém queria mais saber daquela buceta, o negócio era o cu daquela pobre mulher. Num dado momento, um daqueles bandidinhos teve a terrível ideia de pegar um pouco de areia, botar no cu de Adélia e assim a 'esculachar' mais ainda! Mas essa não foi uma ideia muito boa, já que a fimose de muito daqueles delinquentes, 'estourou' por conta disso. Adélia também era fodida por vários muleques ao mesmo tempo. Num outro momento, ela montava em um ao mesmo tempo em que era 'montada' por outro, chupando mais um outro e masturbando dois que se encontravam em cada lado. Até que a movimentação no interior daquele canteiro de obras, é notada por dois guardas do GEP. E nisso, os mesmos se aproximam dali e quando dão de cara com o 'parangolé' que ali se dava, avançam contra os muleques, imobilizando dois e botando o resto para correr. Adélia constrangida e chorosa, é amparada pelos guardas que solicitam reforços e a tiram dali enrolada a uma toalha. Os menores 'apreendidos' são levados para uma 'delegacia especial', onde constatam que os mesmos são oriundos do Morro do Tororó. Eles sofrem medidas sócio-educativas, uma forma jurídica de se chamar um 'puxãozinho de orelha'. Afinal, eles só estavam brincando de pega-pega(com as coisas dos outros) e nisso, também aproveitaram para 'namorar' aquela moça com quase o dobro da idade deles...ora bolas! O tempo passa e Adélia acaba descobrindo que está grávida. Está grávida, esperando uma menina que seja lá quem for o pai, também é uma outra 'criança'. E enquanto isso, os dois únicos agressores de Adélia enquadrados, seguem presos...ops! Quero dizer, apreendidos até completarem a maior idade e assim viverem felizes para sempre.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
IRMÃ DULCILENE E O BONDE DO SENHOR
Irmã Dulcilene ou Pastora Dulcilene, se tornara pastora dirigente de uma das muitas sedes ou 'franquias' da Igreja Poligonal do Reino do Céu, que existia num desses tantos e perigosos complexos de favela da cidade. Muitos membros do ministério daquela igreja se recusavam a assumir a liderança de uma congregação situada num lugar tão perigoso como aquele complexo. Mas Pastora Dulcilene se mostrava confiante e acreditava até mesmo que poderia livrar aquele local da opressão que ele sofria com os tantos bandidos que por lá existiam. Muito enérgica e fervorosa em sua fé e suas pregações, ela mantinha aquela pequena congregação quase que à 'mão de ferro', o que fazia muitos fiéis respeitá-la e alguns de seus obreiros até odiá-la. Muitos pediam para sair, tamanho a pressão que sentiam com o pesado fanatismo e severidade de 'Pastora Dulce', como já era conhecida naquela comunidade. Aquela linda morena, no alto de seus 40 anos, de traços levemente indígenas, cabelos negros, longos e ondulados, seios fartos, coxas que ficavam por conta da imaginação, devido as saias longas ou 'longuetes' que ela sempre trajava; mas que com certeza deveriam ser ma-ra-vi-lho-sas cada uma! Mas seu traseiro, esse não conseguia se disfarçar e o mesmo era nitidamente escultural e 'frondoso'! Era uma verdadeira tentação a 'abundância em Cristo' daquela crente! Tanto, que era possível se perceber algumas manchas de sêmen que nodoavam suas saias com os tantos 'sarros' ou encoxadas que ela tomava pelos coletivos que ela precisava pegar para chegar a igreja. Seu traseiro avantajado, era um GRANDE exemplar da preferência nacional, mas que era desperdiçado por aquele 'fundamentalismo' cego e histérico de Pastora Dulce. Todas essas qualidades também serviam de chamarizes para os seus cultos. Os atributos de Pastora Dulcilene eram gostosos o suficiente para reforçar e 'levantar' a fé de qualquer cristão! Se tinha certeza de que Deus existia quando alguém se deparava com uma morena daquela! Há quem diga que quando aquela igrejinha era nova na localidade, Pastora Dulce, 'nada boba', se utilizava de seus 'dotes' para arrebanhar seus fiéis. Ela que outrora, bem antes de se converter, já foi garota de programa; de uma forma bem sutil, se utilizava de seu charme e borogodó de morena para convencer muitos homens a assistirem seus cultos. E naquela perigosa e pobre comunidade, Pastora Dulce também pregava em seus tantos becos e vielas. Entregava folhetos para funkeiros e viciados que não paravam de subir aquela ladeira, pregava e até resgatava alguns cracudos e também tentava levar a 'Palavra' para alguns 'envolvidos', 'soldados do tráfico' que estivessem afim ou nem tanto, de ouvir. Pastora Dulce parecia estar 'revolucionando' o local! O foco principal de sua pregação nos cultos dominicais, era o tráfico e o mal que o mesmo fazia àquela pobre localidade. Pastora Dulce criticava duramente os bandidos da área, chegando até a afrontar os mesmos; se garantindo em sua fé. Erguendo sua Bíblia, ela dizia não ter medo, que tinha a Palavra ao seu lado e em alguns pontos de sua pregação, chegava a conclamar suas 'ovelhas' a se rebelarem contra a opressão do 'inimigo' que se fazia presente na 'figura do tráfico'. E ao fazer tudo isso, ela mantinha seus olhos fechados e dava 'temeliques' que chegavam a flamular suas leves saias em crepe, sem fazer ideia de que 'olheiros' do bando do traficante Caveira, 'dono do local', a sondavam, enfiltrados dentre seu rebanho. Não demorou para que aquela 'bunduda em Cristo' começasse a sofrer algumas pequenas retaliações. Caveira começou a proibir a 'varora', de pregar em determinados pontos da favela. Seus soldados já não a respeitavam mais. Sem querer saberem se ela era uma 'mulher de Deus', eles mexiam com ela, lhe mandavam gestos obcenos ou mesmo cantadas grosseiras e indecentes do tipo: -Se faltar papel lá na igreja, fala comigo, ô Irmã Tanajura! E outras coisas do tipo, que lhe eram gritadas quando a mesma passava por determinados becos da favela. Até a fachada da igreja, apareceu pichada com ameaças numa certa manhã. Mas aquela 'guerreria em cristo' não iria se intimidar! E sua 'cruzada' contra o tráfico continuaria a qualquer custo. Bases de alguns máritires bíblicos que deram suas vidas pelo Evangelho, era o que lhe dava força para prosseguir. Os dias se seguiram e quando chega o domingo, é dia de mais um daqueles cultos mais fervorosos que aconteciam naquela congregação. E Pastora Dulce, aquela varoa indomável, continuava firme e forte com suas pregações contra o tráfico e sua horda de malfeitores. E na maior ousadia possível, ela chega a dar 'nome aos bois' e pede para que alguns fiéis que se sentissem oprimidos em sua localidade, fosse até a frente, no púlpito, para dar o seu testemunho e dizer qual era o problema e onde ele se localizava, que ela com suas orações daria um jeito. A ousadia de Pastora Dulce era tanta, que ela chega a ironizar dizendo que o 'Bonde do Senhor', invadiria 'pesadão' o local onde tal servo morava e queimaria com 'fogo divino' todos os vagabundos da região. Aquilo já foi demais para os olheiros ali infiltrados e dos quais um deles com um radinho comunicador, sai de fininho e avisa ao se 'patrão' o que a mulher havia dito. No dia seguinte, após a noite daquele fervoroso culto, Pastora Dulce é a primeira a chegar para arrumar o templo. Ela sozinha enquanto mexe numa coisa e outra, cantarola um de seus hinos favoritos, quando é surpreendida por um de seus antigos obreiros que havia se afastado da congregação. Ela se surpreende e cumprimenta o mesmo, chegando a achar que este estaria retornando para a igreja. Mas quando se aproxima da tal 'ovelha desgarrada' para iniciar qualquer conversa, ela é interrompida de uma forma um tanto brusca por um grupo de três bandidos do 'Bonde do Caveira', que visivelmente drogados, a cercam e também começam a mexer em tudo o que encontram pela igreja. E Pastora Dulce com sua autoridade de pastora, os censura e os repreende pelo que eles estavam fazendo na 'Casa de Deus'. E quando Pastora Dulce já ficava mais enérgica, com aqueles delinquentes que já depredavam o que viam e saqueavam os dízimos e ofertas, eis que surge nada mais, nada menos do que o famingerado Caveira, o 'Dono do Morro'. E Pastora Dulce já se alivia ao ver que o dono da comunidade chegara e com isso colocaria ordem em seus subordinados. -Seu Caveira, olha só o que eles estão fazendo na Casa de Deus...! Ela se queixa com o bandido que a interrompe segurando-a pelos seus braços de forma brusca, aplicando-lhe safanões e dizendo: -Cala a boca, ô vagaba...então, você é a tal pastora que tá dizendo aí, que vai quebrar minhas bocas com um tal de Bonde do Senhor, né...quem é esse Senhor?! Caveira demonstrando uma 'suprema ignorância', diz de forma ríspida enquanto amedrontada, Pastora Dulce soluça com a face virada. Nisso, um de seus drogados comparsas a surpreende, levantando por trás, sua reta e leve, saia de cetim com estampa 'Python' na cor verde. -Q-que isso, amado...e-eu sou uma serva do Senhor, isso aqui é uma casa de Deus...?! Assustada, Pastora Dulce com sua cafona calçola bege quadriculada(Houndstooth) à mostra, tenta argumentar enquanto também tenta abaixar de volta a sua saia, sob fortes tapas que leva naquela bundona e passadas de mãos nas coxonas, dados pelos bandidos que a rodeavam. Caveira a impede de abaixar de volta a saia que se encontrava toda levantada e dobrada sobre o ventre da mulher. E a segurando pelos braços, força-lhe um guloso beijo. -Estrupa ela, Patrão...! Grita um dos bandidos enquanto a pastora que inutilmente tentava se desvencilhar de Caveira tinha seus grossos lábios 'devorados' pelo marginal. E nisso, este a leva até um daqueles muitos e longos bancos daquela congregação. Ela apavorada, ainda lança, também inutilmente, um olhar para seu ex-obreiro, na esperança de que este a ajudasse. Mas o mesmo se mantém inerte, lhe devolvendo um odioso olhar sarcástico. E já naquele banco, um dos primeiros e bem próximo do púlpito, Pastora Dulce é bruscamente jogada, onde cercada por Caveira e seus homens, é bulinada por todos que aos risos e deboches, mexem em seu cabelo apertam os seus seios e passam suas mãos naquelas coxas, um a um. E apavorada, Pastora Dulce implora para que parem. -Amados...parem por favor..e-eu sou uma serva do Senhor...ugh...! E mais uma vez ela é interrompida por Caveira que a puxa pelos seus longos cabelos e lhe apontando uma pistola ironiza: -Esse aqui que é o teu 'Senhor' agora, sua puta...anda, chupa! Ele a obriga a chupar o cano de sua pistola, coisa que ela faz chorosa enquanto que lá na porta, o ex-obreiro que se mantinha olhando de longe, já se prontificava a fechar a igreja para que o bando desse prosseguimento ao que se daria ali. Após algum tempo fazendo Pastora Dulce chupar o cano daquela arma, Caveira para e ainda a pegando pelos cabelos, a obriga a manter a boca aberta. E a mulher, coagida, o obedece e assim o odioso bandido dá-lhe uma cospida no interior daquela boca carnuda e deliciosa da pastora. Os outros bandidos que já esfregavam suas cacetas sob suas bermudas e calças camufladas, só gargalhavam com toda a cena. É quando com a pistola já guardada, Caveira, excitado, resolve colocar seu imenso pau preto para fora da calça, fazendo com que espantada com o tamanho da jeba, Pastora Dulce arregale seus olhos e com seu membro numa das mãos e ainda segurando a pastora pelos cabelos com a outra, Caveira começa a dar-lhe 'surrinhas de pau' na face, das quais a mulher que a todo tempo se mantinha constrangida, tentava se esquivar. -Cadê o Bonde desse tal de Senhor, agora, hein...cadê?! O odioso bandido ironizava Pastora Dulce enquanto 'estapeava' sua face com aquele 'chouriço' imenso. -Agora cê vai me levar pro paraíso, pastora...anda, chupa! Ele tenta obrigar Pastora Dulce que chorosa se recusa, dizendo para eles pararem, que ela era uma mulher de Deus. E Caveira mais uma vez a ironiza dizendo: -Que mané Deus... agora você é minha mulher...! E já alterando o tom de voz, ele a puxa pelos cabelos e completa aos gritos: -Chupa!!! E coagida, Pastora Dulce não vê escolha a não ser fechar os olhos, abrir aquela sua boca carnuda e mamar bem gostoso, cada centímetro daquela 'veiuda' 'tora de ébano'. -E é pra engolir o leitinho, hein...?! he he he! Diz o extasiado Caveira enquanto enojada e chorosa, Pastora Dulce se vê obrigada a reviver seus dias de garota de programa para poder 'engolir' aquela jeba. Os outros bandidos com suas trolhas já de fora, se masturbavam enquanto vibravam e riam da situação. Até o tal ex-obreiro, também se punhetava, mas o fazia de longe, se mantendo na porta onde ele vigiava. Caveira goza, deixando cremosas camadas de porra que transbordavam pelos cantos da boca da pastora e que em seguida é obrigada a engolir. -Engole meu leite! Ele diz aos gritos enquanto puxa o cabelo da varoa que o obedece bem enojada e constrangida e ainda se vendo obrigada a mostrar a língua para que o bandido veja se de fato ela engoliu tudinho. E em seguida antes de dar vez para outro, Caveira resolve tirar a 'camisa da congregação' que Pastora Dulce trajava. A mesma fica de sutiã(bege) que é logo arrancado pela mão de um dos bandidos. E para delírio de todos, um par de fartos e deliciosos seios, saltam. Eles passam a mão, apalpam e teve um que até avançou para abocanhá-los, mas foi logo retirado pelo chefão Caveira. E pelo mesmo, todos são colocados enfileirados para que Dulce chupe um a um. E após obrigar Pastora Dulce a mamar gostoso na caceta de cada um daqueles meliantes, Caveira resolve bater uma deliciosa 'espanholinha' nos peitões daquela crente. Um de seus comparsas chega com um frasco contendo um óleo que seria para a Pastora Dulce ungir o seu rebanho durante alguns cultos. O mesmo óleo é passado nos peitões da pastora que ficam brilhantes e bem lisos. A mesma é obrigada a segurá-los e enquanto estes são fodidos, ela se chega contra o encosto daquele banco, onde constrangida, mantém sua face virada. E em seguida, o bandido a coloca de joelhos no chão, onde uma roda é formada a seu redor: -Aí, bandidagem, vamo ungir as teta dela com nosso leite! he he he. Caveira diz em deboche. E assim, todos se masturbam. E durante o ato, num também total deboche da parte daqueles bandidos, em coro, alguns cantam partes do refrão de uma conhecida canção cristã que dizia: 'Derrama Senhor, derrama Senhor...' E logo em seguida são despejados jatos e mais jatos bem leitosos de porra sobre aqueles peitões. Alguns erram o alvo e acertam a face ou o cabelo da mulher, mas a maioria acerta as peitolas que ficam bem banhadas com toda aquela 'gala' que escorria até seu ventre ou dava a volta, chegando às costas(no dorso). E ao término, mais uma vez, Pastora Dulce é pega pelos cabelos e levada para o banco. E lá, desta vez ela é colocada de quatro, por Caveira que segue arriando a cafona calcinha quadriculada da mesma, bem devagar, deixando à mostra o seu imenso 'panzarô' que arranca mais suspiros da rapaziada. Ele segura e estapea aquelas ancas imensas enquanto Pastora Dulce geme e faz súplicas em vão. E após muitos tapas dados não só por Caveira, mas também por alguns de seus excitados comparsas, Pastora Dulce ainda mantida de quatro, tem suas ancas arregaçadas pelas mãos de Caveira que sem querer saber de mais nada, começa a linguar a olhota daquela 'Fantástica Fábrica de Churros' enquanto aquela varoa se 'desfazia' em suas vãs súplicas. E a punheta é geral envolta da hisdrúxula cena daquela religiosa tendo o seu traseiro devorado pela boca sedenta e insana daquele bandido que o linguava bem fundo. Num certo momento, como se todo aquele escárnio e humilhação já não fosse o bastante, um bandido se aproxima e esvazia uma garrafa do vinho que seria usado na Santa Ceia, o despejando sobre o bundão de Pastora Dulce para que Caveira lambesse junto com o rabão da mulher. E nisso, outro bandido que comia um pão que também seria usado na Santa Ceia, dá um pedaço do mesmo para Caveira que o passa no cu da pastora e também o come em seguida. Suas ancas também eram mordiscadas e suas coxas lambidas. Pastora Dulce que chorosa, rezava baixinho, já não conseguia disfarçar o prazer que começava a sentir. Aqueles anos e anos em que ela fez programas, estavam querendo vir à tona com toda aquela sacanagem que ela estava sendo forçada a se submeter. -Uuugh...manabi-amanabi-manaz...ouch...macôvanachuria...! Em sua confusão de sentidos, Pastora Dulce já nitidamente extasiada, 'falava em línguas' enquanto tinha o seu rabão chuchado por aquele facínora. Todos fizeram o mesmo com ela que já completamente nua, sem a saia que ainda se encontrava dobrada envolta de seu ventre e a cafona calcinha, ambas arrancadas, já era preparada para o pior. Caveira e todos os seus comparsas eram ex-presidiários, foragidos ou sob condicional. E com isso, todos só tinham o costume de fazer sexo anal. Talvez pelo tanto tempo em que se encontravam presos, eles acabaram desacostumando com a boceta ou simplesmente não lhe davam preferência. E eles deixaram isso bem claro para desespero daquela varoa! Pastora Dulce continuava a orar baixinho enquanto os facínoras se preparavam para enrabá-la. Um princípio de túmulto se iniciava para ver quem seria o primeiro, mas claro que este seria o 'patrão', o dono da boca. Aquele outro bandido retorna com o frasco daquele óleo da unção que fora utilizado nos peitões da varoa. E com isso, Caveira, tem a pervertida ideia de também besuntar todo o traseiro da pastora com o tal óleo. Coisa que ele faz aos risos e mais estalados tapas que o mesmo dava naquelas grandes ancas. O óleo também é passado por cada bandido em seus pênis para lubrificá-los. E Caveira com sua tora também oleosa e latejante, se prepara para entochar aquele 'cuzão neo-pentecostal'. Mas ao seguir, antes de enfiar, ele para esculachar mais ainda, Pastora Dulce, brinca, estapeando-lhe as ancas, mas dessa vez com sua trolha. Ele passa e esfrega a mesma entre o ânus e perto de enfiar, se aproximando da entrada, para zuar, sopra a língua entre os lábios, reproduzindo uma onomatopéia que simulava o som de um peido. Todos riem e o bandido segue com compassadas enfiadas que vão aos poucos preenchendo aquele rabão que engolia centímetro por centímetro do que lhe era empurrado daquela trolha 'intestino' a dentro. -Uuuuh... isso é o que mais deixou saudade daquele tempo brabo em que eu era xerife lá da cadeia...he he he! Extasiado, Caveira comenta com os demais que se acabavam, abrindo aquela roda de punheta envolta. Pastora Dulce, suplicante, começa a gemer ou 'grunhir' com a pressão que começa a ser exercida em seu traseiro. Ela que há muito tempo não levava nada ali, estava 'desacostumada' e aquilo era um tanto doloroso para aquela religiosa. Aaaaai...uuuuh...manabi-amanabi...! Ela aos gritos gemia e seguia proferindo suas 'línguas estranhas' até ser interrompida por Caveira que a fortes tapas que lhe aplicava nas ancas lhe diz: Manabi de cu é rola...cala essa boca e rebola, sua puta! Nisso, além dos demais que se masturbavam, o obreiro naquela porta, já estava em sua quinta gozada. -Acha que eu não via lá da minha laje, você com esse teu cuzão cagado rebolando de um lado para outro, fazendo a cabeça dos meus soldados e da minha clientela, hã...?! Caveira lhe dizia como se a acusasse, enquanto lhe estapeava as ancas. -Vem pra cá, enche a cabeça do pessoal com tuas pregação, pra dispois voltar lá pro asfalto, pra tua casinha de reboco e varanda, pra ri de nós, né?! -Então toma..uuuh...sente a favela até o talo nesse teu cuzão cagado...aaah! Ele, extasiado, dizia tudo isso, enquanto ainda estapeava-lhe as ancas e acelerava o ritmo de suas entochadas, coisa que os anos de programa que Pastora Dulce fizera no passado, permitiu na maior tranquilidade, devido a elasticidade e dilatação que aquele orifício possuía, herdadas dessa época. Mas chorosa em suas orações em voz baixa, Pastora Dulce apenas gemia enquanto tinha o seu traseiro socado com essas estocadas que além de aceleradas e profundas, começavam a ficar ruidosas. O óleo que untava as ancas de Pastora Dulce, deixava as mesmas pegajosas, e tais 'ligas grudentas' que também se misturavam as coxas de Caveira, podiam ser vistas de longe com o choque das estocadas. O som de atrito no choque das coxas ou dos culhões contra as nádegas, também ecuavam pelo salão. A vez é dada para outro bandido que também a enraba com força. Nenhum deles ficou de fora daquele cuzão! E o suplício de Pastora Dulce só aumentava, pois todas as cacetas variavam não só de tamanho, mas também de diâmetro e tudo 'para mais'. Em muitos momentos, ela se via obrigada a com uma das mãos, afastar uma nádega para facilitar para a grossura do pau de quem estivesse lhe enrabando. O outro negro, além de Caveira que compunha o bando, assim como o 'patrão', também foi o que mais a arrombou. -Ó Senhor, por que abandonastes essa tua serva...ugh...olha o que eles estão fazendo com este cu que tu ungistes...aaaah!!! Pastora Dulce clamava desesperada, voltando a cabeça para o alto, embalada pelo atrito das socadas em seu rabo, pelo 'fap-fap' das punhetas e pelos gemidos de prazer de todos aqueles bandidos. Todos com exceção de Caveira eram bem jovens e com isso era quase impossível para aquela mulher de Deus resistir a toda aquela virilidade somada a prática com a enrabada que os tempos de 'educandário' lhes deram. E fatalmente tudo isso acabava por conseguir fazer com que ela se 'molhasse' e rebolasse um pouco em alguns momentos. Pastora Dulce não era enrabada só de quatro. Em alguns momentos, ela era obrigada a sentar de frente ou de costas para quem a comesse e num dado momento em que ela sentou-se de costas sobre um deles, ela enquanto tinha as pernas seguradas e erguidas por este, era simplesmente 'rebocada' na base da enrabada. Punhados de cocaína eram colocados e cheirados sobre as ancas da pastora e siglas da facção a qual eles pertenciam são pichadas pelas paredes do templo. Depois de a enrabarem bastante sobre aquele banco, Pastora Dulce é levada até o chão, onde aqueles facínoras resolvem todos comê-la ao mesmo tempo. E lá, enquanto era fodida por um que se mantinha sob ela, outro a enrabava e mais um outro, ela chupava. Caveria que polia sua pistola com um farrapo da saia estraçalhada da pastora, se mantinha sentado no banco observando e zuando a curra que era aplicada naquela varoa. Eles se revezavam na posição e em cada orifício que era fodido. E quando finalmente se fartam de se deliciar com aquela maravilha de varoa que era Pastora Dulcilene, a mando de Caveira, todos com os seus paus 'grudentos', impregnados com 'breubas' de todo o tipo, retiradas daqueles orifícios crentes e 'quentes' da pastora, estes ficam envolta da mesma enquanto ela é mantida de joelhos. E ali naquela roda, enquanto se masturbam, é decidido que cada um gozaria na boca da mulher para que a mesma engolisse. Pastora Dulce constrangida e indignada diz: -Vocês vão arder no mármore do infer...gulp! Mas antes que terminasse de praguejar, seguidos e cremosos jatos de porra, a interrompe, a fazendo engasgar. Cada um despeja naquela bocona, toda a porra que ainda lhe restava daquela curra. Até o obreiro que há todo tempo se manteve na porta, também fora chamado por Caveira para que também despejasse seu 'leite' ali. E ao término de todas as gozadas, sob a mira da pistola de Caveira, a varoa é obrigada a engolir tudinho e ainda a dizer que gostou. Coisa que ela faz sem encará-los, balançando sua cabeça positivamente e mantendo uma expressão de indignação. Caveira, um tanto ofegante com sua 'borracha' ainda respingando gotas de porra, se aproxima da face da pastora e zuando-a, aplica-lhe surrinhas na mesma, a arremedendo dizendo: 'manabi-amanabi'!, A língua estranha que ela proferiu várias vezes enquanto era currada pelo bando. E logo em seguida, o mesmo engatilha sua pistola e se prepara para 'passar' a irmã. A mesma se mantém cabisbaixa aos soluços enquanto aguarda sua execução. Quando de repente as portas da igreja se abrem sozinhas. E uma forte ventania ao lado de uma forte luz invade o templo. A ventania que chega a remover alguns daqueles grandes bancos, quase carrega a todos e a luz, além de ofuscar a visão de todos, consome em chamas o corpo do obreiro que havia retornado para a porta. Todos os bandidos com suas vistas ofuscadas, se espantam e engatilhando suas armas, atiram a esmo dentro daquela congregação. E é quando de dentro da luz que tomava a porta, surgem dois anjos com espadas flamejantes e que voam em direção a Caveira e seu bando. Os mesmos, espantados, ainda tentam atirar contra as duas 'entidades', mas de nada adianta e os supostos anjos decepam as cabeças de todos os marginais. Pastora Dulce, desesperada, apenas chorava encolhida num canto, até ser amparada por um dos anjos que lhe estende a mão e a ajuda a se levantar. Em seguida, ela desmaia e quando acorda, já está num hospital internada. Dias haviam se passado e em seu leito ela recebia a visita do pastor presidente da Igreja Poligonal e um delegado que quer saber o que houve naquela igrejinha da favela. E Pastora Dulce diz o que ela viu, relatando ter sido salva por anjos e que os mesmos deceparam todos aqueles bandidos. Pastora Dulce demonstrando estar fora de si, segura bem firme na mão do delegado e mantendo o olhar fixo para o mesmo e o pastor, ela diz repetidamente que fora salva pelo 'Bonde do Senhor'. E pela forma como Dulce fala, típica daqueles fanaticamente extasiados testemunhos que se dão em igrejas e também pelo possível estado de choque que se julgava que a varoa ainda pudesse se encontrar, o delegado não acreditou e desconcertado, confortou a mulher, mas preferiu ficar com o que já se suspeitava. Que na verdade o que aconteceu, foi uma possível invasão de uma facção rival que também coincidira com o atentado que a religiosa sofreu e com a chacina de Caveira e seu bando, já que os principais homens que faziam a segurança ou eram os 'atividades' do tráfico local, foram designados para currar aquela mulher de Deus.
terça-feira, 31 de maio de 2016
COMISSÃO DA VERDADE
Desde de que foi instaurada e sancionada pela atual presidente, essa comissão aborda e procura apurar e esclarecer fatos, além de punir possíveis ex-torturadores a serviço de orgãos repressores do estado na época da 'revolução', ou dos 'anos de chumbo' do famingerado e mais sombrio período de nossa política, a 'ditadura militar'. E lá, convocada para prestar mais depoimentos,estava Adélia. Hoje uma professora aposentada de 74 anos, mas que em 1972 fora detida por agentes da 'polícia política' da época, acusada de ter relações com as atividades 'terroristas' de seu marido, hoje desaparecido, Jarbas ou 'Companheiro Miguel', o seu codinome ou alcunha dentre os outros guerrilheiros do 'Movimento Revolucionário'. Adélia está nervosa, trêmula e até pálida. Já que numa daquelas bancadas da comissão dois de seus inquisdores ainda vivos estavam presentes e cinicamente a fitavam. E ao olhá-los, em sua cabeça tudo voltava e era até possível para a mesma sentir e 'ouvir' o barulho das fortes 'entochadas' que levava por trás naqueles porôes sujos. Aquelas chupadas e baforadas em seu cangote, além de todo o terror que lhe faziam. Toda a solenidade então é feita,todos se acomodam em seus lugares e a hoje velha professora Adélia ou 'tia Adélia' como era chamada por seus aluninhos e sarcásticamente por seus torturadores, começa a falar. A sua fala sai com um pouco de dificuldade devido ao nervosismo, mas tudo é devidamente anotado e quando a mesma o faz, na sua cabeça volta um 'filme' ou melhor, uma 'poenochanchada' que nem o mais pervertidos dos diretores poderia imaginar. Em 1972, Adélia era uma professorinha de jardim de infância e que levava uma vida bem pacata. Morena clara de corpo esguio, cabelos longos encaracolados, no alto de seus 30 anos e moradora do subúrbio com o seu marido Jarbas que até então ela nem imaginava o que ele verdadeiramente fazia. Jarbas era muito ausente, fazia grandes e demoradas viagens. Ele se dizia funcionário de uma multi-nacional e com isso enganava a mulher e despitava a repressão para por em prática a sua militância. Adélia nada tinha a ver com esses assuntos. Ela seguia dando aula naquela escolinha bem próxima de sua casa, gostava de cantores como Paulo Sérgio, Antônio Marcos e de programas como o do Chacrinha. Uma cidadã acima de qualquer suspeita. Só umas poucas vezes há alguns anos atrás ela participou de algumas passeatas. Coisa que ela fez quase que carregada por algumas amigas e sem fazer a mínima ideia de que já estava sendo monitorada por agentes do governo. Até que num certo dia enquanto dava aulas na escolinha, a mesma se viu interrompida pela diretora que a pediu que ela a acompanhsse até a sua sala. lá chegando haviam dois homens se dizendo agentes do governo e que queriam que a mesma a acompanhasse. Adélia estranha, tenta argumentar mas acaba se vendo forçada a seguir com aqueles homens sinistros trajando ternos e óculos escuros. Adélia segue sendo conduzida até a saída da escola onde uma 'Veraneio' preta aguardava o trio. Chegando lá, ao subir no veículo com os homens, a mesma ao invés de ir na 'caçapa' como comumente se faz com os detidos, ela se vê tendo que ir sentada no colo de um daqueles homens(o que ia no banco do carona). Ela se indigna e reluta com o abuso, mas quando eles vêem que a exaltação da mulher já começava a chamar a atenção, um deles a pega pelo braço e em tom de ameaça a adverte: - É melhor, a professorinha ir 'começar cooperando', senão a gente levanta esse teu saião fedorento e te enraba aqui mesmo na frente dos teus aluninhos!(ele pega e solta rapidamente a barra da saia dela ameaçando levantá-la nesse instante) Adélia se vê intimida e constrangida abaixa a cabeça e segue sentada no colo do 'carona' onde é vendada pelo mesmo seguindo assim viagem até o quartel onde seria interrogada. E lá após ter a venda retirada, Adélia é bruscamente jogada contra a cama de uma cela bem escura. Ela sem entender sua 'prisão' e bastante indignada protesta aos berros, mas é ignorada pelos dois agentes que trancam a cela e a deixam ali por horas. Neste tempo Adélia fica reparando todo o ambiente, nada comfortável ou higiênico. E dali ela também podia ouvir e se espantar com os gemidos de dor e a agonia de outros detidos que eram torturados numa sala não muito distante dali. Até que passado algum tempo, eis que surge um sentinela, um 'soldadinho' bem novo que a conduz com certa truculência para uma outra sala. Chegando lá, o quadro era ainda mais assustador. Era um verdadeiro 'calabouço' onde atrás de uma escrivaninha improvisada, um homem fardado que parecia um ofical, a aguardava com uma máquina de escrever. Adélia é bruscamente jogada contra a escrivaninha, e ao ver isso, aquele ofical loiro, bonito e simpático, rapidamente se levanta daquela mesa, vai ajudar a mulher, repreende o recrutinha e o manda sair dali. O mesmo o faz e ainda a-amparando, aquele oficial que se mostra bastante simpático, se desculpa e começa a fazer-lhe elogios. Adélia trajava uma blusa de botões branca, uma saia longa rodada com estampas chevron e botas pretas. O simpático oficial elogia a vestimenta da mulher e faz alguns comentários sobre se ela dar aulas, faz compras ou vai a igreja com a mesma roupa; se é o marido da mesma que a veste,há quanto tempo ela dar aula e por aí vai. Adélia se recompõe e ainda estranhando aquilo tudo, pergunta o que eles querem com ela. E já mudando um pouco o tom, o oficial fala sobre as investigações e as conclusões que o serviço de informação chegou a respeito de seu marido, que dentre outras coisas era suspeito de ser responsável por vários atentados e assaltos a banco que haviam ocorrido na cidade há alguns anos. Adélia estranha tudo isso e responde dizendo que o seu marido era funcionário de uma multi-nacional e que há muito tempo que ele se encontra ausente do páis. E não acreditando em nada disso o oficial vai até a sua mala e pega uma foto que o serviço de inteligência tirou de Jarbas ou 'Companheiro Miguel' durante uma reunião do Moviemnto Revolucionário que o mesmo participara. Adélia soluça e fica pasmada com a revelação, pois, jamais imaginara que Jarbas teria algum envolvimento nisso. Nesse momento o 'oficial galã' já vai deixando a simpatia de lado e a segurando pelos braços num tom mais ríspido ele pergunta: - Então, qual é a localização desse terrorista e a corja dele, fala, puta?! Adélia amedrontada gagueja respondendo que não sabe, que ela é só uma professorinha e que isso tudo é novidade para ela. É quando o oficial grita chamando o recruta que fazia sentinela do outro lado da porta:- Soldado! O tal 'soldado' rapidamente adentra a sala e o oficial completa: - Dá uns amassos na potranca aqui pra vê se isso refresca a memória dela! Nisso o 'soldadinho' rapidamente agarra Adélia e começa a beijá-la e sarrá-la freneticamente enquanto atrás da escrivaninha, cinicamente o ofical tenta escrever o que Adélia indignada e enojada se recusa a dizer enquanto é bulinda por aquele recruta. E quando o recruta se empolga e já ia debruçando a mulher em cima da escrivaninha, ele é parado pelo oficial que já acha que está bom, o manda sair dali e assim que o mesmo o faz, ele(o oficial) se aproxima do ouvido de constrangida Adélia que se mantém debruçada na mesa, se encosta na mesma e sussurra em seu ouvido que aquilo foi só o começo, passando a mão nas pernas dela sob a saia, dando-lhe uma cheirada no cangote e se retirando dali em seguida. Nisso Adélia se levanta e ao se recompor é surpreendida pela entrada de três agentes, sendo dois deles os seus 'raptores' e que chegam fazendo a maior algazarra. Eles lhe passam a mão, lhe fazem gracejos, a ameaçam e ficam a empurrando de um para o outro como uma 'peteca'. Quando um deles a segurando por trás e pela saia diz: - 'Vamo' deixar ela um pouco mais à vontade! Nisso ele arrancam-lhe violentamente aquele saião de lã como se fosse de 'papel', para desespero de Adélia. Sua lingerie comportada devido a época, era praticamente um 'short' de cor 'rosa-bebê' floral, mas nada disso inibia a sanha da tara daqueles torturadores que lhe proferiam os mais grosseiros gracejos, lhe enfiavam a mão, a lambiam e sem dó a beliscavam. Em seguida, ela acaba de ser despida por todos eles, que pegam cada peça, cheiram e as esfregam em seus membros rijos. Eles mandam que ela escolha com qual deles 'ir primeiro', mas vendo a recusa da mesma, um deles tem a idéia de todos a foderem ao mesmo tempo. E nisso Adélia é atacada pelos três de uma vez. Um fode-lhe a buceta por baixo, outro o cuzinho por cima, o terceiro a bota pra tocar punheta ou pra mamar e tudo isso numa verdadeira 'sodoma' patrocinada pelo estado.-Aaah..para, por favor...eu sou uma mulher de bem, casada...por que vocês estão fazendo isso..Umnnff...?! Ela implorava ao mesmo tempo em que era calada pela grossa 'manjuba' que era obrigada a 'deglutir'. Seu cuzinho era esgarçado pela tora de um deles que era mulato e parecia o mais 'avantajado' de todos e por outro lado o seu bucetão peludo era literalmente esbeiçado pelo agente que se mantinha debaixo da mesma. Soc-soc-soc-soc...Os apelos de Adélia pareciam aumentar a sanha de seus inquisidores, que a socavam, a chupavam e se deliciavam com a mesma, horas 'afinco'. Em alguns momentos a 'coisa' se dava só com um daqueles indivíduos que revezavam tanto na vez de foder quanto no 'buraco' a ser fodido. O traseiro de Adélia não era grande, era aé um tanto reto mas como todo traseiro, tinha o seu buraquinho e era bem gostosinho. Ela se esperneava e inutilmente gritava por Jarbas, enquanto aquelas toras roliças a esfolavam impiedosamente sob seus urros e gritos de dor mas que num certo ponto já se pareciam com gemidos de um idesejável prazer. Adélia há um bom tempo não tinha relações devido às ausências de Jarbas ou 'Companheiro Miguel' e com isso era impossível ela não sentir mesmo que indesejados e rápidos, prazeres e até mesmo ameaças de orgasmo.Os pelos daquele bucetão roçando naqueles pelos másculos e sedentos... Ela era obrigada a sentar, rebolar, tocar punheta, engolir sêmen, mijada, cuspe, a dizer que estava gostando e até gritar o lema do exército. Soc-soc-soc-soc!A tortura de Adélia não era conforme as torturas padrão, pois, Adélia era esposa daquele que era tido como o 'segundo no comando' do Movimento Revolucionário' e isso dava um sabor especial a tudo aquilo. A repressão estava nada mais, nada menos do que 'traçando' a mulher de um de seus maiores inimigos. Adélia recebia beijos forçados, tinha os seus peitinhos 'devorados', era usada como 'cobaia' em aulas de tortura ministradas por agentes estrangeiros. Num certo momento ela foi mantida amarrada com um nó dado por agente do Cenimar que cooperava com aquele orgão enquanto alunos de um colégio militar, provavelmente filhos de oficiais, se masturbavam numa roda envolta de seu corpo nu e indefeso. Ela teve que 'dar' para outros presos políticos e também sofreu uma das que talvez seria a mais bizarra das torturas. Levada para o estábulo da cavalaria, completamente nua, Adélia teve que 'ordenhar' ou masturbar e mamar a imensa pica de um alazão reprodutor que lá se encontrava irrequieto e no cio.Tendo ou não tendo nada a ver com a situação política do país naquele momento, a certeza era uma só: 'pelo menos naquele bucetão peludo se foi feita uma revolução!'.Ela chegou a saber que sua calcinha e sua saia ficavam estiradas na parede do gabinete do comandante daquela operação como uma espécie de 'troféu'. Meses depois ela foi transferida para um presídio de onde após o sequestro do embaixador holandês ela foi exilada, sofrendo mais abusos no interior do navio que a levava junto com outros presos. E com isso tudo, ela chega àquele país de destino grávida. Hoje seu filho, um advogado de 38 anos mora no exterior com a família e nem fala com a mãe que por raiva e vergonha desse passado, escondeu por tanto tempo esse segredo. Jarbas ou Companheiro Miguel faz parte da extensa lista de desaparecidos políticos desse período. Adélia é aposentada e já há vários anos luta e corre atrás de justiça e de reparação por esse período tão negro de sua história. E de volta a comissão, a mesma termina o seu depoimento ainda abalada e trêmula e volta ao seu lugar enquanto espera a sentença. É feita uma pausa onde todos os envolvidos 'fazem figa' para ver o que será decidido. E na hora que todos se põe de pé para ouvir a decisão, Adélia com ar de revolta fita os seus dois inqusidores do passado e nota que um deles a olha com um certo desejo e discretamente esfrega o seu hoje velho pênis sob a calça.
NA CASA DA DINDA
Aconteceu anos atrás. Eu era um mulecote de uns 15 anos, acumulava espinhas, não sabia nada da vida, não ligava para nada e da escola, só me interessava mesmo era pelo 'tergal' que compunha as saias do uniforme das minhas coleguinhas. E num belo dia, num período de férias, para ser mais exato! Tive a notícia de que minha madrinha, havia se separado daquele traste do marido dela. Vera, minha madrinha tinha 47anos, era loira, descendente de portugueses. Era linda, mas não tinha o corpo escultural devido a idade ou certo ‘relaxamento’. Suas formas eram bem 'crumbianas' ou bem fofinhas mesmo!. Mas e daí…?! Vai falar isso para os meus hormônios que 'borbulhavam’ quando viam aquelas coxas brancas evidenciadas por aqueles 'shortinhos de corrida'(aqueles com fendinhas laterais) que ela usava?! E ela agora estava solteira! E eu que já cheguei a esporrar numa daquelas(enormes) calcinhas de renda que ela deixara 'de bobeira’ em seu banheiro quando a visitei uma vez! Tais pensamentos libidinosos povoavam minha cabeça, mas logo, minha própria consciência me censurava. Afinal de contas, aquela era a mulher que havia me batizado! Como eu poderia ter tais fantasias…?! Como eu poderia ser tão cafajeste assim?! Mas ela estava sozinha, num tremendo casarão localizado lá na região serrana. E com isso, ela não parava de ligar para minha mãe, perguntando se a mesma não poderia ir até lá para dormir com ela. Mas, como ela trabalhava muito, não dava! Então, logo eu me ofereci. Afinal, estava de férias mesmo e não me custava nada. Então por que não?! E lá já estava eu! Nos primeiros dias tudo foi ótimo! Minha madrinha é super meiga e despojada. Qualquer um no meu lugar poderia jurar que com aquele comportamento dela, ela estava nada mais nada menos do que me dando uma tremenda 'condição’! Nós a sós ali naquelas 'montanhas’ e ela chegava até mesmo ao cúmulo de usar algumas camisolas mais ousadas. Camisolas essas que ela usava nos momentos mais íntimos que ela tinha com aquele traste daquele marido dela. Minha 'banana nanica’ parecia que ia explodir dentro das minhas calças. Creio eu, que a pele sobre meu prepúcio, que até então era bem 'colada’, se 'esfolou’ nessa mesma época! Eu não dormia direito naquele sofá! Tentava, mas não conseguia segurar o tesão que me fazia me masturbar por horas afinco, fantasiando com aquela 'portuguesona' tão meiga e dadivosa! Mas como nem tudo são flores, num certo dia, ela começou a comentar o porquê dela ter pedido companhia. Haviam rumores de que um bandido perigoso, estaria rodando a área. E que duas casas na região, já haviam sido invadidas. Mas não se sabia se era verdade ou boato. Eu brincava dizendo que a protegeria e ela sorria alisando o meu rosto. Até que num dia, após retornar da padaria, cheguei e notei algo estranho. A porta estava escancarada, havia algumas coisas pelo chão e andando mais pela casa, ouvi um barulho parecido com um gemido sufocado e luta. E quando cheguei no corredor, me espantei e não acreditei na cena dramática que vi. Minha madrinha estava com o seu short arriado, suplicante e lutando com um homem que com cara de louco a agarrava por trás, tampando a sua boca com uma das mãos enquanto 'chupava’ o seu cangote e com a outra mão passava e girava a pistola por dentro de sua imensa calcinha bege(rendada) chegando a esticá-la. Em choque, eu paralisei na hora! E nisso, aquele bandido nefasto apontou a arma para mim e mandou que eu fosse para um canto e não desse nenhum pio. Ele nos levou para a sala, para onde, desesperada, minha madrinha teve que ir 'aos pulinhos’ já que aquele 'short de corrida’ que ela usava, estava lá 'nos seus calcanhares'. Aquele homem negro que aparentava ser quase da mesma idade de minha madrinha, parecia louco. Ele dizia que estava recém saído da cadeia, que matava, 'fazia e acontecia' e que tinham pessoas atrás dele. Naquele instante eu achei que nós iríamos morrer nas mãos daquele celerado! Mas se ele realmente havia recém saído da cadeia, era óbvio o que ele ia fazer. Ele iria impiedosamente 'tirar o seu atraso’ com a minha pobre dindinha que era só desespero em suas mãos. E ele me apontando aquela pistola me mandou sentar no outro sofá. Ordem que eu que era puro medo, obedeci sem pensar! E naquele sofazão, segurando minha dinda pelos seus lindos e loiros cabelos, ele dizia para mim: - Fica quietinho aí garotão, que eu vou comer esse cuzão cagado da tua 'mãe’ até tirar esses dez anos de atraso que tive lá naquele inferno…he he he. Ele achou que minha madrinha era minha mãe, mas eu sou mulato…sei lá! Aquele cara tava drogado, tava muito louco e totalmente indefeso e impotente, eu estava prestes a ver o estupro da mulher que me batizou! E quando o facínora botou sua 'extrovenga' pra fora…era uma coisa inacreditável. Aquilo devia ter bem mais do que uns 20cm…era uma coisa de louco! Coitada da minha dindinha. O bundão branco e 'rosado' dela era enorme e rechonchudo, mas bunda nenhuma no planeta daria conta daquela 'trolha veiuda' com a qual ele encontrava dificuldades para enfiar, tentando forçar a entrada entre as ancas de minha dindinha. Minha madrinha já 'toda vermelha', grunhia com sua boca tampada pela mão do bandido, que besunta o pau com o seu cuspe até finalmente conseguir enfiar. Nesse instante, ele se vira pra mim e para humilhar minha madrinha ou nós dois, impotentes naquela situação, ele põe a língua para fora e entre seus lábios a sopra, reproduzindo assim uma 'onomatopéia' que simulava um 'peido’. Era uma coisa terrível e ao mesmo tempo, minha psiqué me traía, me fazendo sentir alguma excitação ao ver aquela piroca imensa e veiuda se dobrando e tentando com toda dificuldade entochar aquela bundona branca de minha dindinha. O homem precisava segurar o seu pau pelo 'talo' devido ao tamanho da trolha. Minha madrinha apesar de eu ser mulato, tinha um certo preconceito de cor e aquela situação, na cabeça dela e também na minha, era como se aquele homem fosse um 'escravo rebelde' que fugira de uma senzala e naquele instante tinha a sua vingança enrabando a 'sua Sinhá'. - Gosta de usar shortinhos, né, madame…?! Ele lhe dizia de forma irônica enquanto a 'impalava' impiedosamente com sua sanha de tarado. Minha madrinha suplicante, ainda tentava olhar para mim, mas sem poder fazer nada, eu tentava evitar seu olhar, soluçando e abaixando a cabeça. Mas quando as entochadas já estavam pegando certo 'ritmo’ e até mesmo um certo 'ruído de atrito' vindo do choque entre as coxas já se podia ouvir, o bandido estranhamente para. Ele parecia ter brochado, algo inacreditável para um estuprador e ainda com uma 'manjuba' daquele tamanho! Parecia ser um alívio! Não conseguindo terminar o ato, ele iria embora, pensei eu e com certeza também pensou assim, minha madrinha que se encontrava de cara contra o encosto daquele sofá e com o seu 'jatobá' todo vermelho e esgarçado. Mas aquele meliante teve mais uma terrível ideia. Ele aponta sua arma para mim e me manda fazer algo que nem mesmo em minhas fantasias mais pervertidas ou 'perversas mesmo', eu jamais cheguei a imaginar! Ele queria que eu enrabasse a minha própria dinda, a mulher que me batizou! Eu tentei relutar, me recusei. E minha dinda toda 'assada’, em choque e aos soluços nem conseguia falar. Mas vendo toda aquela situação e a loucura daquele crápula, ela acaba concordando com aquilo, dizendo apática e com uma certa frieza: - Vai, meu filho, faz o que esse infiliz quer, que já, já iele vai embora… anda, come a dindinha, eu te perdoo, miúdo...ugh! Nesse instante, ela afasta suas nádegas com as mãos e seu cu chega a dar uma rápida 'piscada’. Eu estava muito amedrontado e com certa vergonha e desconforto. Mas quando me aproximei e ouvi minha madrinha dizer baixinho com certo sotaque português: - Me enraba! Meu tesão se 'acendeu’, minha 'bananinha nanica’, se tornou um 'vergalhão’ e com os olhos fechados, comecei a comer aquele cuzão, aquele 'manjar branco’ com o qual ao longo de minha puberdade, eu sempre sonhei secretamente. O bandido se mantinha no sofá onde eu estava e ali, ele também comia um dos pães que eu havia comprado enquanto assistia a cena. - Isso, vai lá, garotão…quero vê merda no pau…! he he he Dizia como se 'me incentivasse', aquele homem ordinário ao mesmo tempo em que se masturbava, enquanto eu(mais ou menos) contra a vontade quase partia a minha dinda em duas. A 'peida' de minha dinda apesar de larga e rechonchuda, tinha um buraquinho bem apertado. O pau daquele babaca do Jorge, seu ex-marido, não deve ter sequer 'passado perto' daquela delícia de 'máquina de fazer cocô'. Até que minha madrinha começa a fazer algo inusitado. Ela resolve 'provocar' aquele homem, 'ironizando’ a situação. Num dado momento do 'parangolê', ela resolve fazer um 'jogo’ no qual ela 'fingia’ que estava gostando. E com isso, ela fitando o bandido, começava a falar palavras de baixo calão, gemer, rebolar e até mesmo me puxar para que eu a enrabasse melhor. - Isso, miúdo…vai…ai jizus…ô pá…! Era o que ela dizia, além de também me mandar estapear suas grandes ancas que de tão brancas, a marca de minha mão ficava junto às manchas 'avermelhadas' que meus tapas lhe provocavam. Seu sotaque português fluía mais e mais naquele instante. O bandido que se masturbava com o shortinho cor de abóbora que ela usava, estranha um pouco a estratégia de minha madrinha e se incomodando com os exageros de suas súplicas, ele resolve levantar e ir em direção a boca dela, onde põe a pistola na mesma para que ela chupasse o cano juntamente com o seu pau que estava com o shortinho dela pendurado como se fosse 'um cabide'. E a coitada o faz revezando no que chupava. E eu era super inexperiente e com isso minhas entochadas não tinham pique nenhum. O mais próximo de uma transa com uma mulher que eu tinha, era quando eu acidentalmente(ou não) 'sarrava' as normalistas ou as minas de shortinho de algodão 'paperbag'(moda na época) que eu encontrava pelos ônibus lotados que eu pegava. E isso irritava o bandido que queria ver 'pressão’, e me apontando mais uma vez a sua arma, ele me mandava ir mais rápido. Soc-soc-soc-soc… Era o som do atrito entre nossas coxas. Eu estava estuprando minha dinda, mas aquilo era uma delícia! Soc-soc-soc-soc…Até que gozei…! E que gozada! Era rala ainda devido a minha pouca idade, mas mesmo assim era muito abundante e extasiante! Aquele 'fole' apertado de minha dinda acabara comigo. E ela coitada, também já estava exausta, seu traseiro 'todo vermelho' e seu cu 'empanturrado' de sêmen, estavam assados e doloridos. E ainda ignorando os apêlos de minha madrinha, o bandido canalha me obriga a comer o xoxotão da mesma. - Não, a minha cona, não…eu levei esse miúdo no colo para batizar, não faça isso…ai Jizus…aaargh! Ela implorava, mas sem escolha, naquela mesma posição comecei a entochar aquela xota ou como ela mesma dizia, 'cona’! Aquele bucetão rosado e quentinho era uma delícia e conforme eu o fodia, eu menos ainda entendia o porquê daquele outro canalha do Jorge(seu marido), trair aquela 'valquíria lusitana’. Soc-soc-soc-soc…o som de atrito retornava enquanto eu fodia impiedosamente aquela galega por trás. Todos aqueles pentelhos loirinhos roçando meu saco que quase ainda não tinha pelo nenhum...! Nessas horas o bandido já não estava mais ali por perto. Minha madrinha já há algum tempo sozinha e sem saber o que era uma boa foda, já consentia com aquilo tudo, empinando, rebolando e se chegando para atrás para que eu a fodesse mais e mais. E com isso, nós até nos esquecemos do meliante! Soc-soc-soc-soc…eu já estava prestes a gozar quando uma coisa muito louca para mim, na época que não sabia nada sobre mulher, aconteceu. De repente minha dinda me empurra, se afasta, se treme toda, e ao gritar já afastada de mim, de sua xoxota sai uma estranha jorrada, de um líquido que molhou toda a minha perna e que até dava para encher meio copo! Minha madrinha literalmente gozou! E aquilo foi espantoso, incrível e inesquecível! Fiquei de olhos arregalados diante daquela xoxota loira que toda arreganhada, piscava e pingava enquanto exausta, minha dinda tentava se recompor. E então o bandido retorna e com mais uma de suas ideias pervertidas, ele que havia ido até a cozinha, de lá, trazia uma lata de azeite. Ele despeja o mesmo sobre as ancas de minha dinda, a deixando toda oleosa! Passa um pouco no seu pau também e manda eu me afastar. Ele tenta enrabá-la de novo, dá-lhe algumas 'estocadas’, que fazem algum barulho, ela geme, mas não teve jeito! A sua idade ou aqueles tantos anos de cadeia, devem ter mexido com a libido dele…sei lá! É quando ele vai até a estante e pega uma garrafa de vinho verde que ali se encontrava. Ele a abre, cheira o conteúdo, faz graça e tem mais uma ideia louca! Ele manda que eu segure minha madrinha, que ainda se mantinha de quatro no sofá e quando eu o faço, ele se aproxima com a garrafa, a enfia no cu dela e deixa que todo o seu conteúdo descesse pelo gargalo da mesma, preenchendo assim a 'olhota’ de minha querida dinda com todo aquele vinho. Aquilo era nefasto e inacreditável, mas o mais surpreendente ainda estava por vir! Ele pega duas taças que também se encontravam na estante, manda minha dinda, totalmente constrangida, se agachar sobre elas e assim 'expelir' de seu traseirão, todo o vinho, que fomos obrigados a beber e até a brindar em seguida. - Hummm… isso sim é um genuíno vinho português…! he he he Disse o canalha, assim que terminou o seu trago. É ouvido um barulho do lado de fora da casa e o bandido logo se alarma. Ele dizia que estava sendo perseguido e com isso, ainda fazendo mais ameaças, nos aponta a pistola mandando a gente ficar quieto e assim fugiu pelos fundos em seguida. A campainha toca, eu e minha madrinha nos recompomos e fomos atender. Eram dois policiais perguntando se nós havíamos visto alguém suspeito pela área. Nós dois ainda amedrontados, nervosos e abatidos, 'dissemos que não'. Eles pareciam desconfiar, tentavam olhar para o interior da casa, mas como não viram nada, se foram em seguida. E eu e minha madrinha voltamos para dentro, onde no sofá, fiquei abraçado com ela a consolando. Decidimos não contar nada para ninguém, pois, além da vergonha do estupro, a coitada ainda ter que encarar o fato de ter sido obrigada a transar com uma 'criança’ e ainda por cima 'filho dos compadres' dela...! Isso era demais para ela e eu tive que concordar. Pouco depois, soubemos que o bandido foi morto pela polícia, mas ela resolveu ir embora para Portugal mesmo assim e desde então não tivemos mais contato. Mas às vezes, eu ainda me pego me masturbando pensando naquela situação que pior que possa parecer, me faz 'gozar grosso' e aos borbotões! Me perdoe, dindinha!.
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