segunda-feira, 13 de junho de 2016
SHOTACON
Eu e Elis Regina contando com os anos de noivado mais os cinco anos que já se passaram desde que nos casamos, já estávamos há dez anos juntos. Aquela moreninha linda, modéstia aparte tenho bom gosto! Cabelos longos, ondulados e da cor do mel. 37 anos, dois a menos que eu, mas o porte franzino daquele esbelto e levemente sinuoso 'corpitcho', dava há qualquer um a impressão de que ela tinha uns '20 anos' a menos. Não tínhamos muito a ver um com o outro, a verdade sempre foi é essa! Nos conhecemos através de um amigo em comum. Eu, funcionário público daqueles bem estereotipados e pacatos. Enquanto ela, uma funkeira 'chapa quente' e piriguete moradora de um dos mais perigosos 'complexos de favela' da cidade e o qual, eu subia sem medo nenhum de tão enfeitiçado que estava por aquela mulatinha. Ela já vinha de vários relacionamentos que não deram certo em seu passado. Até mesmo mulher de traficante aquela 'espoleta' já foi! Mas nada disso me causava grande incômodo. Só o fato de ela ter o estranhíssimo apelido de 'Chupetinha' na comunidade onde ela morava, é que me intrigava um pouco. Nosso namoro, o que teve de bom, teve também de 'emocionante'! Foi pura adrenalina! Eu não sou funkeiro...! Nada contra, mas como o garotinho certinho de apartamento que sempre fui, eu tinha muita dificuldade de me identificar com aquelas letras. Mas para não correr qualquer risco, como por exemplo de ser corno ou levar tal fama, eu me via obrigado a acompanhar aquela baixinha pelos bailes que eram dados nas 'bocadas' mais perigosas da cidade. Muita briga eu entrei por causa dela. E hoje em dia, confesso que não sei se valeu muito a pena! Apesar daquelas coxinhas tão irresistivelmente bem torneadas, nosso casamento começou a não ir muito 'bem das pernas'! Eu não me importava com os gostos diferenciados e com os defeitos dela, dos quais de muitos eu até consegui libertá-la. Até viciada em cocaína ela já foi! Mas talvez, as nossas diferenças não só sociais, mas também culturais começavam a entrar em conflito. Mesmo hoje no alto de seus trinta e tantos, a danada ainda insiste em frequentar tais bailes. Eu havia tirado aquela piriguete da favela, mas não consegui tirar a favela dela! Eu já nos meus 'quarentinhas', não tenho tanta paciência como eu tinha quando eu a acompanhava no passado e também não me sentia muito bem e me achava até um tanto rídiculo no meio daquela molecada toda. E quando tentava impedí-la, brigávamos e ela era quem acabava prevalescendo, batendo os seus 'pezinhos de índio' e partindo para o balie, querendo eu ou não. Notícias de supostas traições ou 'puladas de cerca' mesmo, eu já começava a receber através de conhecidos que diziam terem a visto bebendo num quiosque com 'não sei quem', 'não sei onde' ou abraçada com um outro saindo de 'não sei mais o quê'...! Minha testa ou minha 'carequinha', começavam a 'coçar' e muito! Nossas brigas se acirravam e até ameaças de separação vinham à tona. Mas estranhamente, ela não aceitava. Mesmo que brigássemos e estivesse mais do que nítido que já não tínhamos(nunca tivemos!) nada em comum. Ela apesar de seu jeito, era filha de um pastor respeitado de uma igrejinha de sua comunidade. E ele, muito gente fina, sempre servia de 'mediador de conflito' e como tal, conseguia apaziguar as coisas entre nós. Mas isso também não era 'à toa', já que o mesmo receava que a filha ficasse 'falada' caso se separasse e também sabia que o destino da mesma seria a sua casa, onde só traria 'dor de cabeça' para ele e sua mulher, mãe de Elis. E com isso, uma ligeira trégua se deu em nossas vidas e até o apesar de adiado, tão aguardado 'projeto' do nosso primeiro filho voltou. E Elis com todo esse seu jeito e sua vida de piriguete, seus 'casos' e badalações, não chegou a completar os estudos, parando no primeiro ano do ensino médio. E nisso, ela me deu o que a princípio foi a bela notícia de que estaria afim de voltar a estudar. Lhe dei todo o apoio e não demorou, ela se matriculou num colégio que ficava num bairro próximo ao nosso. E ela se mantinha muito eufórica com tudo aquilo. Até um 'trotezinho' ela sofrera em seu primeiro dia, chegando em casa toda pintada de canetinha 'pilot' que dentre outras pichações havia uma bem grande em seu uniforme que dizia 'Bixo'. Mas ela nem ligava e era só alegria com essa retomada de sua vida de estudante. E não demorou para que o seu jeitinho conquistasse seus jovens e 'bem jovens' coleguinhas. Eles carinhosamente a chamavam de 'Dona Elis', segundo ela. Ela era a 'mascote' da turma! E muitos diziam até conhecê-la de vista desses muitos bailes funks que ela ainda frequentava. E com todo esse entrosamento que levemente me dava até algum 'ciumezinho', não demorou para ela ser convidada para uma confraternização, um churrasco que seria dado na chácara que um parente de um dos moleques cedera para tal. Elis ficou radiante e toda serelepe insistia para que eu a deixasse ir. Nosso clima de paz estava muito bom para ser quebrado, então eu me vi obrigado a ter que concordar, mas com a condição de que eu a acompanhasse a tal evento. Ela concordou, alguns dias se passaram até que finalmente chega o dia do tal churrasco. Em nosso quarto, diante de nosso guarda roupa quase brigamos na hora da escolha pelo 'figurino'. Cada vestidinho mais curto, solto, justinho ou provocante do que outro...! E é claro que eu os 'barrava'! E quando eu já sentia que iríamos discutir e estragar tudo que estava dando tão certo entre a gente, eu me segurava. E finalmente aprovo o seu figurino, quando ela me mostra uma camisa tipo regata 'Tupac 96' e um shortinho branco daqueles seus tantos de cinturinha alta tipo 'saco de papel'. Ela colocou seu óculos 'Restart', o boné da furacão 2000 que ela ganhou do próprio Rômulo Costa anos atrás e parecendo uma verdadeira 'Patricinha de Baile', ela super empolgada, após posar com seu modelito, se vira para mim e diz: Partiu churrasco?! Eu sorrindo, concordo e sigo com ela até o carro. E quando chegamos a chácara guiados pelo endereço e pelo 'aplicativo' acoplado em meu carro, fomos...ou melhor: Elis ou 'Dona Elis' foi calorosamente recebida por aqueles um tanto 'atirados' bando de molecotes. Minha linda mulher realmente havia caído nas graças daquela molecada movida a Redbull, cerveja e é claro, 'hormônios'! Eles já iam a abraçando, a beijando e eu me 'segurando' ali para não afastar um daqueles moleques na marra, da minha esposinha. E era só isso que eu via naquela festa, 'moleques'! Não havia um adulto ou responsável naquela chácara e para completar, do lado daquela 'Patricinha' que Elis estava, eu parecia o pai da mesma como muitos pensavam, chegando até a perguntar tal coisa. Aquilo foi muito desconfortável! A farra começa regada a bebida de todo o tipo e apesar de ser um churrasco, muito pouco se via de carne e o que se via, o 'churrasqueiro', um 'menino' que parecia não ter mais do que 14 anos, deixava queimar um pouco. Elis super entrosada já começava a se soltar ao som de Hip hop, CPM22, Charlie Brown Jr e para o meu desespero, o seu tão amado Funk e daqueles com as letras mais indecentes que se possa imaginar. Não demorou para eu ficar 'de lado' ou pelos cantos com o meu copinho de uísque, mas o que eu podia fazer...?! Além de parecer muito feliz no meio daquela molecada toda, ela também parecia se sentir mais jovem ou uma verdadeira 'adolescente' de novo no meio deles! E enquanto eu tragava 'à seco' o uísque barato que aqueles pirralhos que só entendiam de refrigerante me deram, a safadinha 'ia até o chão' ou rebolava com aquela sua bundinha 'engatada' na 'banana nanica' de algum 'pivete' daquele. Toda aquela bebedeira, euforia e molecagem envolta... aquilo não ia dar certo! E quando começo a notar as 'mãozinhas bobas' nos quadris e coxas de Elis, sem falar das explícitas 'sarradas' que ela tomava naquele cuzinho 'apertado' dela...! Ao ter a impressão de que ela já se virava para dar um 'selinho' no 'moleque da vez' que a agarrava naquela 'sacanagem' que eles chamavam de dança, pra mim isso foi a gota 'd'água! Saí rapidamente do cantinho onde fui 'largado' e fui em direção a Elis, a puxando pelo braço e sob várias vaias que aquela 'turba' de delinquentes davam, a levei para a cozinha daquela chácara. E lá acontece o inevitável. Discuti de forma bem brava com a já embriagada Elis cujo shortinho branco nitidamente 'úmido' não disfarçava sua excitação com toda aquela sacanagem que ela participava. O 'barraco' se formou enquanto alguns daqueles 'aborrecentes' próximos ou se afastavam ou faziam ar de deboche. Quase saímos no tapa ali, até que a turma ou molecada do 'deixa disso' se aproximou, nos afastou e assim a exaltada Elis me fazendo uma espécie de afronta retorna para a festa. E lá naquela sala ela retoma a 'dança erótica' com os meninos, mas dessa vez ela ainda é mais ousada ou abusada, dançando com mais de um e simulando assim uma epécie de 'suruba' enquanto maliciosamente me fitava. A molecada pirava enquanto eu ainda era contido por uma das poucas meninas que ali se encontravam e que parecendo apiedada quanto a minha situação, mantinha a mão no meu ombro tentando me acalmar. Até que para me afrontar ainda mais, Elis segue para um canto da sala que parecia um 'espaço de recreação', onde ao subir sobre uma mesa de sinuca, lá em cima, ela chama a atenção de todos. Eu tento tirá-la de lá, mas sou contido por um 'moleque brutamontes' que parecia ter algum conhecimento de 'Jiu Jitsu' e assim me imobilizou e com a ajuda de um outro moleque me afastou dali. E em cima daquela mesa de sinuca, Elis ao pedir para o DJ ou o moleque responsável pelas músicas parar o som. Em seguida, a mesma começa a me humilhar na frente de todos. E a cada trago que ela dava naquele copinho de plástico, era uma injúria que ela aos risos soltava, falando coisas sobre o meu trabalho, meu 'mau desempenho sexual', o tamanho de meu pênis e até da minha mãe que ela odiava e achava que a mesma a culpava por nós nunca termos tido um filho. Todos aqueles moleques riam da minha cara com exceção da menina que me confortou naquela outra hora, mas que ao ver o nível daquela festa cair daquele jeito, acabou resolvendo ir embora. Meus olhos já lacrimejavam, mas era de raiva e desespero enquanto era contido por aqueles dois delinquentes naquele sofá. E quando eu achava que não poderia ficar pior, a safada resolve fazer um Strip-Tease ali mesmo sobre aquela mesa, para meu total desespero e para o delírio de toda aquela molecada. O 'DJzinho' põe a música escolhida para o ato que para uma inacreditável e infeliz coincidência foi 'Tarzan Boy', tema do filme das Tartarugas Ninjas e que eu adorava na minha época de adolescência. E a safada começou, e seguindo dançando de uma forma bem sensual, para me humilhar ainda mais, ela dançava daquele mesmo 'jeito especial' que ela fazia para mim em nossos momentos mais íntimos. E então o 'Strip' começa, mas ela primeiro fazia uma espécie de 'charminho', tirando o boné e em seguida o óculos para deixar a molecada ainda mais ouriçada. E em seguida, ainda na base do charminho, ela tira a sua regata que ela já usava sem sutiã como se já soubesse que iria mesmo fazer um Strip naquela noite e com muita maldade, me fitando, ela com seus duríssimos seiozinhos já de fora, gira a camisa e a joga na minha cara. Eu 'espumava' de ira tentando me livrar da 'chave' que aquele moleque brutamontes me dava, mas o que um pacato funcionário público como eu, que só utilizava de minhas forças para 'carimbar' algum documento, poderia fazer contra aquele 'caratéca mirim' e seu amigo. Em seguida foi a vez do shortinho que também foi arremessado em minha cara. A zoação era geral! Muitos mais eufóricos já colocavam a mão sob suas bermudas ou já botavam suas 'bananinhas' para fora mesmo e já se 'aqueciam' se masturbando envolta daquela mesa. E quando finalmente foi a vez da calcinha ou um daqueles 'fiapos' que ela tanto gostava de usar, quando a mesma foi jogada na minha cara, um dos moleques que me imobilizava, para me zoar mais ainda, tentou enfiá-la na minha boca. E não conseguindo, ele de maneira jocosa leva a 'peça' até o nariz, a cheira e em seguida a coloca em seu bolso. E Elis já 'nuazinha em pelo' com aquela xoxotinha 'moicana', aqueles seus peitinhos ou 'leves relevos' bem pontiagudos, aquele 'pilãozinho' que eram suas curvinhas e o também leve relevo de suas ancas duríssimas, rebolava e enquanto ainda maliciosamente me fitava, fazia várias poses, de quatro ou se arreganhando, fazendo enlouquecer mais e mais toda aquela molecada que envolta daquela mesa de sinuca já lhe avançava passando a mão onde conseguissem alcançar. Eu tentava evitar de olhar aquele 'show de putaria' que minha mulher dava, mas o moleque que me imobilizava junto com o moleque brutamontes, me forçava a abrir os olhos. Até que num dado momento em que Elis realizava mais uma daquelas suas 'danças até o chão', a mesma por estar bastante 'alta' ou 'trêbada', acaba se desequilibando e caindo sobre a mesa. E quando isso acontece, tudo o que eu vejo são várias mãos de moleques a puxando ao mesmo tempo em que vários outros tiravam suas camisas, botavam os seus bonés para atrás e colocavam suas cacetinhas para fora. Elis seria 'currada' por aqueles pivetes! -Eliiiis...! Eu desesperado com meus olhos ainda cheios de lágrimas, a gritava inutilmente enquanto ela se entregava àquela turba formada por aqueles 'tarados mirins'. Um princípio de tumulto se ensaiava para ver quem seria o 'primeiro', mas aquele que parecia ser o mais forte e também o dono da festa, havia prevalescido com tais argumentos e assim, puxando Elis pelas pernas começou com entochadas fortes e profundas que faziam a mesma 'urrar' e todos envolta delirar. 'Fode-fode-fode-fode...' Era o que aquela molecada gritava em coro incentivando aquele taradinho filho da puta! Eu já não podia ver muito bem Elis envolta daquele 'bolinho' de moleques, Mas quando alguém se afastava um pouco eu notava que ela deitada sobre aquela mesa de sinuca enquanto tinha suas pernas arreganhadas e sua xota entochada, ainda permanecia tentando me fitar para me afrontar. Seus gritos, ela fazia questão de emití-los bem alto para que eu ouvisse e entedesse que ela estava sendo muito 'bem fodida' ali. E quando o moleque finalmente goza, o mesmo é arrancado dali por um outro que com a mesma sanha, mete fundo sua banana nanica na xoxotinha de minha vadia esposa. Noto celulares serem erguidos e com eles os moleques envolta filmavam toda a sacanagem. Os gritos de Elis permanciam histéricos, mas como eu disse, não era simplesmente pelas estocadas que aqueles fedelhos lhe davam, já que ela antes de me conhecer era uma das maiores putinhas de seu Morro e aquelas 'linguicinhas' eram fichinhas para ela; seus gritos eram para me provocar e aquela puta conseguia isso perfeitamente. Mas nada eu podia fazer a não ser odiá-la e também odiar a mim mesmo por ter 'arrumado' aquela 'cadela' como esposa. Noto apesar da confusão que ela fora debruçada e assim fora fodida numa posição que simulava um 'carrinho de mão'. Os moleques aos risos também me provocavam dizendo que 'ela era muito gostosinha', 'o quanto ela era apertada', 'que eu a tinha perdido para eles', 'que eles lhe fariam um neném' e até um 'apelido' eu havia ganho deles e este era 'Bombinha' devido aos maldosos comentários que Elis havia feito sobre o tamanho de meu pênis naqueles infelizes discursos que ela fizera antes de tudo aquilo ali. Noto também que ela é colocada de quatro e assim é fodida por mais um outro moleque que já está em cima da mesa com ela. A aglomeração se afasta mais um pouco e nisso, a vejo me fitar e nesse instante entre um gemido ou grito por ela mesma amplificados, ela diz - Isso, me arrebenta, novinho...faz logo um filho na tia, faz...?!Uuuuh...tá vendo só, seu 'pau mole'?! Kkkkkk...uuugh! Vê-la falar essas sacanagens me olhando como se 'me jogasse na cara' essa frustração de ainda não termos filho...! O que isso teve de cruel, estranho e 'doentiamente' me deu uma leve excitação. Nesta hora senti meu pau estranhamente dar uma rápida 'pulsada'. Não sei se era o stress de toda aquela situação enfadonha que eu estava passando...! Mas meus sentidos começaram a se confundir. E o pior é que ela realmente poderia ficar grávida, pois na hora em que vi eles se prepararem para fodê-la, eu não me lembro de ter visto alguém colocar alguma 'camisinha'. Isso se existisse camisinhas para o 'tamaninho' de muitos deles, pois como já disse, era tudo um bando de pirralhos. E dois já estão a fodendo ao mesmo tempo. E para tal, ela havia escolhido os dois únicos negros presentes naquela festa. Talvez por achar que os dois fossem os mais 'bem dotados', ela que queria ser 'arrebentada' como ela mesma dizia, permitiu que estes a fodessem, sendo um na xota e o outro por cima em seu cuzinho. Ela nunca, eu disse nunca, me deu aquele cuzinho! Outro garoto que também subiu sobre aquela mesa, se agachou na frente dela e a botou para 'mamar'. Outra coisa que ela também fez bem gostoso e que quando o filho da puta gozou em sua boquinha, ela me fitando, antes de engolir, para também me humilhar mais, fez uma espécie de 'gargarejo'. Vários garotos já estavam em cima daquela mesa de sinuca. Eu não sei como ela não 'desabou' com todo mundo?! Todos estavam impacientes e queriam a sua vez de 'traçar' aquela xoxotinha ou aquele cuzinho e muitos se via nitidamente que estavam tendo a sua 'primeira vez' ali. Os mais novos, os mais CDFs e até as poucas garotas que ainda restavam naquela festa...ou melhor: naquela 'orgia', não ficaram de fora! Cheguei a notar que três a fodiam ao mesmo tempo, sendo um no cuzinho e 'dois' na xoxota. Como uma filha de pastor e aquela que poderia ser a mãe dos meus filhos, podia ser tão devassa assim?! Era o que eu pensava quando eu conseguia pensar em meio a tudo aquilo. Quanto ao fato de ser mãe, eu não sei como seria para ela amamentar a criança, pois seus seios já quase 'inexistentes' estavam literalmente 'deixando de existir' de fato com as tantas chupadas e mordiscadas que os mesmos levavam! De onde estava, eu podia ver jatos e mais jatos de ainda 'ralos' espermas sobrevoarem aquela muvuca ao redor daquela mesa. E quando ela já estava sem voz de tanto gemer e gritar de 'dor' ou para me provocar, eu só podia ouvir o 'som dos atritos' daquelas tão violentas e 'famintas' estocadas que aquela puta levava em seu 'âmago'! Apesar dos pesares, eu tinha que admitir que aqueles moleques com toda aquela 'energia adolescente' 'pegaram ela de jeito'! Meu desempenho sexual tão 'minado' por essa tão estressante vida de adulto, não podia com aquilo! Além de muita punheta que ela tocou, chupadas que ela deu e levou. Em seu corpo estirado sobre aquela mesa, também notei que fora espalhado alguns punhados de pó 'de coca' ou qualquer 'coisa' que foi inalada tanto por ela quanto por cada um que sobre a mesma encostava a sua cara. A 'curra' é retomada, mas é logo interrompida pelo brutamontes que me imobilizava e grita reivindicando a sua vez. Este é ouvido e ao me soltar para se juntar aos outros 'tarados mirins', eu consegui me desvencilhar do outro que também me segurava, mas não era tão forte e assim surpreendo o brutamontes, o puxando pelas costas(pela camisa) e iniciando uma grande luta com ele. Esta se dá sob os gritos de incentivos lhes dado por todos os seus colegas. E vendo que eu levava a pior, Elis, talvez num momento de rápida 'lucidez' ou 'arrependimento', sai de debaixo de um dos moleques naquela mesa e segue a meu favor tentando tirar o moleque brutamontes de cima de mim. Mas é tarde demais, pois o mesmo como conhecedor de artes marciais, consegue me 'botar para dormir'. E assim, 'apago' até a madrugada, não sabendo de mais nada que possa ter ocorrido ali, mas com certeza toda aquela molecada presente naquela chácara fodeu minha mulherzinha, pois a 'fila' estava grande ainda! E quando acordo, ao recobrar meus sentidos, me lembro de tudo o que houve, me deparando com uma cena muito parecida com a cena do final de uma festa do filme 'Kids'. Haviam moleques dormindo...'desmaiados' e espalhados por vários cantos da chácara. Mas quando vi aquela que era a minha linda esposa, também desmaiada sobre três moleques naquela mesa de sinuca, pensei que nem mesmo 'Larry Clark' poderia imaginar uma cena tão pervertida como aquela! Sem palavras, ainda tento esboçar qualquer reação, estendendo minha mão na direção daquele corpitcho lindo e desfalecido, como se fosse fazer alguma coisa como estapear ou esganar. Mas me travo e tremendo, cerros os meus punhos, soluçando e saindo dali quase chorando e sem olhar para atrás. Não sei como consegui ter frieza o bastante para dirigir tranquilamente, percorrendo toda aquela distância até chegar a nossa casa. E lá chegando, sem saber o que pensar ou fazer, olhava ao redor, inclusive para um lindo retratinho de Elis sobre o rack. Vê-la rebolar naquelas cacetinhas 'quase impúberes'. Chupar, tocar punheta, levar tapas, além das cospidas e gozadas naquela boquinha com a qual selamos nossa união. Toda aquela cena de Elis sendo 'currada' ou 'se deixando' currar daquela forma foi traumatizante e não saía da minha cabeça. Já em nosso quarto, tomo um calmante e mais uma vez durmo. Horas depois, não demora muito e após levantar e tomar um café na cozinha, noto que alguém abriu a porta da sala. Era Elis visivelmente envergonhada e presumindo que nossa relação terminara ali. Ela com certo siso na face e postura, não quer nem assunto e diz que quer subir até o quarto para arrumar suas coisas. Mas ao passar por mim com toda aquela postura firme e até brusca, eu logo a impeço segurando-a pelo braço. Ela se surpreende e antes que ela dissesse alguma coisa, dou-lhe um 'guloso' e apaixonado beijo naquela sua boquinha gostosa. A princípio ela tenta se desvencilhar, mas como sou mais forte, prevalesço e não demora já estamos no chão, sobre o carpete, onde fazemos amor tórridamente. -É assim que você deixou aqueles filhos da puta te comerem, não foi...hã?! Era o que dentre outras coisas eu lhe jogava na cara de uma forma bem pervertida enquanto penetrava fundo aquela xoxotinha tão quentinha e que tão facilmente já se molhava. E enquanto ela virava sua cara e se contorcia, horas de 'repulsa' e horas de 'entrega' mesmo, eu prosseguia: -Gosta de funk, gosta de shortinho...já deu muito lá naquele teu Morro, né, Chupetinha...?! ...Será que um pivete daquele te engravidou, hã?! E dizendo tais coisas sem nunca deixando de citar o que aconteceu naquela chácara, a comi de todas as formas! Praticamente a 'estuprei', conseguindo finalmente comer aquele cuzinho inacreditavelmente ainda tão apertadinho! Até que gozei ou melhor: gozamos e intensamente! Prometemos nunca abandonar um ao outro e também deixei que ela continuasse a frequentar seus bailes funks e que transasse com quantos moleques ou 'molecas' que ela quisesse, mas que sempre retornasse para mim e me dissesse o que fosse preciso para que eu melhorasse meu desempenho.
quarta-feira, 1 de junho de 2016
IRMÃ DULCILENE E O BONDE DO SENHOR
Irmã Dulcilene ou Pastora Dulcilene, se tornara pastora dirigente de uma das muitas sedes ou 'franquias' da Igreja Poligonal do Reino do Céu, que existia num desses tantos e perigosos complexos de favela da cidade. Muitos membros do ministério daquela igreja se recusavam a assumir a liderança de uma congregação situada num lugar tão perigoso como aquele complexo. Mas Pastora Dulcilene se mostrava confiante e acreditava até mesmo que poderia livrar aquele local da opressão que ele sofria com os tantos bandidos que por lá existiam. Muito enérgica e fervorosa em sua fé e suas pregações, ela mantinha aquela pequena congregação quase que à 'mão de ferro', o que fazia muitos fiéis respeitá-la e alguns de seus obreiros até odiá-la. Muitos pediam para sair, tamanho a pressão que sentiam com o pesado fanatismo e severidade de 'Pastora Dulce', como já era conhecida naquela comunidade. Aquela linda morena, no alto de seus 40 anos, de traços levemente indígenas, cabelos negros, longos e ondulados, seios fartos, coxas que ficavam por conta da imaginação, devido as saias longas ou 'longuetes' que ela sempre trajava; mas que com certeza deveriam ser ma-ra-vi-lho-sas cada uma! Mas seu traseiro, esse não conseguia se disfarçar e o mesmo era nitidamente escultural e 'frondoso'! Era uma verdadeira tentação a 'abundância em Cristo' daquela crente! Tanto, que era possível se perceber algumas manchas de sêmen que nodoavam suas saias com os tantos 'sarros' ou encoxadas que ela tomava pelos coletivos que ela precisava pegar para chegar a igreja. Seu traseiro avantajado, era um GRANDE exemplar da preferência nacional, mas que era desperdiçado por aquele 'fundamentalismo' cego e histérico de Pastora Dulce. Todas essas qualidades também serviam de chamarizes para os seus cultos. Os atributos de Pastora Dulcilene eram gostosos o suficiente para reforçar e 'levantar' a fé de qualquer cristão! Se tinha certeza de que Deus existia quando alguém se deparava com uma morena daquela! Há quem diga que quando aquela igrejinha era nova na localidade, Pastora Dulce, 'nada boba', se utilizava de seus 'dotes' para arrebanhar seus fiéis. Ela que outrora, bem antes de se converter, já foi garota de programa; de uma forma bem sutil, se utilizava de seu charme e borogodó de morena para convencer muitos homens a assistirem seus cultos. E naquela perigosa e pobre comunidade, Pastora Dulce também pregava em seus tantos becos e vielas. Entregava folhetos para funkeiros e viciados que não paravam de subir aquela ladeira, pregava e até resgatava alguns cracudos e também tentava levar a 'Palavra' para alguns 'envolvidos', 'soldados do tráfico' que estivessem afim ou nem tanto, de ouvir. Pastora Dulce parecia estar 'revolucionando' o local! O foco principal de sua pregação nos cultos dominicais, era o tráfico e o mal que o mesmo fazia àquela pobre localidade. Pastora Dulce criticava duramente os bandidos da área, chegando até a afrontar os mesmos; se garantindo em sua fé. Erguendo sua Bíblia, ela dizia não ter medo, que tinha a Palavra ao seu lado e em alguns pontos de sua pregação, chegava a conclamar suas 'ovelhas' a se rebelarem contra a opressão do 'inimigo' que se fazia presente na 'figura do tráfico'. E ao fazer tudo isso, ela mantinha seus olhos fechados e dava 'temeliques' que chegavam a flamular suas leves saias em crepe, sem fazer ideia de que 'olheiros' do bando do traficante Caveira, 'dono do local', a sondavam, enfiltrados dentre seu rebanho. Não demorou para que aquela 'bunduda em Cristo' começasse a sofrer algumas pequenas retaliações. Caveira começou a proibir a 'varora', de pregar em determinados pontos da favela. Seus soldados já não a respeitavam mais. Sem querer saberem se ela era uma 'mulher de Deus', eles mexiam com ela, lhe mandavam gestos obcenos ou mesmo cantadas grosseiras e indecentes do tipo: -Se faltar papel lá na igreja, fala comigo, ô Irmã Tanajura! E outras coisas do tipo, que lhe eram gritadas quando a mesma passava por determinados becos da favela. Até a fachada da igreja, apareceu pichada com ameaças numa certa manhã. Mas aquela 'guerreria em cristo' não iria se intimidar! E sua 'cruzada' contra o tráfico continuaria a qualquer custo. Bases de alguns máritires bíblicos que deram suas vidas pelo Evangelho, era o que lhe dava força para prosseguir. Os dias se seguiram e quando chega o domingo, é dia de mais um daqueles cultos mais fervorosos que aconteciam naquela congregação. E Pastora Dulce, aquela varoa indomável, continuava firme e forte com suas pregações contra o tráfico e sua horda de malfeitores. E na maior ousadia possível, ela chega a dar 'nome aos bois' e pede para que alguns fiéis que se sentissem oprimidos em sua localidade, fosse até a frente, no púlpito, para dar o seu testemunho e dizer qual era o problema e onde ele se localizava, que ela com suas orações daria um jeito. A ousadia de Pastora Dulce era tanta, que ela chega a ironizar dizendo que o 'Bonde do Senhor', invadiria 'pesadão' o local onde tal servo morava e queimaria com 'fogo divino' todos os vagabundos da região. Aquilo já foi demais para os olheiros ali infiltrados e dos quais um deles com um radinho comunicador, sai de fininho e avisa ao se 'patrão' o que a mulher havia dito. No dia seguinte, após a noite daquele fervoroso culto, Pastora Dulce é a primeira a chegar para arrumar o templo. Ela sozinha enquanto mexe numa coisa e outra, cantarola um de seus hinos favoritos, quando é surpreendida por um de seus antigos obreiros que havia se afastado da congregação. Ela se surpreende e cumprimenta o mesmo, chegando a achar que este estaria retornando para a igreja. Mas quando se aproxima da tal 'ovelha desgarrada' para iniciar qualquer conversa, ela é interrompida de uma forma um tanto brusca por um grupo de três bandidos do 'Bonde do Caveira', que visivelmente drogados, a cercam e também começam a mexer em tudo o que encontram pela igreja. E Pastora Dulce com sua autoridade de pastora, os censura e os repreende pelo que eles estavam fazendo na 'Casa de Deus'. E quando Pastora Dulce já ficava mais enérgica, com aqueles delinquentes que já depredavam o que viam e saqueavam os dízimos e ofertas, eis que surge nada mais, nada menos do que o famingerado Caveira, o 'Dono do Morro'. E Pastora Dulce já se alivia ao ver que o dono da comunidade chegara e com isso colocaria ordem em seus subordinados. -Seu Caveira, olha só o que eles estão fazendo na Casa de Deus...! Ela se queixa com o bandido que a interrompe segurando-a pelos seus braços de forma brusca, aplicando-lhe safanões e dizendo: -Cala a boca, ô vagaba...então, você é a tal pastora que tá dizendo aí, que vai quebrar minhas bocas com um tal de Bonde do Senhor, né...quem é esse Senhor?! Caveira demonstrando uma 'suprema ignorância', diz de forma ríspida enquanto amedrontada, Pastora Dulce soluça com a face virada. Nisso, um de seus drogados comparsas a surpreende, levantando por trás, sua reta e leve, saia de cetim com estampa 'Python' na cor verde. -Q-que isso, amado...e-eu sou uma serva do Senhor, isso aqui é uma casa de Deus...?! Assustada, Pastora Dulce com sua cafona calçola bege quadriculada(Houndstooth) à mostra, tenta argumentar enquanto também tenta abaixar de volta a sua saia, sob fortes tapas que leva naquela bundona e passadas de mãos nas coxonas, dados pelos bandidos que a rodeavam. Caveira a impede de abaixar de volta a saia que se encontrava toda levantada e dobrada sobre o ventre da mulher. E a segurando pelos braços, força-lhe um guloso beijo. -Estrupa ela, Patrão...! Grita um dos bandidos enquanto a pastora que inutilmente tentava se desvencilhar de Caveira tinha seus grossos lábios 'devorados' pelo marginal. E nisso, este a leva até um daqueles muitos e longos bancos daquela congregação. Ela apavorada, ainda lança, também inutilmente, um olhar para seu ex-obreiro, na esperança de que este a ajudasse. Mas o mesmo se mantém inerte, lhe devolvendo um odioso olhar sarcástico. E já naquele banco, um dos primeiros e bem próximo do púlpito, Pastora Dulce é bruscamente jogada, onde cercada por Caveira e seus homens, é bulinada por todos que aos risos e deboches, mexem em seu cabelo apertam os seus seios e passam suas mãos naquelas coxas, um a um. E apavorada, Pastora Dulce implora para que parem. -Amados...parem por favor..e-eu sou uma serva do Senhor...ugh...! E mais uma vez ela é interrompida por Caveira que a puxa pelos seus longos cabelos e lhe apontando uma pistola ironiza: -Esse aqui que é o teu 'Senhor' agora, sua puta...anda, chupa! Ele a obriga a chupar o cano de sua pistola, coisa que ela faz chorosa enquanto que lá na porta, o ex-obreiro que se mantinha olhando de longe, já se prontificava a fechar a igreja para que o bando desse prosseguimento ao que se daria ali. Após algum tempo fazendo Pastora Dulce chupar o cano daquela arma, Caveira para e ainda a pegando pelos cabelos, a obriga a manter a boca aberta. E a mulher, coagida, o obedece e assim o odioso bandido dá-lhe uma cospida no interior daquela boca carnuda e deliciosa da pastora. Os outros bandidos que já esfregavam suas cacetas sob suas bermudas e calças camufladas, só gargalhavam com toda a cena. É quando com a pistola já guardada, Caveira, excitado, resolve colocar seu imenso pau preto para fora da calça, fazendo com que espantada com o tamanho da jeba, Pastora Dulce arregale seus olhos e com seu membro numa das mãos e ainda segurando a pastora pelos cabelos com a outra, Caveira começa a dar-lhe 'surrinhas de pau' na face, das quais a mulher que a todo tempo se mantinha constrangida, tentava se esquivar. -Cadê o Bonde desse tal de Senhor, agora, hein...cadê?! O odioso bandido ironizava Pastora Dulce enquanto 'estapeava' sua face com aquele 'chouriço' imenso. -Agora cê vai me levar pro paraíso, pastora...anda, chupa! Ele tenta obrigar Pastora Dulce que chorosa se recusa, dizendo para eles pararem, que ela era uma mulher de Deus. E Caveira mais uma vez a ironiza dizendo: -Que mané Deus... agora você é minha mulher...! E já alterando o tom de voz, ele a puxa pelos cabelos e completa aos gritos: -Chupa!!! E coagida, Pastora Dulce não vê escolha a não ser fechar os olhos, abrir aquela sua boca carnuda e mamar bem gostoso, cada centímetro daquela 'veiuda' 'tora de ébano'. -E é pra engolir o leitinho, hein...?! he he he! Diz o extasiado Caveira enquanto enojada e chorosa, Pastora Dulce se vê obrigada a reviver seus dias de garota de programa para poder 'engolir' aquela jeba. Os outros bandidos com suas trolhas já de fora, se masturbavam enquanto vibravam e riam da situação. Até o tal ex-obreiro, também se punhetava, mas o fazia de longe, se mantendo na porta onde ele vigiava. Caveira goza, deixando cremosas camadas de porra que transbordavam pelos cantos da boca da pastora e que em seguida é obrigada a engolir. -Engole meu leite! Ele diz aos gritos enquanto puxa o cabelo da varoa que o obedece bem enojada e constrangida e ainda se vendo obrigada a mostrar a língua para que o bandido veja se de fato ela engoliu tudinho. E em seguida antes de dar vez para outro, Caveira resolve tirar a 'camisa da congregação' que Pastora Dulce trajava. A mesma fica de sutiã(bege) que é logo arrancado pela mão de um dos bandidos. E para delírio de todos, um par de fartos e deliciosos seios, saltam. Eles passam a mão, apalpam e teve um que até avançou para abocanhá-los, mas foi logo retirado pelo chefão Caveira. E pelo mesmo, todos são colocados enfileirados para que Dulce chupe um a um. E após obrigar Pastora Dulce a mamar gostoso na caceta de cada um daqueles meliantes, Caveira resolve bater uma deliciosa 'espanholinha' nos peitões daquela crente. Um de seus comparsas chega com um frasco contendo um óleo que seria para a Pastora Dulce ungir o seu rebanho durante alguns cultos. O mesmo óleo é passado nos peitões da pastora que ficam brilhantes e bem lisos. A mesma é obrigada a segurá-los e enquanto estes são fodidos, ela se chega contra o encosto daquele banco, onde constrangida, mantém sua face virada. E em seguida, o bandido a coloca de joelhos no chão, onde uma roda é formada a seu redor: -Aí, bandidagem, vamo ungir as teta dela com nosso leite! he he he. Caveira diz em deboche. E assim, todos se masturbam. E durante o ato, num também total deboche da parte daqueles bandidos, em coro, alguns cantam partes do refrão de uma conhecida canção cristã que dizia: 'Derrama Senhor, derrama Senhor...' E logo em seguida são despejados jatos e mais jatos bem leitosos de porra sobre aqueles peitões. Alguns erram o alvo e acertam a face ou o cabelo da mulher, mas a maioria acerta as peitolas que ficam bem banhadas com toda aquela 'gala' que escorria até seu ventre ou dava a volta, chegando às costas(no dorso). E ao término, mais uma vez, Pastora Dulce é pega pelos cabelos e levada para o banco. E lá, desta vez ela é colocada de quatro, por Caveira que segue arriando a cafona calcinha quadriculada da mesma, bem devagar, deixando à mostra o seu imenso 'panzarô' que arranca mais suspiros da rapaziada. Ele segura e estapea aquelas ancas imensas enquanto Pastora Dulce geme e faz súplicas em vão. E após muitos tapas dados não só por Caveira, mas também por alguns de seus excitados comparsas, Pastora Dulce ainda mantida de quatro, tem suas ancas arregaçadas pelas mãos de Caveira que sem querer saber de mais nada, começa a linguar a olhota daquela 'Fantástica Fábrica de Churros' enquanto aquela varoa se 'desfazia' em suas vãs súplicas. E a punheta é geral envolta da hisdrúxula cena daquela religiosa tendo o seu traseiro devorado pela boca sedenta e insana daquele bandido que o linguava bem fundo. Num certo momento, como se todo aquele escárnio e humilhação já não fosse o bastante, um bandido se aproxima e esvazia uma garrafa do vinho que seria usado na Santa Ceia, o despejando sobre o bundão de Pastora Dulce para que Caveira lambesse junto com o rabão da mulher. E nisso, outro bandido que comia um pão que também seria usado na Santa Ceia, dá um pedaço do mesmo para Caveira que o passa no cu da pastora e também o come em seguida. Suas ancas também eram mordiscadas e suas coxas lambidas. Pastora Dulce que chorosa, rezava baixinho, já não conseguia disfarçar o prazer que começava a sentir. Aqueles anos e anos em que ela fez programas, estavam querendo vir à tona com toda aquela sacanagem que ela estava sendo forçada a se submeter. -Uuugh...manabi-amanabi-manaz...ouch...macôvanachuria...! Em sua confusão de sentidos, Pastora Dulce já nitidamente extasiada, 'falava em línguas' enquanto tinha o seu rabão chuchado por aquele facínora. Todos fizeram o mesmo com ela que já completamente nua, sem a saia que ainda se encontrava dobrada envolta de seu ventre e a cafona calcinha, ambas arrancadas, já era preparada para o pior. Caveira e todos os seus comparsas eram ex-presidiários, foragidos ou sob condicional. E com isso, todos só tinham o costume de fazer sexo anal. Talvez pelo tanto tempo em que se encontravam presos, eles acabaram desacostumando com a boceta ou simplesmente não lhe davam preferência. E eles deixaram isso bem claro para desespero daquela varoa! Pastora Dulce continuava a orar baixinho enquanto os facínoras se preparavam para enrabá-la. Um princípio de túmulto se iniciava para ver quem seria o primeiro, mas claro que este seria o 'patrão', o dono da boca. Aquele outro bandido retorna com o frasco daquele óleo da unção que fora utilizado nos peitões da varoa. E com isso, Caveira, tem a pervertida ideia de também besuntar todo o traseiro da pastora com o tal óleo. Coisa que ele faz aos risos e mais estalados tapas que o mesmo dava naquelas grandes ancas. O óleo também é passado por cada bandido em seus pênis para lubrificá-los. E Caveira com sua tora também oleosa e latejante, se prepara para entochar aquele 'cuzão neo-pentecostal'. Mas ao seguir, antes de enfiar, ele para esculachar mais ainda, Pastora Dulce, brinca, estapeando-lhe as ancas, mas dessa vez com sua trolha. Ele passa e esfrega a mesma entre o ânus e perto de enfiar, se aproximando da entrada, para zuar, sopra a língua entre os lábios, reproduzindo uma onomatopéia que simulava o som de um peido. Todos riem e o bandido segue com compassadas enfiadas que vão aos poucos preenchendo aquele rabão que engolia centímetro por centímetro do que lhe era empurrado daquela trolha 'intestino' a dentro. -Uuuuh... isso é o que mais deixou saudade daquele tempo brabo em que eu era xerife lá da cadeia...he he he! Extasiado, Caveira comenta com os demais que se acabavam, abrindo aquela roda de punheta envolta. Pastora Dulce, suplicante, começa a gemer ou 'grunhir' com a pressão que começa a ser exercida em seu traseiro. Ela que há muito tempo não levava nada ali, estava 'desacostumada' e aquilo era um tanto doloroso para aquela religiosa. Aaaaai...uuuuh...manabi-amanabi...! Ela aos gritos gemia e seguia proferindo suas 'línguas estranhas' até ser interrompida por Caveira que a fortes tapas que lhe aplicava nas ancas lhe diz: Manabi de cu é rola...cala essa boca e rebola, sua puta! Nisso, além dos demais que se masturbavam, o obreiro naquela porta, já estava em sua quinta gozada. -Acha que eu não via lá da minha laje, você com esse teu cuzão cagado rebolando de um lado para outro, fazendo a cabeça dos meus soldados e da minha clientela, hã...?! Caveira lhe dizia como se a acusasse, enquanto lhe estapeava as ancas. -Vem pra cá, enche a cabeça do pessoal com tuas pregação, pra dispois voltar lá pro asfalto, pra tua casinha de reboco e varanda, pra ri de nós, né?! -Então toma..uuuh...sente a favela até o talo nesse teu cuzão cagado...aaah! Ele, extasiado, dizia tudo isso, enquanto ainda estapeava-lhe as ancas e acelerava o ritmo de suas entochadas, coisa que os anos de programa que Pastora Dulce fizera no passado, permitiu na maior tranquilidade, devido a elasticidade e dilatação que aquele orifício possuía, herdadas dessa época. Mas chorosa em suas orações em voz baixa, Pastora Dulce apenas gemia enquanto tinha o seu traseiro socado com essas estocadas que além de aceleradas e profundas, começavam a ficar ruidosas. O óleo que untava as ancas de Pastora Dulce, deixava as mesmas pegajosas, e tais 'ligas grudentas' que também se misturavam as coxas de Caveira, podiam ser vistas de longe com o choque das estocadas. O som de atrito no choque das coxas ou dos culhões contra as nádegas, também ecuavam pelo salão. A vez é dada para outro bandido que também a enraba com força. Nenhum deles ficou de fora daquele cuzão! E o suplício de Pastora Dulce só aumentava, pois todas as cacetas variavam não só de tamanho, mas também de diâmetro e tudo 'para mais'. Em muitos momentos, ela se via obrigada a com uma das mãos, afastar uma nádega para facilitar para a grossura do pau de quem estivesse lhe enrabando. O outro negro, além de Caveira que compunha o bando, assim como o 'patrão', também foi o que mais a arrombou. -Ó Senhor, por que abandonastes essa tua serva...ugh...olha o que eles estão fazendo com este cu que tu ungistes...aaaah!!! Pastora Dulce clamava desesperada, voltando a cabeça para o alto, embalada pelo atrito das socadas em seu rabo, pelo 'fap-fap' das punhetas e pelos gemidos de prazer de todos aqueles bandidos. Todos com exceção de Caveira eram bem jovens e com isso era quase impossível para aquela mulher de Deus resistir a toda aquela virilidade somada a prática com a enrabada que os tempos de 'educandário' lhes deram. E fatalmente tudo isso acabava por conseguir fazer com que ela se 'molhasse' e rebolasse um pouco em alguns momentos. Pastora Dulce não era enrabada só de quatro. Em alguns momentos, ela era obrigada a sentar de frente ou de costas para quem a comesse e num dado momento em que ela sentou-se de costas sobre um deles, ela enquanto tinha as pernas seguradas e erguidas por este, era simplesmente 'rebocada' na base da enrabada. Punhados de cocaína eram colocados e cheirados sobre as ancas da pastora e siglas da facção a qual eles pertenciam são pichadas pelas paredes do templo. Depois de a enrabarem bastante sobre aquele banco, Pastora Dulce é levada até o chão, onde aqueles facínoras resolvem todos comê-la ao mesmo tempo. E lá, enquanto era fodida por um que se mantinha sob ela, outro a enrabava e mais um outro, ela chupava. Caveria que polia sua pistola com um farrapo da saia estraçalhada da pastora, se mantinha sentado no banco observando e zuando a curra que era aplicada naquela varoa. Eles se revezavam na posição e em cada orifício que era fodido. E quando finalmente se fartam de se deliciar com aquela maravilha de varoa que era Pastora Dulcilene, a mando de Caveira, todos com os seus paus 'grudentos', impregnados com 'breubas' de todo o tipo, retiradas daqueles orifícios crentes e 'quentes' da pastora, estes ficam envolta da mesma enquanto ela é mantida de joelhos. E ali naquela roda, enquanto se masturbam, é decidido que cada um gozaria na boca da mulher para que a mesma engolisse. Pastora Dulce constrangida e indignada diz: -Vocês vão arder no mármore do infer...gulp! Mas antes que terminasse de praguejar, seguidos e cremosos jatos de porra, a interrompe, a fazendo engasgar. Cada um despeja naquela bocona, toda a porra que ainda lhe restava daquela curra. Até o obreiro que há todo tempo se manteve na porta, também fora chamado por Caveira para que também despejasse seu 'leite' ali. E ao término de todas as gozadas, sob a mira da pistola de Caveira, a varoa é obrigada a engolir tudinho e ainda a dizer que gostou. Coisa que ela faz sem encará-los, balançando sua cabeça positivamente e mantendo uma expressão de indignação. Caveira, um tanto ofegante com sua 'borracha' ainda respingando gotas de porra, se aproxima da face da pastora e zuando-a, aplica-lhe surrinhas na mesma, a arremedendo dizendo: 'manabi-amanabi'!, A língua estranha que ela proferiu várias vezes enquanto era currada pelo bando. E logo em seguida, o mesmo engatilha sua pistola e se prepara para 'passar' a irmã. A mesma se mantém cabisbaixa aos soluços enquanto aguarda sua execução. Quando de repente as portas da igreja se abrem sozinhas. E uma forte ventania ao lado de uma forte luz invade o templo. A ventania que chega a remover alguns daqueles grandes bancos, quase carrega a todos e a luz, além de ofuscar a visão de todos, consome em chamas o corpo do obreiro que havia retornado para a porta. Todos os bandidos com suas vistas ofuscadas, se espantam e engatilhando suas armas, atiram a esmo dentro daquela congregação. E é quando de dentro da luz que tomava a porta, surgem dois anjos com espadas flamejantes e que voam em direção a Caveira e seu bando. Os mesmos, espantados, ainda tentam atirar contra as duas 'entidades', mas de nada adianta e os supostos anjos decepam as cabeças de todos os marginais. Pastora Dulce, desesperada, apenas chorava encolhida num canto, até ser amparada por um dos anjos que lhe estende a mão e a ajuda a se levantar. Em seguida, ela desmaia e quando acorda, já está num hospital internada. Dias haviam se passado e em seu leito ela recebia a visita do pastor presidente da Igreja Poligonal e um delegado que quer saber o que houve naquela igrejinha da favela. E Pastora Dulce diz o que ela viu, relatando ter sido salva por anjos e que os mesmos deceparam todos aqueles bandidos. Pastora Dulce demonstrando estar fora de si, segura bem firme na mão do delegado e mantendo o olhar fixo para o mesmo e o pastor, ela diz repetidamente que fora salva pelo 'Bonde do Senhor'. E pela forma como Dulce fala, típica daqueles fanaticamente extasiados testemunhos que se dão em igrejas e também pelo possível estado de choque que se julgava que a varoa ainda pudesse se encontrar, o delegado não acreditou e desconcertado, confortou a mulher, mas preferiu ficar com o que já se suspeitava. Que na verdade o que aconteceu, foi uma possível invasão de uma facção rival que também coincidira com o atentado que a religiosa sofreu e com a chacina de Caveira e seu bando, já que os principais homens que faziam a segurança ou eram os 'atividades' do tráfico local, foram designados para currar aquela mulher de Deus.
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