terça-feira, 31 de maio de 2016

CEICINHA DA PROVI



Como era conhecida a minha querida e linda mamãe antes de se tornar Maria da Conceição 'Schlesinger' após se casar com o meu padrasto, um empresário de Família Nobre alemã, que assim que conheceu o nosso carnaval, logo se apaixonou por aquela que era a sua mais linda representante: Minha mãe ou melhor: 'Ceicinha da Provi' aquela linda passista nascida e criada no Morro da Providência, localizado na região central dessa cidade assim como ela Maravilhosa. Além de um tanto estranho, também sou suspeito para falar de minha própria mãe, mas não é só eu que falo! Praticamente todos os 'cuecas de plantão' com os quais nos encontramos quando saímos junto, não conseguem se conter e assim acabam 'mexendo' com ela. Alguns de uma forma mais respeitosa, procurando serem simpáticos e outros mais atirados já chegavam a ser bem atrevidos. Evitávamos lugares onde havia muita aglomeração para fugir daqueles tão famingerados 'sarros', além de escadarias, passarelas e até mesmo certas praias. Meu padrasto havia construído aquela baita piscina em nossa casa até para que minha mãe não tivesse muito interesse por tais locais. Mas nada disso adiantava e muitas brigas eu quase entrei para defender a honra daquela linda negra que eu acompanhava e tinha como mãe. Seu corpo era por demais escultural e por não conseguir descrever tanta formosura, para que seja fácil a compreensão, é só vocês pensarem na também deliciosa 'Maju', a 'Garota do Tempo' do Jornal Nacional, só que com muito e eu disse muito mais bunda! Em seu tempo, quando desfilava por sua 'Escola do coração', se destacava mais do que os carros alegóricos que a acompanhavam. Seu gingado somado a seu dengo, ziriguidum, telecoteco, borogodó e quantos mais nomes engraçados que se arrume para definir o que é indefinível e bom, hipnotizava a todos! Durante muitos anos anos ela desfilou a frente de uma grande escola da Zona Norte, mas várias outras escolas já disputaram pelo seu passe ou 'seus passes'! E ela era tão apaixonada por carnaval que até quando estava grávida, me esperando, ela não deixava de desfilar. Ela já estava a frente de sua escola desde de os onze anos e me teve aos quinze. E o carnaval sempre a acompanhou durante toda a sua formação, pois da parte que ela morava daquele Morro, desde bem pequenininha ela ao ouvir de longe os repiques dos 'tambores' de toda a agitação que vinha do sambódromo, dançava de longe e assim contagiava todo o seu 'beco'. Conheceu Petrus Schlesinger, meu padrasto, durante aquele carnaval que seria o seu último a desfilar por sua Escola. Mas que acabou também sendo o seu último carnaval a desfilar por qualquer escola, a 'pular', 'brincar' ou seguir qualquer bloco já que Petrus sabendo da 'delícia' que ele havia conquistado, não queria dar 'bobeira' e logo de uma forma bem diplomática conseguiu proibí-la de curtir carnavais. E apartir dali, a lendária 'Ceicinha da Provi' só poderia sambar para aquele velho e gordo alemão! Minha mãe não aceitava muito bem isso, mas por outro lado, também não tinha do que se queixar, pois o velho Petrus nos deu uma vida muito boa. Moramos no que eu diria que é praticamente uma mansão. Ela tem tudo o que quer e também me deu a oportunidade de estudar nos melhores colégios pagos da cidade. Nossa vida é muito boa, não tínhamos mesmo do que nos queixar! Quando eles já estavam há um bom tempo casados, eu já tinha 13 anos e conheci o meu amigo 'Parafal', um bandidinho que rodeava a minha escola, onde ele tinha uma namorada que era muito minha amiga e logo me apresentou a ele. E eu, aquele molequinho 'leitinho com pêra', 'filhinho da mamãe', não demorei a me afeiçoar e a me fascinar por aquele baita negão marginal e sua 'vida torta' de bandidagem. Parafal me levava para os bailes que aconteciam em sua comunidade. Coisa que eu tinha que fazer escondido já que minha mãe é bem super protetora. Ele também me ensinou a soltar pipa, jogar capoeira e até a me masturbar. Ele nã era da minha faixa, pois já tinha os seus 17 anos(incompletos) e quando eu o apresentei a minha mãe, isso logo a deixou muito cismada. De cara ela não se simpatizou muito bem com Parafal quando eu o apresentei. Aquele jeito de se expressar e se comportar, ela como uma 'cria' de comunidade, viu na hora que aquele negão não passava de um marginalzinho. Seu nome 'Parafal' que ela estranhou muito, apesar de ter achado graça, também pelo fato de ser de uma comunidade e conhecer muito bem aquele 'complicado' cotidiano, ela sabia que 'Parafal' se tratava do nome de um poderoso fuzil de assalto. Mas ao contrário de minha mãe, Parafal se simpatizou bastante com ela...melhor dizendo: se 'apaixonou' pela minha mãe ou por seu imenso 'pandeiro', aquele marginalzinho safado! Ela, também, com aqueles tão folgados vestidinhos de cetim e sainhas rodadas que ela tanto adorava usar, quem não se apaixonaria?! Ela nos deixava sozinhos jogando vídeo game ou fazendo qualquer coisa, mas a toda hora aparecia em meu quarto para levar algum lanchinho ou ver mesmo se estava tudo bem, já que Parafal não lhe inspirava confiança. Dias depois de ter conhecido a minha casa, que para Parafal foi motivo de grande deslumbre já que eu havia conhecido o 'quartinho' que ele dividia no alto do Morro com a sua avó, notei que o mesmo me perguntava muito sobre minha mãe. Ele a achou bem jovem, já que ela me teve aos quinze anos e também notei que ele já ficava bem indiscreto com suas perguntas, demonstrando nitidamente estar interessado na minha 'Rainha do Carnaval'. Ele se mostrava bem intusiasmado e até 'se convidava' a voltar lá em casa. E eu já entendendo as 'intenções' do negão, tentava de uma forma bem tranquila 'cortá-lo', mudando de assunto. Eu não tinha o costume de levar colegas lá para casa e levando em conta o mulherão que minha mãe é, eu já deveria esperar por algo assim, mas a pulga atrás da minha orelha não saía! Petrus vivia viajando para a Bavária, onde existia boa parte de seus negócios e assim minha mãe e eu ficávamos bastante tempo sozinhos. Os dias se passaram e mais uma vez levei Parafal lá pra casa. Nesse dia havia se passado um bom tempo desde que o velho Petrus havia viajado. E era nítida a angústia de minha mãe ao telefone querendo saber quando o seu velho e querido marido voltava. Ela recebe Parafal com a mesma desconfiança de sempre, mas dessa vez até que ela fora bem mais simpática, chegando a caprichar nos quitutes que ela aprendeu a fazer com as receitas de sua velha avó baiana. E que lhe renderam em altos elogios, nitidamente suspeitos e com segundas intenções, feitos por Parafal, que a deixava toda lisonjeada e 'corada'. E em seguida quando ela sai do quarto, não pude deixar de reparar a olhada descarada que o marginalzinho deu para a bundona de minha, chegando até a se abaixar para tentar ver embaixo da leve 'túnica de seda' que ela trajava. E ela devido aos seus tantos carnavais quando andava normalmente, se rebolava sem sentir, 'naturalmente', por força de seu 'hábito carnavalesco'. E ao notar isso, dei uma 'cutucada' no safado, chamando a atenção do mesmo para o game que jogávamos e assim ficamos pelo resto da tarde. Quando chegou a hora de Parafal ir embora, minha mãe ainda estranhamente se mostrando hospitaleira, diz que Parafal poderia voltar quando quisesse e se despedindo, chegou até a dar-lhe dois beijinhos que chegaram a me dar certo 'ciuminho'. E depois daquilo, Parafal já não conseguia mais esconder sua empolgação. E o crioulo queria porque queria voltar mais vezes lá em casa! Como eu já havia dito, foi com Parafal que eu me aprofundei na arte da masturbação. Durante as ausências de sua avó em seu barraco, nós ficávamos horas tocando punheta enquanto falávamos sobre as meninas e até professoras de minha escola. Mas confesso que quase não conseguia me concentrar na minha 'bronha', pois a pica gigantesca de Parafal, era algo assustador para mim, que só conhecia a minha 'tripinha' na época. E aquelas punhetas daquele neguinho pareciam ter ganho um 'sabor especial'. Tava na cara que a minha mãe e aquela bundona dela 'estavam ali' no meio de todo aquele 'ritmo frenético', além do ruidoso 'fap-fap' que aquela trolha fazia. Durante a 'sessão de bronha', ele não admitia, mas ao término, ele não se segurava e acabava fazendo mais daqueles 'suspeitos' comentários ou perguntas que ele adorava fazer sobre minha mamãe. Mas dessa vez já não suportando o descaramento dele, eu tive que chamar-lhe a atenção e pedir para que ele deixasse um pouco a minha mãe de fora de nossas conversas. Afinal, por mais amigo meu que ele fosse, ver um negão com o 'tipo de vida' que ele levava e uma piroca daquela, falando muito de sua mamãe novinha e bunduda e que na maioria das vezes se via sozinha naquele nosso casarão...! É melhor nem pensar! O velho Petrus retorna, mas não demora ele tem que viajar de novo! E com isso sobravam coisas ou tarefas na casa que só mesmo um homem com razoável força, coisa que eu ainda não possuía, poderia realizar. Éramos apenas eu, minha mãe e Alcina, nossa empregada. E nenhum de nós, mesmo juntos, tínhamos força para mover determinados móveis ou então, eu que também não tinha qualquer conhecimento para consertar ou colocar no lugar determinadas coisas que apresentavam problemas. Mas quando reportei tais coisas a Parafal, o mesmo logo se prontificou a ir até lá em casa para nos ajudar. E assim, o negão logo 'subiu no conceito' com minha mãe que chegou a lhe oferecer um dinheirinho pelo serviço prestado, mas incrivelmente o mesmo, talvez, por média, não aceitou. E ganhando mais daqueles 'melosos' beijinhos em sua face, Parafal sem querer, acaba de se tornar um 'marido de aluguel' de minha mãe. E assim passara a resolver qualquer tarefa daquelas, na ausência do velho Petrus. Este retorna de sua vigem e após matar saudades de seu velho marido, minha mãe combina com o mesmo que no domingo daquela mesma semana gostaria de fazer um 'churrasquinho simples' à beira da piscina e que também gostaria que ele participasse, já que ele como alemão, sabe preparar como ninguém 'aquela' linguiça na grelha! E como sempre com a maior boa vontade do mundo com a sua querida esposa e com seu 'carregadíssimo' sotaque alemão que piorava toda a vez que o mesmo viajava, ele concorda. A pedido dela, convido Parafal para o evento e o mesmo aceita sem pestanejar e chegando quase a 'pular de alegria'. Afinal, ver aquela nega de biquíni, aqueles seios, aquelas curvas e ancas... ele que já mais do que babava por aquela 'Fantástica Fábrica de Churros'...! O domingo chega e lá estamos no churrasco. E minha mãe...ah, minha mãe...! Ao tirar sua canga estampada 'tipo' a bandeira da Jamaica, antes de entrar em nossa imensa piscina, a visão não poderia ser melhor! Parecia que ela havia feito de propósito, pois ela escolheu o seu melhor e mais sexy biquíni! Era um biquininho com estampas 'tribais' que remetiam a África. Ela comprou aquele jogo de biquíni numa viagem que fizemos para o caribe e pouquíssimas vezes eu a vi usar. Ele só era usado quando íamos para praias mais reservadas e tínhamos momentos mais fechados com a família. E quando ela apareceu, todos os homens ali presente ou seja: eu, Petrus e Parafal ficamos boquiabertos! Até mesmo as 'linguiças' que Petrus assava pareceram se enrijecer diante daquela 'Sereia Bantu'! E assim que ela mergulha, sem perder tempo, o tarado Parafal segue atrás dela onde a agarrando dentro da piscina sob os risos da mesma, os dois começam a brincar como duas crianças ou mesmo, 'namorados'. Petrus, muito cuca fresca se preocupava com suas linguiças, mas eu naquela cadeira estava bem ligado no que já estava acontecendo ali dentro d'água. O imenso 'pandeiro' de mamãe era o principal alvo da 'baqueta' daquele negão que quase perfurava a sua 'pele' com as descaradas sarradas que o mesmo lhe dava. No aparelho 'Micro System' que tocava CDs, o pagode 'comia solto'. E quando toca uma música que minha mãe gostava muito, a mesma sai logo da piscina de mãos dadas com Parafal para que o mesmo a acompanhasse numa dança. Petrus não sabia nada de dança, muito menos de pagode ou samba. E tranquilo, ele até ria enquanto Parafal, passava a mão aqui, ali ou até já mantinha tranquilamente a sua mão sobre a bunda de minha mãe. Petrus não deveria ser da Bavária, mas sim de um 'outro planeta'! Ele parecia não fazer a mínima ideia do que podia acontecer ou já estava acontecendo ali! Enquanto ele se preocupava com suas linguiças naquele 'grill', sua mulherzinha de '28 aninhos', quase 'trinta a menos' do que ele, já se esfregava sem parar no 'chouriço' daquele crioulinho que nem barba ainda tinha e que quase a enrabava na sua frente. E quanto mais se bebia daquelas latinhas de cerveja importadas da Alemanha que Petrus não abria mão de trazer, mesmo que na base do contrabando, mais aqueles dois aumentavam o 'açanhamento'. Aqueles risos já escandalosos de minha mãe, aquilo não iria acabar bem! E Petrus, parecia que a cerveja o deixou trouxa...! Eu precisava fazer alguma coisa e então eu fiz! Desliguei o aparelho e a música, para o protesto dos dois que logo 'baixaram o fogo' não ouvindo mais aquela 'pagodada'. Não demorou, o churrasco chegou ao fim. E alguns dias depois, lá vai Petrus de novo para mais uma viagem! Vou para a escola e deixo minha mãe sozinha em casa. Neste dia era folga de Alcina. Volto para a casa mais cedo para supresa de minha mãe e assim que entro na sala quase que a flagro se masturbando diante da TV. A mesma se desconcerta e rapidamente tenta se cobrir com as almofadas do sofá. Ela disfarça me perguntando o que houve e eu também bem sem graça por saber o que ela estava fazendo ali, explico que um dos professores não havia ido. Ela muda de conversa e me pergunta sobre Parafal, mas que estranhamente ela chama de 'Sebastião', o seu verdadeiro nome. Estranho, mas lhe respondo dizendo que ele está bem, mas ao me ver chamá-lo de Parafal, ela me chama a atenção dizendo para que eu não o chamasse assim já que ela achava esse apelido 'horroroso'. E então ela me pede ou 'manda' que eu o chamasse de Sebastião ou 'Tião' que era o seu nome conforme o próprio havia falado para ela durante o churrasco. Eu obviamente estranhei e também não gostei muito dessa intimidade dela com o meu amigo. E em seguida, a mesma continua, pedindo para eu chamar Parafal... ou 'Tião' como ela mesma havia dito, para assistir a um filme em nossa casa. E eu já meio cismado com essa insistência dela por Parafal, não demonstro muito entusiasmo, mas faço o que ela me pediu. E em seguida, alegre ela 'quebra' logo o meu siso, me puxando pelo braço e me levando até ela naquele sofá onde me deitando sobre seu colo, começa a me fazer cócegas na barriga que inevitavelmente me arrancam vários risos. O dia chega e o filme escolhido foi 'Tropa de Elite', que era uma febre na época! Todo mundo tinha uma cópia daquele filme, mesmo que 'pirata' e com a gente não foi diferente. Minha mãe com a ajuda de Alcina, preparou logo aquele bandejão de pipoca e assim, juntos no sofá começamos a assistir ao filme. Ficávamos tensos, riámos e eu não deixava de notar, minha mãe se encostar em Parafal, dar-lhe tapinhas e se despojando mais naquele sofazão que nós três dividíamos, chegou até a colocar uma das pernas no 'colo' de Parafal. Mas nos momentos de tensão do filme era que mais ficava evidente a 'condição' que mamãe estava dando para aquele neguinho, chegando ainda mais próxima dele e até mesmo o abraçando rapidamente. E o mesmo também não deixava escapar a chance de tirar sua 'casquinha'. Num dado momento percebi que ele colocou sua mão sobre o encosto e envolta da cabeça de minha mãe para assim disfarçadamente ir abaixando até conseguir abraçar sua nuca. E eu quase engasgava com o descaramento daqueles dois. Aquilo não podia ser mais inocente! Ela se impressionava bastante quando Parafal dizia o nome de cada arma que aparecia no filme, as comparações de certas cenas com o seu cotidiano na favela e também alguns exageros de outras cenas. Minha mãe sendo também uma 'cria' de comunidade, empolgada, também trocou suas experiências com o mesmo. Aqueles dois se identificavam bastante. Tinham muito em comum, para o meu desespero e o da 'testa' do velho Petrus tão distante lá naquela Bavária dele! E quando o filme acaba, noto que o descaramento de minha 'coroa' só havia começado. Ao levantar para pegar o controle remoto que estava em cima da mesinha de centro, a safadinha que na ocasião usava uma sainha de couro toda plissadinha azul-marinho e que devido ao tempo em que ela estava sentada ficou com as barras meio 'empinadinhas' e assim sem nenhuma 'necessidade' e nitidamente 'proposital', ela se abaixou 'toda' na frente de Parafal que para delírio do mesmo, pôde contemplar e acho que até mesmo sentir o 'cheiro' de sua ínfima calcinha com estampa de zebrinha e cuja 'tirinha' rendada era cor-de-rosa. E eu sei de tudo isso porque também inevitavelmente vi! E nessa hora, já achando que foi demais, eu chamei a atenção dela. Mas incrivelmente, ela nem ligou e até riu olhando para Parafal que retribuiu sorrindo como se até já existisse algum tipo de cumplicidade entre os dois. Dias depois apareceram mais servicinhos para Parafal fazer lá em casa. E ele sob os elogios ou 'pagações de pau' por parte de minha 'mamãe piriguete' ajeitou tudo o que ela pediu. Ele tentou recusar o pagamento mais uma vez, mas minha mãe insistiu e assim ele acabou aceitando e ao agradecê-la sob beijinhos, noto que ele a chama de 'Ceicinha'. O seu apelido dos tempos de 'avenida'! A intimidade entre aqueles dois estava tremenda! Eu pensava já mais do que cismado. E quando vou ao banheiro, onde ele também consertou um cano que havia soltado, ao olhar sem querer para uma linda camisolinha rosa-shocking que mamãe tinha e que se encontrava sobre o cesto de roupa suja. De longe pude notar uma longa 'faixa' meio leitosa que eu não tive dúvidas: era sêmen! Aquele crioulo havia gozado naquela peça de roupa da minha mãe! E enfurecido, apertando aquela linda camisolinha com a mão, ao lavá-la na pia, acabei resolvendo não falar nada para mamãe, mas com certeza iria tirar satisfações com aquele marginalzinho. E foi o que fiz! No dia seguinte na frente da escola o encontrei conversando com um grupinho tranquilamente. E quando me aproximei antes que ele viesse com aquele seu sorriso safado, me cumprimentar como se não tivesse feito nada. Eu já saí lhe socando. Ele fica sem entender enquanto era atacado por mim, mas vendo que já levava a pior, o mesmo reage e com sua maior força e mais aprofundados conhecimentos de Capoeira, quem acaba se dando mal sou eu, levando uma tremenda surra. E ao final para me afrontar e me humilhar ainda mais sobre meu corpo todo arrebentado e quase desfalecido debruçado na calçada, ele se aproxima e perto de meu ouvido de uma forma bem odiosa, diz que 'esporrou na camisolinha da minha mãe mesmo e que na próxima, a gozada seria dentro daquele cuzão cagado dela'. E em seguida ele sai correndo dali ao ver que o tumulto chamara a atenção de toda a escola. Ao chegar em casa todo arrebentado, minha mãe toma um baita susto, me perguntando o que aconteceu. Eu lhe conto tudo e ela até chega a duvidar que 'Tião' como ela gostava de chamá-lo, fez aquilo. Mas por mais triste que lhe parecesse, era essa a verdade e ela se viu tendo que aceitar. Mas, inacreditavelmente, ela ainda tentava aliviar a barra daquele marginal, tentando de uma forma bem 'meiga' conforme o seu jeitinho, me explicar que rapazes da idade daquele 'bandido', costumam fazer o que aquele safado fez na sua camisolinha. Eu fiquei perplexo ouvindo aquilo! Estaria minha mãe mesmo 'de quatro' por aquele bandidinho? Eu pensava sem ter resposta para o que eu acabava de ouvir dela que finalizava me fazendo um carinho, chegando a beijar em uma das escoriações de minha face. Mas também, ela diz que queria ter uma conversa com Parafal. Mas eu, sabendo o marginal que aquele indivíduo era, peço para ela deixar para lá! Mas ela insiste, me pedindo o número do celular(roubado) dele. E ao lhe dar o número, ela liga, mas só dava 'fora de área'. E então em seguida ela pede o telefone dos pais de Parafal. Pais que ele não tinha, pois morava com sua avó, sua única parente. E o telefone desta, eu não tinha e nem sabia se eles 'tinham' telefone fixo, tamanho a pobreza em que aqueles dois viviam. E assim o assunto morreu por uns tempos, mas ficou 'em aberto' a vontade de minha mãe de conversar com aquele 'marginal que surrou o seu filho'. Minhas relações com Parafal foram cortadas e durante algum tempo, eu fiquei sem saber qualquer notícia dele. Minha mãe me matriculou num cursinho profissionalizante que faria depois da escola num bairro próximo da mesma. Eu estudava à tarde e quando fazia esse cursinho, num dia específico, eu demorava um pouco mais para chegar. E foi num desses dias que me deparei com uma das cenas mais traumáticas e loucas da minha vida. Já eram mais de oito horas da noite, peguei um baita trânsito como de costume, ao voltar daquele curso e ao chegar em casa, noto algumas luzes apagadas ou meia-luzes acesas. Um certo silêncio. Estranho e entro bem devagar, sigo andando e próximo a sala noto no chão, roupas que algumas não reconheço, mas outras reconheço muito bem! Uma delas se tratava de uma daquelas 'túnicas' ou vestido de seda da minha mãe, lindo, importado e caríssimo que se encontrava naquele chão e todo estraçalhado como se fosse um 'pano de chão' qualquer. Outra roupa era uma daquelas calcinhas 'fio dental' dela e que também se encontrava arrebentada. E seguindo mais adiante pelo corredor, ouço algo parecido com gemidos e mútuos e já próximo da sala, quando olho para frente, pasmo com o que vejo. Minha era selvagemente fodida por Parafal, aquele bandido que sexualmente a 'devorava' como se ela fosse uma vagabunda qualquer. Nesta hora fico estático, em choque com o que vejo. Sob aquela meia-luz naquele sofazão, ela gemia enquanto de costas para mim sentava e rebolava sobre o pauzão daquele marginal. Eu não sabia o que fazer e com os meus pensamentos confusos, o que tento concluir era que pelas roupas rasgadas pelo chão, aquele bandido invadira a nossa casa e estava ali a estuprando...mas isso também não era...! Poderia estar acontecendo tudo com ela ali, menos um estupro. Por mais selvagem que aquela foda parecesse, aqueles gemidos eram nitidamente de prazer e como eu já havia dito, ela rebolava enquanto 'cavalgava' sobre aquele infeliz! Então conclui que ela deve ter insistido em ligar para o celular do mesmo até que conseguiu e ao marcarem de se encontrar ali em casa para ela ter a tal 'conversa' que ela ficou de ter com o mesmo, acabou dando naquilo. Tudo isso eu tentava pensar ao mesmo tempo em que não acreditava e até me sentia 'traído' por minha, seja qual fosse o motivo que levou àquela transa ali. Eu pensava em reagir, indo lá para tirar aquele facínora que agora estava em cima dela, mas não conseguia! Ver aqueles dois trepando, além de estranhamente excitante, foi 'hipnótico'! Aquela ali não era mais a minha mãe, mas sim uma puta das mais rameiras e mais profissionais do ramo! E eu, encolhido naquele canto do corredor para que não me vissem, não sabia 'quem estava comendo quem'! Ela agora estava 'de quatro' e o 'som do atrito' de suas coxas quase abafavam os gemidos de minha mãe e dava para serem ouvidos perfeitamente de onde eu estava. Foi demais para mim! Eu que naquela idade, o máximo que conhecia sobre sexo era o que eu via escondido nesses sites da Internet ou em DVDs que algum colega mais velho me emprestava...estava ali, vendo ao vivo e à cores aquela que não era mais a minha mãe e sim uma verdadeira pantera sendo devorada por aquele marginalzinho espadaúdo e pirocudo! Meu pauzinho 'moreno' quase furou a bermudinha do meu uniforme de tão duro e não mais resistindo, comecei a me masturbar ali mesmo naquele corredor enquanto assistia àquele 'espetáculo de Sodoma' promovido pela minha própria mãe! Simplesmente me acabei, vendo tudo aquilo! E quando penso que não poderia ter mais sacanagem, noto que Parafal banhado em suor, assim como mamãe, deu uma certa 'pausa'. Mas quando a tal pausa foi dada, o mesmo acaba sendo bombardeado por muitos protestos e xingamentos de minha mãe que o manda voltar a fodê-la rapidamente. Mas essa pausa não era de 'brochura' ou esgotamento, mas sim para que o mesmo cospisse em sua própria mão para em seguida levá-la até seu imenso pau onde o besuntara ou lubirficaria com o seu cuspe para seguir com o que seria o 'próximo passo' de toda aquela sacanagem. Mas antes de tudo, para enlouquecer de vez aquela devassa que eu nem imaginava que tinha como mãe, ele ainda praticamente 'enfiou' a sua cara em toda aquela 'abundância' que ela tem como bunda, onde ficou a esfregando enquanto deliciosamente 'libava' a olhota daquele 'frondoso' traseiro dela. E ele também brincou 'estapeando' as imensas ancas de mamãe com aquela jeba. -Achou que eu ia deixar esse teu cuzão cagado me escapar, né, sua puta?! Eu pude ouvir perfeitamente de onde eu estava, aquele marginalzinho safado dizer para a minha linda mãezinha, da forma mais cafajeste enquanto batia nas suas duas nádegas com aquela sua também imensa rola. E a safada se mantendo de quatro naquele sofá, soltava risinhos e rebolava enquanto aquela 'baqueta borrachuda' daquele crioulo fazia suas ancas de 'surdo'. E logo em seguida, Parafal iniciara uma coisa que mesmo da certa distância em que eu estava e apesar da pouca luz daquele abajour, pude ver perfeitamente que se tratava de uma 'enrabada'. Como aquele crioulo havia me 'prometido', ele realmente iria comer o cu da minha mãe e assim já fazia para o 'suplício' da mesma e o meu delírio. E ela gritava coisas obcenas para incentivá-lo a fodê-la, além de colocar sua mão para atrás e puxá-lo contra o seu lindo corpo para que este o fizeste ainda melhor. -Come o meu cu...me enraba, bandido...isso...me invade com o teu Bonde...uuuugh! Eram, dentre tantas, as obcenidades que ela gritava enquanto tinha o seu rego socado por aquele marginal. Em muitas de suas histórias, Parafal já chegou a me dizer que já havia sido 'preso' por algum tempo em uma instituição para menores e que durante esse período, chegou a ser 'xerife' de sua cela. E isso fazia daquele bandidinho, praticamente um 'douto' na 'arte de enrabar'. Ele também variou nas posições em que enrabava aquela puta que eu tinha como mãe! E não foi só isso! Também os vi se beijando apaixonadamente, a vi tocar punheta, levar 'surra de pau' na cara, mamar muito gostoso e levar chupadas inclusive em seu rego. Aquele marginal filho da puta do Parafal, simplesmente e realmente 'estuprava' minha linda mãezinha com o consentimento dela. E quando gozou, coisa que fizemos quase ao mesmo tempo, já que eu esfolava o que ainda restava de minha 'fimose' enquanto os observava; um de seus densos, leitosos e longos jatos despejados 'para fora de minha mãe', foi direto na parede onde havia o brazão da 'Família Schlesinger' pintado e onde ficou escorrendo enquanto os dois de uma forma bem odiosa ficavam rindo como se debochassem indiretamente do tão distante Petrus que em sua querida Bavária nem imaginava o que acontecia em sua casa e com sua linda e vagabunda esposa. É quando noto que minha mãe olha em seu 'reloginho' rolex em seu pulso e a escuto dizer que 'eu já deveria estar chegando'. Ela rapidamente manda Parafal se recompor, o mesmo o faz procurando sua calça e vendo tal movimentação, eu saio bem depressa daquele corredor e vou me esconder no quintal, onde fico atrás daqueles 'arbustos paisagísticos' do jardim que Petrus mandou projetar, até que ela se livre de Parafal. E ao fazê-lo, ainda dou mais um tempinho até finalmente adentrar a casa e fingir não saber de nada. Eu preferia que pelo menos até então, ela ou eles não tivessem ideia de que eu sabia da sacanagem dos dois. Minha mãe já recomposta das pirocadas que levou, me recebeu radiante, parecendo uma adolescente que tivesse tido sua primeira vez. Ela sorria e não demonstrava qualquer culpa ou arrependimento. Era óbvio que aquela foda se repetiria! Eu pelo contrário não consegui disfarçar minha consternação com o cinismo dela apesar de ter também me excitado muito com o que havia visto naquela sala. Noto que as roupas rasgadas que eu via espalhadas pelo chão haviam desaparecido dali. E até o brazão da Família Schlesinger parecia ter sido limpo e com 'detergente'. Dias após, tudo seguiu tranquilamente. As transas não eram todos os dias, mas sim quando eu tinha o meu curso. Ela devia calcular que este seria o melhor dia, pois eu me atrasava com o trânsito na maioria das vezes. E continuei 'silenciosamente' flagrando os dois. E eles trepavam ou 'se comiam' de forma majestosa! Mas dessa vez, prevenido com o meu celular carregado, consegui filmar algumas cenas. Havia um 'biombo japonês' que ficava sempre dobrado atras do sofazão onde eles fodiam e aquilo dava um cárater mais 'cinematográfico' para a coisa toda. Mas com certeza ficaram uma porcaria tais filmagens já que com uma das mãos eu filmava e com a outra me punhetava. Durante as ausências de Petrus e por várias semanas foi assim. E em nenhuma das vezes eu me lembro de ver aquele marginalzinho usando 'camisinha'. O risco de minha mãe me dar um 'irmãozinho' com aquele calhorda era imenso e também me excitava bastante. E num desses dias aconteceu de eu ser notado por Parafal enquanto o mesmo se mantinha por cima dela enrabando e mantendo-a de quatro como uma 'cadela'. Mas incrivelmente, aquele marginal nem se abalou. E se mostrando o bandido que era, como se me afrontasse, ele além de dar fortes tapas nas ancas de minha 'suplicante' mãe, me fitava como quem dizia: 'olha só o que que eu faço com a sua mamãezinha'. Nessa hora fiquei estático e até tive que sair daquele corredor. Petrus retorna da viagem e além de nem imaginar nada do que ocorreu, também nada nota apesar de minha mãe estar bem serelepe e fogosa. Parafal e sua trolha grossa, 'veiuda' e 'quilométrica', fizera um grande bem para a minha mãe. Vê-los trepar era algo não só excitante, mas também 'poético'! Ver minha querida mamãezinha chupando aquela pirocona e gemendo daquela forma tão 'mimosa' como ela fazia...sem falar daquela 'fartura' que ela também possuía na forma daqueles seios que já me alimentaram um dia e que estavam ali 'alimentando' a sanha tarada daquele marginal que além de praticamente devorá-los mamando-os, também os 'fodia' colocando a sua trolha entre eles! Aqueles dois eram verdadeiros artistas ou 'bestas-feras' sedentas e feitas um para outro! Parafal com aquela jeba e minha mãe com aquela 'abundância'...! Quando Petrus seguia para a Bavária era o 'chouriço' de Parafal quem 'cantava' lá em casa. E as transas começaram a ficar mais ousadas. Eles já começavam a transar no quarto de minha mãe e Petrus e sem quererem saber se eu ou Alcina estávamos ou não, dormindo em nossos quartos. E numa dessa ousadas transas que se davam sempre pela madrugada afora, eu resolvo levantar para ir beber água. E ao passar pelo corredor, me aproximo da porta do quarto de mamãe para ouvir o que eu já sabia que rolava ali. E ao encostar meu ouvido nela, noto que os gemidos femininos pareciam 'duplicados' e também parecia que haviam 'três pessoas' ali dentro. E então abro um pouco a porta que só estava encostada e me espanto ao ver não só minha mãe nua e de quatro sobre a cama, mas também Alcina que levava alternadas enrabadas de Parafal que revezava entre as duas. O motivo do meu espanto não era só com a disposição e gula daquele negão tarado, e nem só pelo fato de Alcina ter também 'entrado na dança', mas também pelo fato de Alcina, aquela paraibana 'arretada', de 45 anos, casada, mãe de 8 filhos, a maioria já 'criados' e assídua frequentadora daquela Igreja que é espalhada por quase todo o 'universo', também estar ali sendo violentamente penetrada naquele seu também imenso rabo 'amarelo'. E ao longo dos dias e meses aquelas fodas ardente ou 'hard' mesmo, continuavam. Minha mãe parecia 'viciada' no sêmen daquele delinquente! E sua loucura era tamanha que até mesmo envôlta numa grande bandeira da Bavária que Petrus tinha, eu já cheguei a vê-la sendo comida. E foi assim mesmo que ela foi flagrada pelo próprio Petrus. Minha mãe não contava que ele desisitiria de uma daquelas suas tantas viagens para o seu país de origem. Ele que fazia tanta questão, viu o seu voo ser cancelado devido ao mal tempo daquele dia e por não conseguir ligar para casa, ele chega repentinamente, flagrando Parafal e minha mãe ou melhor: minha mãe em Parafal engatada cavalgando no sofazão e ambos cobertos com aquela bandeira. A reação de Petrus não foi outra. E o desespero do alemão, acordou a mim e Alcina que tenatamos impedir a luta entre ele e o neguinho, mas que na verdade nem chegou a acontecer, pois Petrus com o choque que teve com a cena que viu, começou a passar mal e em seguida morreu de um infarto fulminante. Minha mãe nua sobre o corpo de Petrus, chorava e já nem se importava que eu a visse daquele jeito ou 'descobrisse' daquela forma sobre o seu jovem amante que apático, se mantinha observando a tudo também nu e com sua pica ainda 'respingando'. Eu fiquei em choque com tudo aquilo e ainda mais pasmo com a certa frieza de minha mãe que assim que secaram suas lágrimas, também contando com a cumplicidade de Alcina, totalmente influenciada ou 'levada' por ela, começou a 'bolar' como se sairia daquela situação. Parafal não era o único 'bandido' que se encontrava ali e eu com os apenas com os meus '13 aninhos', não tive nenhuma escolha a não ser a de concordar com o pacto que foi feito e que era para que nada do que havia ocorrido naquela sala saísse dali. Minha mãe deixou de ver Parafal que teve um destino ignorado após aquilo e que com certeza caiu de vez na vida do crime e teve algum fim trágico. Minha mãe como eu já imaginava, engravidou de Parafal, dando a luz a uma linda menininha, como ela sempre sonhou; minha 'meia-irmã'. Alcina também engravidou daquele marginal e foi embora lá de casa esperando gêmeos como dizia a carta que ela mandou da Paraíba. A família de Peturs, tão longe, lá na Bavária, soube vagamente do que aconteceu e pareceu não ligar muito, pois parecia que o velho andava dando alguns 'rombos' na empresa. E ao se esclarecer tudo isso, mamãe como herdeira, se apossou do que lhe era de direito e desde então nossa vida seguiu como no passado ela seguia à frente dos carros alegóricos naquela avenida e como seguem os 'blocos da vida' e seus tantos carnavais.

COMISSÃO DA VERDADE


Desde de que foi instaurada e sancionada pela atual presidente, essa comissão aborda e procura apurar e esclarecer fatos, além de punir possíveis ex-torturadores a serviço de orgãos repressores do estado na época da 'revolução', ou dos 'anos de chumbo' do famingerado e mais sombrio período de nossa política, a 'ditadura militar'. E lá, convocada para prestar mais depoimentos,estava Adélia. Hoje uma professora aposentada de 74 anos, mas que em 1972 fora detida por agentes da 'polícia política' da época, acusada de ter relações com as atividades 'terroristas' de seu marido, hoje desaparecido, Jarbas ou 'Companheiro Miguel', o seu codinome ou alcunha dentre os outros guerrilheiros do 'Movimento Revolucionário'. Adélia está nervosa, trêmula e até pálida. Já que numa daquelas bancadas da comissão dois de seus inquisdores ainda vivos estavam presentes e cinicamente a fitavam. E ao olhá-los, em sua cabeça tudo voltava e era até possível para a mesma sentir e 'ouvir' o barulho das fortes 'entochadas' que levava por trás naqueles porôes sujos. Aquelas chupadas e baforadas em seu cangote, além de todo o terror que lhe faziam. Toda a solenidade então é feita,todos se acomodam em seus lugares e a hoje velha professora Adélia ou 'tia Adélia' como era chamada por seus aluninhos e sarcásticamente por seus torturadores, começa a falar. A sua fala sai com um pouco de dificuldade devido ao nervosismo, mas tudo é devidamente anotado e quando a mesma o faz, na sua cabeça volta um 'filme' ou melhor, uma 'poenochanchada' que nem o mais pervertidos dos diretores poderia imaginar. Em 1972, Adélia era uma professorinha de jardim de infância e que levava uma vida bem pacata. Morena clara de corpo esguio, cabelos longos encaracolados, no alto de seus 30 anos e moradora do subúrbio com o seu marido Jarbas que até então ela nem imaginava o que ele verdadeiramente fazia. Jarbas era muito ausente, fazia grandes e demoradas viagens. Ele se dizia funcionário de uma multi-nacional e com isso enganava a mulher e despitava a repressão para por em prática a sua militância. Adélia nada tinha a ver com esses assuntos. Ela seguia dando aula naquela escolinha bem próxima de sua casa, gostava de cantores como Paulo Sérgio, Antônio Marcos e de programas como o do Chacrinha. Uma cidadã acima de qualquer suspeita. Só umas poucas vezes há alguns anos atrás ela participou de algumas passeatas. Coisa que ela fez quase que carregada por algumas amigas e sem fazer a mínima ideia de que já estava sendo monitorada por agentes do governo. Até que num certo dia enquanto dava aulas na escolinha, a mesma se viu interrompida pela diretora que a pediu que ela a acompanhsse até a sua sala. lá chegando haviam dois homens se dizendo agentes do governo e que queriam que a mesma a acompanhasse. Adélia estranha, tenta argumentar mas acaba se vendo forçada a seguir com aqueles homens sinistros trajando ternos e óculos escuros. Adélia segue sendo conduzida até a saída da escola onde uma 'Veraneio' preta aguardava o trio. Chegando lá, ao subir no veículo com os homens, a mesma ao invés de ir na 'caçapa' como comumente se faz com os detidos, ela se vê tendo que ir sentada no colo de um daqueles homens(o que ia no banco do carona). Ela se indigna e reluta com o abuso, mas quando eles vêem que a exaltação da mulher já começava a chamar a atenção, um deles a pega pelo braço e em tom de ameaça a adverte: - É melhor, a professorinha ir 'começar cooperando', senão a gente levanta esse teu saião fedorento e te enraba aqui mesmo na frente dos teus aluninhos!(ele pega e solta rapidamente a barra da saia dela ameaçando levantá-la nesse instante) Adélia se vê intimida e constrangida abaixa a cabeça e segue sentada no colo do 'carona' onde é vendada pelo mesmo seguindo assim viagem até o quartel onde seria interrogada. E lá após ter a venda retirada, Adélia é bruscamente jogada contra a cama de uma cela bem escura. Ela sem entender sua 'prisão' e bastante indignada protesta aos berros, mas é ignorada pelos dois agentes que trancam a cela e a deixam ali por horas. Neste tempo Adélia fica reparando todo o ambiente, nada comfortável ou higiênico. E dali ela também podia ouvir e se espantar com os gemidos de dor e a agonia de outros detidos que eram torturados numa sala não muito distante dali. Até que passado algum tempo, eis que surge um sentinela, um 'soldadinho' bem novo que a conduz com certa truculência para uma outra sala. Chegando lá, o quadro era ainda mais assustador. Era um verdadeiro 'calabouço' onde atrás de uma escrivaninha improvisada, um homem fardado que parecia um ofical, a aguardava com uma máquina de escrever. Adélia é bruscamente jogada contra a escrivaninha, e ao ver isso, aquele ofical loiro, bonito e simpático, rapidamente se levanta daquela mesa, vai ajudar a mulher, repreende o recrutinha e o manda sair dali. O mesmo o faz e ainda a-amparando, aquele oficial que se mostra bastante simpático, se desculpa e começa a fazer-lhe elogios. Adélia trajava uma blusa de botões branca, uma saia longa rodada com estampas chevron e botas pretas. O simpático oficial elogia a vestimenta da mulher e faz alguns comentários sobre se ela dar aulas, faz compras ou vai a igreja com a mesma roupa; se é o marido da mesma que a veste,há quanto tempo ela dar aula e por aí vai. Adélia se recompõe e ainda estranhando aquilo tudo, pergunta o que eles querem com ela. E já mudando um pouco o tom, o oficial fala sobre as investigações e as conclusões que o serviço de informação chegou a respeito de seu marido, que dentre outras coisas era suspeito de ser responsável por vários atentados e assaltos a banco que haviam ocorrido na cidade há alguns anos. Adélia estranha tudo isso e responde dizendo que o seu marido era funcionário de uma multi-nacional e que há muito tempo que ele se encontra ausente do páis. E não acreditando em nada disso o oficial vai até a sua mala e pega uma foto que o serviço de inteligência tirou de Jarbas ou 'Companheiro Miguel' durante uma reunião do Moviemnto Revolucionário que o mesmo participara. Adélia soluça e fica pasmada com a revelação, pois, jamais imaginara que Jarbas teria algum envolvimento nisso. Nesse momento o 'oficial galã' já vai deixando a simpatia de lado e a segurando pelos braços num tom mais ríspido ele pergunta: - Então, qual é a localização desse terrorista e a corja dele, fala, puta?! Adélia amedrontada gagueja respondendo que não sabe, que ela é só uma professorinha e que isso tudo é novidade para ela. É quando o oficial grita chamando o recruta que fazia sentinela do outro lado da porta:- Soldado! O tal 'soldado' rapidamente adentra a sala e o oficial completa: - Dá uns amassos na potranca aqui pra vê se isso refresca a memória dela! Nisso o 'soldadinho' rapidamente agarra Adélia e começa a beijá-la e sarrá-la freneticamente enquanto atrás da escrivaninha, cinicamente o ofical tenta escrever o que Adélia indignada e enojada se recusa a dizer enquanto é bulinda por aquele recruta. E quando o recruta se empolga e já ia debruçando a mulher em cima da escrivaninha, ele é parado pelo oficial que já acha que está bom, o manda sair dali e assim que o mesmo o faz, ele(o oficial) se aproxima do ouvido de constrangida Adélia que se mantém debruçada na mesa, se encosta na mesma e sussurra em seu ouvido que aquilo foi só o começo, passando a mão nas pernas dela sob a saia, dando-lhe uma cheirada no cangote e se retirando dali em seguida. Nisso Adélia se levanta e ao se recompor é surpreendida pela entrada de três agentes, sendo dois deles os seus 'raptores' e que chegam fazendo a maior algazarra. Eles lhe passam a mão, lhe fazem gracejos, a ameaçam e ficam a empurrando de um para o outro como uma 'peteca'. Quando um deles a segurando por trás e pela saia diz: - 'Vamo' deixar ela um pouco mais à vontade! Nisso ele arrancam-lhe violentamente aquele saião de lã como se fosse de 'papel', para desespero de Adélia. Sua lingerie comportada devido a época, era praticamente um 'short' de cor 'rosa-bebê' floral, mas nada disso inibia a sanha da tara daqueles torturadores que lhe proferiam os mais grosseiros gracejos, lhe enfiavam a mão, a lambiam e sem dó a beliscavam. Em seguida, ela acaba de ser despida por todos eles, que pegam cada peça, cheiram e as esfregam em seus membros rijos. Eles mandam que ela escolha com qual deles 'ir primeiro', mas vendo a recusa da mesma, um deles tem a idéia de todos a foderem ao mesmo tempo. E nisso Adélia é atacada pelos três de uma vez. Um fode-lhe a buceta por baixo, outro o cuzinho por cima, o terceiro a bota pra tocar punheta ou pra mamar e tudo isso numa verdadeira 'sodoma' patrocinada pelo estado.-Aaah..para, por favor...eu sou uma mulher de bem, casada...por que vocês estão fazendo isso..Umnnff...?! Ela implorava ao mesmo tempo em que era calada pela grossa 'manjuba' que era obrigada a 'deglutir'. Seu cuzinho era esgarçado pela tora de um deles que era mulato e parecia o mais 'avantajado' de todos e por outro lado o seu bucetão peludo era literalmente esbeiçado pelo agente que se mantinha debaixo da mesma. Soc-soc-soc-soc...Os apelos de Adélia pareciam aumentar a sanha de seus inquisidores, que a socavam, a chupavam e se deliciavam com a mesma, horas 'afinco'. Em alguns momentos a 'coisa' se dava só com um daqueles indivíduos que revezavam tanto na vez de foder quanto no 'buraco' a ser fodido. O traseiro de Adélia não era grande, era aé um tanto reto mas como todo traseiro, tinha o seu buraquinho e era bem gostosinho. Ela se esperneava e inutilmente gritava por Jarbas, enquanto aquelas toras roliças a esfolavam impiedosamente sob seus urros e gritos de dor mas que num certo ponto já se pareciam com gemidos de um idesejável prazer. Adélia há um bom tempo não tinha relações devido às ausências de Jarbas ou 'Companheiro Miguel' e com isso era impossível ela não sentir mesmo que indesejados e rápidos, prazeres e até mesmo ameaças de orgasmo.Os pelos daquele bucetão roçando naqueles pelos másculos e sedentos... Ela era obrigada a sentar, rebolar, tocar punheta, engolir sêmen, mijada, cuspe, a dizer que estava gostando e até gritar o lema do exército. Soc-soc-soc-soc!A tortura de Adélia não era conforme as torturas padrão, pois, Adélia era esposa daquele que era tido como o 'segundo no comando' do Movimento Revolucionário' e isso dava um sabor especial a tudo aquilo. A repressão estava nada mais, nada menos do que 'traçando' a mulher de um de seus maiores inimigos. Adélia recebia beijos forçados, tinha os seus peitinhos 'devorados', era usada como 'cobaia' em aulas de tortura ministradas por agentes estrangeiros. Num certo momento ela foi mantida amarrada com um nó dado por agente do Cenimar que cooperava com aquele orgão enquanto alunos de um colégio militar, provavelmente filhos de oficiais, se masturbavam numa roda envolta de seu corpo nu e indefeso. Ela teve que 'dar' para outros presos políticos e também sofreu uma das que talvez seria a mais bizarra das torturas. Levada para o estábulo da cavalaria, completamente nua, Adélia teve que 'ordenhar' ou masturbar e mamar a imensa pica de um alazão reprodutor que lá se encontrava irrequieto e no cio.Tendo ou não tendo nada a ver com a situação política do país naquele momento, a certeza era uma só: 'pelo menos naquele bucetão peludo se foi feita uma revolução!'.Ela chegou a saber que sua calcinha e sua saia ficavam estiradas na parede do gabinete do comandante daquela operação como uma espécie de 'troféu'. Meses depois ela foi transferida para um presídio de onde após o sequestro do embaixador holandês ela foi exilada, sofrendo mais abusos no interior do navio que a levava junto com outros presos. E com isso tudo, ela chega àquele país de destino grávida. Hoje seu filho, um advogado de 38 anos mora no exterior com a família e nem fala com a mãe que por raiva e vergonha desse passado, escondeu por tanto tempo esse segredo. Jarbas ou Companheiro Miguel faz parte da extensa lista de desaparecidos políticos desse período. Adélia é aposentada e já há vários anos luta e corre atrás de justiça e de reparação por esse período tão negro de sua história. E de volta a comissão, a mesma termina o seu depoimento ainda abalada e trêmula e volta ao seu lugar enquanto espera a sentença. É feita uma pausa onde todos os envolvidos 'fazem figa' para ver o que será decidido. E na hora que todos se põe de pé para ouvir a decisão, Adélia com ar de revolta fita os seus dois inqusidores do passado e nota que um deles a olha com um certo desejo e discretamente esfrega o seu hoje velho pênis sob a calça.

NA CASA DA DINDA


Aconteceu anos atrás. Eu era um mulecote de uns 15 anos, acumulava espinhas, não sabia nada da vida, não ligava para nada e da escola, só me interessava mesmo era pelo 'tergal' que compunha as saias do uniforme das minhas coleguinhas. E num belo dia, num período de férias, para ser mais exato! Tive a notícia de que minha madrinha, havia se separado daquele traste do marido dela. Vera, minha madrinha tinha 47anos, era loira, descendente de portugueses. Era linda, mas não tinha o corpo escultural devido a idade ou certo ‘relaxamento’. Suas formas eram bem 'crumbianas' ou bem fofinhas mesmo!. Mas e daí…?! Vai falar isso para os meus hormônios que 'borbulhavam’ quando viam aquelas coxas brancas evidenciadas por aqueles 'shortinhos de corrida'(aqueles com fendinhas laterais) que ela usava?! E ela agora estava solteira! E eu que já cheguei a esporrar numa daquelas(enormes) calcinhas de renda que ela deixara 'de bobeira’ em seu banheiro quando a visitei uma vez! Tais pensamentos libidinosos povoavam minha cabeça, mas logo, minha própria consciência me censurava. Afinal de contas, aquela era a mulher que havia me batizado! Como eu poderia ter tais fantasias…?! Como eu poderia ser tão cafajeste assim?! Mas ela estava sozinha, num tremendo casarão localizado lá na região serrana. E com isso, ela não parava de ligar para minha mãe, perguntando se a mesma não poderia ir até lá para dormir com ela. Mas, como ela trabalhava muito, não dava! Então, logo eu me ofereci. Afinal, estava de férias mesmo e não me custava nada. Então por que não?! E lá já estava eu! Nos primeiros dias tudo foi ótimo! Minha madrinha é super meiga e despojada. Qualquer um no meu lugar poderia jurar que com aquele comportamento dela, ela estava nada mais nada menos do que me dando uma tremenda 'condição’! Nós a sós ali naquelas 'montanhas’ e ela chegava até mesmo ao cúmulo de usar algumas camisolas mais ousadas. Camisolas essas que ela usava nos momentos mais íntimos que ela tinha com aquele traste daquele marido dela. Minha 'banana nanica’ parecia que ia explodir dentro das minhas calças. Creio eu, que a pele sobre meu prepúcio, que até então era bem 'colada’, se 'esfolou’ nessa mesma época!  Eu não dormia direito naquele sofá! Tentava, mas não conseguia segurar o tesão que me fazia me masturbar por horas afinco, fantasiando com aquela 'portuguesona' tão meiga e dadivosa! Mas como nem tudo são flores, num certo dia, ela começou a comentar o porquê dela ter pedido companhia. Haviam rumores de que um bandido perigoso, estaria rodando a área. E que duas casas na região, já haviam sido invadidas. Mas não se sabia se era verdade ou boato. Eu brincava dizendo que a protegeria e ela sorria alisando o meu rosto. Até que num dia, após retornar da padaria, cheguei e notei algo estranho. A porta estava escancarada, havia algumas coisas pelo chão e andando mais pela casa, ouvi um barulho parecido com um gemido sufocado e luta. E quando cheguei no corredor, me espantei e não acreditei na cena dramática que vi. Minha madrinha estava com o seu short arriado, suplicante e lutando com um homem que com cara de louco a agarrava por trás, tampando a sua boca com uma das mãos enquanto 'chupava’ o seu cangote e com a outra mão passava e girava a pistola por dentro de sua imensa calcinha bege(rendada) chegando a esticá-la. Em choque, eu paralisei na hora! E nisso, aquele bandido nefasto apontou a arma para mim e mandou que eu fosse para um canto e não desse nenhum pio. Ele nos levou para a sala, para onde, desesperada, minha madrinha teve que ir 'aos pulinhos’ já que aquele 'short de corrida’ que ela usava, estava lá 'nos seus calcanhares'. Aquele homem negro que aparentava ser quase da mesma idade de minha madrinha, parecia louco. Ele dizia que estava recém saído da cadeia, que matava, 'fazia e acontecia' e que tinham pessoas atrás dele. Naquele instante eu achei que nós iríamos morrer nas mãos daquele celerado! Mas se ele realmente havia recém saído da cadeia, era óbvio o que ele ia fazer. Ele iria impiedosamente 'tirar o seu atraso’ com a minha pobre dindinha que era só desespero em suas mãos. E ele me apontando aquela pistola me mandou sentar no outro sofá. Ordem que eu que era puro medo, obedeci sem pensar! E naquele sofazão, segurando minha dinda pelos seus lindos e loiros cabelos, ele dizia para mim: - Fica quietinho aí garotão, que eu vou comer esse cuzão cagado da tua 'mãe’ até tirar esses dez anos de atraso que tive lá naquele inferno…he he he. Ele achou que minha madrinha era minha mãe, mas eu sou mulato…sei lá! Aquele cara tava drogado, tava muito louco e totalmente indefeso e impotente, eu estava prestes a ver o estupro da mulher que me batizou! E quando o facínora botou sua 'extrovenga' pra fora…era uma coisa inacreditável. Aquilo devia ter bem mais do que uns 20cm…era uma coisa de louco! Coitada da minha dindinha. O bundão branco e 'rosado' dela era enorme e rechonchudo, mas bunda nenhuma no planeta daria conta daquela 'trolha veiuda' com a qual ele encontrava dificuldades para enfiar, tentando forçar a entrada entre as ancas de minha dindinha. Minha madrinha já 'toda vermelha', grunhia com sua boca tampada pela mão do bandido, que besunta o pau com o seu cuspe até finalmente conseguir enfiar. Nesse instante, ele se vira pra mim e para humilhar minha madrinha ou nós dois, impotentes naquela situação, ele põe a língua para fora e entre seus lábios a sopra, reproduzindo assim uma 'onomatopéia' que simulava um 'peido’. Era uma coisa terrível e ao mesmo tempo, minha psiqué me traía, me fazendo sentir alguma excitação ao ver aquela piroca imensa e veiuda se dobrando e tentando com toda dificuldade entochar aquela bundona branca de minha dindinha. O homem precisava segurar o seu pau pelo 'talo' devido ao tamanho da trolha. Minha madrinha apesar de eu ser mulato, tinha um certo preconceito de cor e aquela situação, na cabeça dela e também na minha, era como se aquele homem fosse um 'escravo rebelde' que fugira de uma senzala e naquele instante tinha a sua vingança enrabando a 'sua Sinhá'. - Gosta de usar shortinhos, né, madame…?! Ele lhe dizia de forma irônica enquanto a 'impalava' impiedosamente com sua sanha de tarado. Minha madrinha suplicante, ainda tentava olhar para mim, mas sem poder fazer nada, eu tentava evitar seu olhar, soluçando e abaixando a cabeça. Mas quando as entochadas já estavam pegando certo 'ritmo’ e até mesmo um certo 'ruído de atrito' vindo do choque entre as coxas já se podia ouvir, o bandido estranhamente para. Ele parecia ter brochado, algo inacreditável para um estuprador e ainda com uma 'manjuba' daquele tamanho! Parecia ser um alívio! Não conseguindo terminar o ato, ele iria embora, pensei eu e com certeza também pensou assim, minha madrinha que se encontrava de cara contra o encosto daquele sofá e com o seu 'jatobá' todo vermelho e esgarçado. Mas aquele meliante teve mais uma terrível ideia. Ele aponta sua arma para mim e me manda fazer algo que nem mesmo em minhas fantasias mais pervertidas ou 'perversas mesmo', eu jamais cheguei a imaginar! Ele queria que eu enrabasse a minha própria dinda, a mulher que me batizou! Eu tentei relutar, me recusei. E minha dinda toda 'assada’, em choque e aos soluços nem conseguia falar. Mas vendo toda aquela situação e a loucura daquele crápula, ela acaba concordando com aquilo, dizendo apática e com uma certa frieza: - Vai, meu filho, faz o que esse infiliz quer, que já, já iele vai embora… anda, come a dindinha, eu te perdoo, miúdo...ugh! Nesse instante, ela afasta suas nádegas com as mãos e seu cu chega a dar uma rápida 'piscada’. Eu estava muito amedrontado e com certa vergonha e desconforto. Mas quando me aproximei e ouvi minha madrinha dizer baixinho com certo sotaque português: - Me enraba! Meu tesão se 'acendeu’, minha 'bananinha nanica’, se tornou um 'vergalhão’ e com os olhos fechados, comecei a comer aquele cuzão, aquele 'manjar branco’ com o qual ao longo de minha puberdade, eu sempre sonhei secretamente. O bandido se mantinha no sofá onde eu estava e ali, ele também comia um dos pães que eu havia comprado enquanto assistia a cena. - Isso, vai lá, garotão…quero vê merda no pau…! he he he Dizia como se 'me incentivasse', aquele homem ordinário ao mesmo tempo em que se masturbava, enquanto eu(mais ou menos) contra a vontade quase partia a minha dinda em duas. A 'peida' de minha dinda apesar de larga e rechonchuda, tinha um buraquinho bem apertado. O pau daquele babaca do Jorge, seu ex-marido, não deve ter sequer 'passado perto' daquela delícia de 'máquina de fazer cocô'. Até que minha madrinha começa a fazer algo inusitado. Ela resolve 'provocar' aquele homem, 'ironizando’ a situação. Num dado momento do 'parangolê', ela resolve fazer um 'jogo’ no qual ela 'fingia’ que estava gostando. E com isso, ela fitando o bandido, começava a falar palavras de baixo calão, gemer, rebolar e até mesmo me puxar para que eu a enrabasse melhor. - Isso, miúdo…vai…ai jizus…ô pá…! Era o que ela dizia, além de também me mandar estapear suas grandes ancas que de tão brancas, a marca de minha mão ficava junto às manchas 'avermelhadas' que meus tapas lhe provocavam. Seu sotaque português fluía mais e mais naquele instante. O bandido que se masturbava com o shortinho cor de abóbora que ela usava, estranha um pouco a estratégia de minha madrinha e se incomodando com os exageros de suas súplicas, ele resolve levantar e ir em direção a boca dela, onde põe a pistola na mesma para que ela chupasse o cano juntamente com o seu pau que estava com o shortinho dela pendurado como se fosse 'um cabide'. E a coitada o faz revezando no que chupava. E eu era super inexperiente e com isso minhas entochadas não tinham pique nenhum. O mais próximo de uma transa com uma mulher que eu tinha, era quando eu acidentalmente(ou não) 'sarrava' as normalistas ou as minas de shortinho de algodão 'paperbag'(moda na época) que eu encontrava pelos ônibus lotados que eu pegava. E isso irritava o bandido que queria ver 'pressão’, e me apontando mais uma vez a sua arma, ele me mandava ir mais rápido. Soc-soc-soc-soc… Era o som do atrito entre nossas coxas. Eu estava estuprando minha dinda, mas aquilo era uma delícia! Soc-soc-soc-soc…Até que gozei…! E que gozada! Era rala ainda devido a minha pouca idade, mas mesmo assim era muito abundante e extasiante! Aquele 'fole' apertado de minha dinda acabara comigo. E ela coitada, também já estava exausta, seu traseiro 'todo vermelho' e seu cu 'empanturrado' de sêmen, estavam assados e doloridos. E ainda ignorando os apêlos de minha madrinha, o bandido canalha me obriga a comer o xoxotão da mesma. - Não, a minha cona, não…eu levei esse miúdo no colo para batizar, não faça isso…ai Jizus…aaargh! Ela implorava, mas sem escolha, naquela mesma posição comecei a entochar aquela xota ou como ela mesma dizia, 'cona’! Aquele bucetão rosado e quentinho era uma delícia e conforme eu o fodia, eu menos ainda entendia o porquê daquele outro canalha do Jorge(seu marido), trair aquela 'valquíria lusitana’. Soc-soc-soc-soc…o som de atrito retornava enquanto eu fodia impiedosamente aquela galega por trás. Todos aqueles pentelhos loirinhos roçando meu saco que quase ainda não tinha pelo nenhum...! Nessas horas o bandido já não estava mais ali por perto. Minha madrinha já há algum tempo sozinha e sem saber o que era uma boa foda, já consentia com aquilo tudo, empinando, rebolando e se chegando para atrás para que eu a fodesse mais e mais. E com isso, nós até nos esquecemos do meliante! Soc-soc-soc-soc…eu já estava prestes a gozar quando uma coisa muito louca para mim, na época que não sabia nada sobre mulher, aconteceu. De repente minha dinda me empurra, se afasta, se treme toda, e ao gritar já afastada de mim, de sua xoxota sai uma estranha jorrada, de um líquido que molhou toda a minha perna e que até dava para encher meio copo! Minha madrinha literalmente gozou! E aquilo foi espantoso, incrível e inesquecível! Fiquei de olhos arregalados diante daquela xoxota loira que toda arreganhada, piscava e pingava enquanto exausta, minha dinda tentava se recompor. E então o bandido retorna e com mais uma de suas ideias pervertidas, ele que havia ido até a cozinha, de lá, trazia uma lata de azeite. Ele despeja o mesmo sobre as ancas de minha dinda, a deixando toda oleosa! Passa um pouco no seu pau também e manda eu me afastar. Ele tenta enrabá-la de novo, dá-lhe algumas 'estocadas’, que fazem algum barulho, ela geme, mas não teve jeito! A sua idade ou aqueles tantos anos de cadeia, devem ter mexido com a libido dele…sei lá! É quando ele vai até a estante e pega uma garrafa de vinho verde que ali se encontrava. Ele a abre, cheira o conteúdo, faz graça e tem mais uma ideia louca! Ele manda que eu segure minha madrinha, que ainda se mantinha de quatro no sofá e quando eu o faço, ele se aproxima com a garrafa, a enfia no cu dela e deixa que todo o seu conteúdo descesse pelo gargalo da mesma, preenchendo assim a 'olhota’ de minha querida dinda com todo aquele vinho. Aquilo era nefasto e inacreditável, mas o mais surpreendente ainda estava por vir! Ele pega duas taças que também se encontravam na estante, manda minha dinda, totalmente constrangida, se agachar sobre elas e assim 'expelir' de seu traseirão, todo o vinho, que fomos obrigados a beber e até a brindar em seguida. - Hummm… isso sim é um genuíno vinho português…! he he he Disse o canalha, assim que terminou o seu trago. É ouvido um barulho do lado de fora da casa e o bandido logo se alarma. Ele dizia que estava sendo perseguido e com isso, ainda fazendo mais ameaças, nos aponta a pistola mandando a gente ficar quieto e assim fugiu pelos fundos em seguida. A campainha toca, eu e minha madrinha nos recompomos e fomos atender. Eram dois policiais perguntando se nós havíamos visto alguém suspeito pela área. Nós dois ainda amedrontados, nervosos e abatidos, 'dissemos que não'. Eles pareciam desconfiar, tentavam olhar para o interior da casa, mas como não viram nada, se foram em seguida. E eu e minha madrinha voltamos para dentro, onde no sofá, fiquei abraçado com ela a consolando. Decidimos não contar nada para ninguém, pois, além da vergonha do estupro, a coitada ainda ter que encarar o fato de ter sido obrigada a transar com uma 'criança’ e ainda por cima 'filho dos compadres' dela...! Isso era demais para ela e eu tive que concordar. Pouco depois, soubemos que o bandido foi morto pela polícia, mas ela resolveu ir embora para Portugal mesmo assim e desde então não tivemos mais contato. Mas às vezes, eu ainda me pego me masturbando pensando naquela situação que pior que possa parecer, me faz 'gozar grosso' e aos borbotões! Me perdoe, dindinha!.