sexta-feira, 23 de setembro de 2016

A SEREIA QUE FOI PEGA NO ARRASTÃO


Adélia, serelepe e feliz da vida, brincava de bola na praia com um grupo de crianças que por lá conhecera. A onda de calor que tem feito nos últimos dias, tem propiciado belíssimos dias de sol que aquela linda morena(clara) de corpo esguio, cabelos negros cacheados e 'peitinhos durinhos', não podia deixar passar sem curtir com os seus obrigatórios banhos de mar. Ela tinha 26 anos, morava com os pais e trabalhava numa lojinha perto de sua casa no subúrbio, mas nada era empecilho para ela se esbaldar nas belíssimas praias da orla da zona sul. A tarde chega, o sol já vai se escondendo e com isso, Adélia tem que retornar a sua rotina. Ela segue até o chuveirinho no calçadão para retirar o sal do corpo e do delicioso biquíni 'python' que trajava, se envolve numa canga com estampa de Bob Marley, põe seus óculos escuros e segue até o ponto de ônibus. No interior do buzão lotado de suburbanos e 'outras coisas', o esfrega-esfrega era inevitável! Nem mesmo Adélia com sua 'bundinha' que não era lá grande coisa, escapava! Ela tentava se desvencilhar, encolher(mais ainda) aquela bundinha, fazer cara feia, mas não adiantava. E créu! Seguiam as 'certeiras sarradas' que se davam até a mesma chegar ao seu destino. A mãe não aprovava muito essas idas de Adélia para a praia sozinha, pois quase todos os dias, os jornais noticiavam sobre constantes arrastões que aconteciam pelas praias afora, e com isso, tanto a sua mãe quanto o seu pai, ficavam preocupados. Mas Adélia com o seu 'gás de juventude' e todo o seu fogo, não estava nem aí! E logo desconversava dizendo entre outras coisas, que os arrastões que aconteciam eram em praias bem distantes das que a mesma frequentava. E nisso, mais uma semana de duro trabalho passa. E finalmente chega o tão esperado final de semana! Adélia radiante, já logo se prepara para invadir a praia com o seu deliciosamente perigoso biquininho python. E já chegando lá, ela logo faz amizade. E desta vez, ela joga frisbe com uma 'novinha' que conhecera por ali. Ela ri, corre, pula e para delírio de alguns marmanjos por perto, se abaixa e também dá algumas ajeitadinhas em seu biquininho. É quando de repente, uma estranha movimentação é notada pelas duas. Um tumulto começa a se formar não muito longe dali, e uma muvuca desesperada começa a correr na direção delas. Adélia sacou logo: era um arrastão! E assim como todos naquele redor, ela também sai correndo desesperada dali. Uma turba formada por vários pivetes, saqueiam e batem em todos que encontram. Adélia no meio daquela confusão acaba perdendo a calcinha de seu biquíni python, arrancada provavelmente por algum trombadinha daquele. Ela na correria, acaba se afastando das demais pessoas que também fuigam e com isso, acaba se tornando alvo da pivetada, que a persegue até um canteiro de obras formado por telas de tapume que se encontrava numa certa parte do calçadão. - Pega! - 'Estrupa'! - 'Vamo cumê' ela! Eles gritavam. E lá no interior daquele canteiro, ela se vê no meio de vários muleques mal encarados, só de bermuda e de todas as idades. Eles a empurram de um para outro, passam a mão, agarram e beijam 'tudo'. E Adélia horrorizada e enojada, se desespera implorando para que não fizessem isso, que eles eram apenas crianças. E um deles que parecia ser o líder do bando, apontando-lhe um canivete, diz de uma forma bem cafajeste: - Eu é que vou te fazer uma criança, sua galinha! Nisso, ele corta o 'sutiã' do que sobrava de seu biquini python, e a deixando nua em pelo, ordena aos demais pivetes que a seguravam, que a colocassem no chão, onde lá, ela tem as pernas abertas, os peitinhos e a xoxota 'linguados' e sugados pelo muleque que em seguida impiedosamente com aquela 'rola preta', a fode. E aquela rola apesar de pertencer a um 'de menor', era bem maior do que a de qualquer namorado que Adélia já teve. E a revolta maior de Adélia era que nehuma mulher com 'sangue nas veias' ou 'sexualmente viva', poderia resistir a máscula rigidez e virilidade nas 'estocadas' que aquele marginalzinho lhe dava - Humm...ah...como é apertadinha essa tia, fiel...he he he! O odioso muleque falava enquanto seguia entochando o 'útero' da enojada e suplicante Adélia, que virava a cara enquanto tinha a sua vulva violentamente esbeiçada. Os outros muleques eram só punheta e zuação e também não viam a hora de traçar aquela 'granfa' como eles mesmos diziam. Um deles, um neguinho que parecia ser o mais novo de todos, estava com a calcinha do biquini python de Adélia que ele arrancou da mesma durante o tumulto. E esse tal pivetinho, demonstrando uma louca e bem precoce tara, freneticamente se masturbava com aquela peça enrolada em sua 'salsichinha'. Até que o muleque que a fodia, bem rapidamente goza e assim resolve dar sua vez para outro. Mas esse outro prefere mesmo é o 'cuzinho'. E nisso, a desesperada Adélia que contra a vontade punhetava mais um outro, é colocada de quatro. E feito isso, o muleque que a enrabaria se aproxima, se abaixa, arregaça as nádegas da mulher com suas mãos e começa a linguar aquele cuzinho em seguida. E após fazê-lo e lubrificar aquela 'entrada' e seu pau com cuspe, ele começa a enrabar, também impiedosamente, aquela jovem. Soc-soc-soc-soc. A granfa urrava em seus ignorados apelos. Ela nunca havia dado o seu 'cuzinho' antes e aquele muleque parecia 'experiente' no que fazia. - Aaaaarrg....meu pai é PM, ele vai acabar com a raça de vocês...ugh! Adélia indignada blefava, mas aquele muleque que além do cuspe que lubrificava seu pau, tinha a certeza de impunidade a seu favor, puxa o cabelo da jovem e no ouvido da mesma com deboche responde: - E o meu é traficante...agora cala a boca e me dá esse teu cu calada, umnf...! Soc-soc-soc-soc... Um outro que se masturbava em sua frente, também a pega pelos cabelos, a obriga a abrir a boca, e quando a mesma o faz, ele cospe em seu interior. Outro que também se masturbava por perto, também aos deboches, grita: - depois sou eu, hein, 'lek'...?! É quando aquele que a fodia e que nem 'gozava direito' ainda, é logo tirado por mais um outro que já estava impaciente com vontade de enrabar aquela gostosa. E este antes de enfiar, para esculachar mais ainda aquela granfa desesperada e enojada, sopra a língua entre os lábios e assim reproduz uma onomatopéia que simula um 'peido'. - Aê...é mais apertado que o da tua mãe, Orelha....he he he! O odioso muleque enquanto força a penetrada, grita, debochando de um dos comparsas que revida o xingando. E nesse instante, o mesmo muleque, extasiado, dá um forte tapa nas ancas de Adélia e apertando-as diz: - Uuuugh...'dilícia'...é bem melhor que os daqueles viadinhos lá do 'Padre'...aaaah! Ele diz isso se referindo ao tempo em que esteve preso no Instituto Padre Severino. Suas socadas já pegam certo ritmo e enquanto as faz, ele mantém seus olhos fechados e sua cabeça reclinada para cima, demonstrando um total deleite com aquela enrabada. E Adélia assim como todos ali, já estava toda suada. E aquele cheirinho que parecia com o de 'galinha frita', que muitas mulheres possuem ao suar, somado ao 'apertinho' daquele rego e todo o desespero daquela granfa...tudo isso parecia excitar mais ainda aquela pivetada! Soc-soc-soc-soc...Seu rabinho já está na mão ou na 'rolinha' de um terceiro pivete, e a essa hora, inevitavelmente, alguma bostinha começava a minar junto ao suor que também escorria daquela olhota. Mas aqueles muleques celerados, não estavam nem aí! Adélia chupava e também era obrigada a lamber e engolir o 'smegma' de algumas daquelas 'sementes do mal'. Ninguém queria mais saber daquela buceta, o negócio era o cu daquela pobre mulher. Num dado momento, um daqueles bandidinhos teve a terrível ideia de pegar um pouco de areia, botar no cu de Adélia e assim a 'esculachar' mais ainda! Mas essa não foi uma ideia muito boa, já que a fimose de muito daqueles delinquentes, 'estourou' por conta disso. Adélia também era fodida por vários muleques ao mesmo tempo. Num outro momento, ela montava em um ao mesmo tempo em que era 'montada' por outro, chupando mais um outro e masturbando dois que se encontravam em cada lado. Até que a movimentação no interior daquele canteiro de obras, é notada por dois guardas do GEP. E nisso, os mesmos se aproximam dali e quando dão de cara com o 'parangolé' que ali se dava, avançam contra os muleques, imobilizando dois e botando o resto para correr. Adélia constrangida e chorosa, é amparada pelos guardas que solicitam reforços e a tiram dali enrolada a uma toalha. Os menores 'apreendidos' são levados para uma 'delegacia especial', onde constatam que os mesmos são oriundos do Morro do Tororó. Eles sofrem medidas sócio-educativas, uma forma jurídica de se chamar um 'puxãozinho de orelha'. Afinal, eles só estavam brincando de pega-pega(com as coisas dos outros) e nisso, também aproveitaram para 'namorar' aquela moça com quase o dobro da idade deles...ora bolas! O tempo passa e Adélia acaba descobrindo que está grávida. Está grávida, esperando uma menina que seja lá quem for o pai, também é uma outra 'criança'. E enquanto isso, os dois únicos agressores de Adélia enquadrados, seguem presos...ops! Quero dizer, apreendidos até completarem a maior idade e assim viverem felizes para sempre.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

SHOTACON


Eu e Elis Regina contando com os anos de noivado mais os cinco anos que já se passaram desde que nos casamos, já estávamos há dez anos juntos. Aquela moreninha linda, modéstia aparte tenho bom gosto! Cabelos longos, ondulados e da cor do mel. 37 anos, dois a menos que eu, mas o porte franzino daquele esbelto e levemente sinuoso 'corpitcho', dava há qualquer um a impressão de que ela tinha uns '20 anos' a menos. Não tínhamos muito a ver um com o outro, a verdade sempre foi é essa! Nos conhecemos através de um amigo em comum. Eu, funcionário público daqueles bem estereotipados e pacatos. Enquanto ela, uma funkeira 'chapa quente' e piriguete moradora de um dos mais perigosos 'complexos de favela' da cidade e o qual, eu subia sem medo nenhum de tão enfeitiçado que estava por aquela mulatinha. Ela já vinha de vários relacionamentos que não deram certo em seu passado. Até mesmo mulher de traficante aquela 'espoleta' já foi! Mas nada disso me causava grande incômodo. Só o fato de ela ter o estranhíssimo apelido de 'Chupetinha' na comunidade onde ela morava, é que me intrigava um pouco. Nosso namoro, o que teve de bom, teve também de 'emocionante'! Foi pura adrenalina! Eu não sou funkeiro...! Nada contra, mas como o garotinho certinho de apartamento que sempre fui, eu tinha muita dificuldade de me identificar com aquelas letras. Mas para não correr qualquer risco, como por exemplo de ser corno ou levar tal fama, eu me via obrigado a acompanhar aquela baixinha pelos bailes que eram dados nas 'bocadas' mais perigosas da cidade. Muita briga eu entrei por causa dela. E hoje em dia, confesso que não sei se valeu muito a pena! Apesar daquelas coxinhas tão irresistivelmente bem torneadas, nosso casamento começou a não ir muito 'bem das pernas'! Eu não me importava com os gostos diferenciados e com os defeitos dela, dos quais de muitos eu até consegui libertá-la. Até viciada em cocaína ela já foi! Mas talvez, as nossas diferenças não só sociais, mas também culturais começavam a entrar em conflito. Mesmo hoje no alto de seus trinta e tantos, a danada ainda insiste em frequentar tais bailes. Eu havia tirado aquela piriguete da favela, mas não consegui tirar a favela dela! Eu já nos meus 'quarentinhas', não tenho tanta paciência como eu tinha quando eu a acompanhava no passado e também não me sentia muito bem e me achava até um tanto rídiculo no meio daquela molecada toda. E quando tentava impedí-la, brigávamos e ela era quem acabava prevalescendo, batendo os seus 'pezinhos de índio' e partindo para o balie, querendo eu ou não. Notícias de supostas traições ou 'puladas de cerca' mesmo, eu já começava a receber através de conhecidos que diziam terem a visto bebendo num quiosque com 'não sei quem', 'não sei onde' ou abraçada com um outro saindo de 'não sei mais o quê'...! Minha testa ou minha 'carequinha', começavam a 'coçar' e muito! Nossas brigas se acirravam e até ameaças de separação vinham à tona. Mas estranhamente, ela não aceitava. Mesmo que brigássemos e estivesse mais do que nítido que já não tínhamos(nunca tivemos!) nada em comum. Ela apesar de seu jeito, era filha de um pastor respeitado de uma igrejinha de sua comunidade. E ele, muito gente fina, sempre servia de 'mediador de conflito' e como tal, conseguia apaziguar as coisas entre nós. Mas isso também não era 'à  toa', já que o mesmo receava que a filha ficasse 'falada' caso se separasse e também sabia que o destino da mesma seria a sua casa, onde só traria 'dor de cabeça' para ele e sua mulher, mãe de Elis. E com isso, uma ligeira trégua se deu em nossas vidas e até o apesar de adiado, tão aguardado 'projeto' do nosso primeiro filho voltou. E Elis com todo esse seu jeito e sua vida de piriguete, seus 'casos' e badalações, não chegou a completar os estudos, parando no primeiro ano do ensino médio. E nisso, ela me deu o que a princípio foi a bela notícia de que estaria afim de voltar a estudar. Lhe dei todo o apoio e não demorou, ela se matriculou num colégio que ficava num bairro próximo ao nosso. E ela se mantinha muito eufórica com tudo aquilo. Até um 'trotezinho' ela sofrera em seu primeiro dia, chegando em casa toda pintada de canetinha 'pilot' que dentre outras pichações havia uma bem grande em seu uniforme que dizia 'Bixo'. Mas ela nem ligava e era só alegria com essa retomada de sua vida de estudante. E não demorou para que o seu jeitinho conquistasse seus jovens e 'bem jovens' coleguinhas. Eles carinhosamente a chamavam de 'Dona Elis', segundo ela. Ela era a 'mascote' da turma! E muitos diziam até conhecê-la de vista desses muitos bailes funks que ela ainda frequentava. E com todo esse entrosamento que levemente me dava até algum 'ciumezinho', não demorou para ela ser convidada para uma confraternização, um churrasco que seria dado na chácara que um parente de um dos moleques cedera para tal. Elis ficou radiante e toda serelepe insistia para que eu a deixasse ir. Nosso clima de paz estava muito bom para ser quebrado, então eu me vi obrigado a ter que concordar, mas com a condição de que eu a acompanhasse a tal evento. Ela concordou, alguns dias se passaram até que finalmente chega o dia do tal churrasco. Em nosso quarto, diante de nosso guarda roupa quase brigamos na hora da escolha pelo 'figurino'. Cada vestidinho mais curto, solto, justinho ou provocante do que outro...! E é claro que eu os 'barrava'! E quando eu já sentia que iríamos discutir e estragar tudo que estava dando tão certo entre a gente, eu me segurava. E finalmente aprovo o seu figurino, quando ela me mostra uma camisa tipo regata 'Tupac 96' e um shortinho branco daqueles seus tantos de cinturinha alta tipo 'saco de papel'. Ela colocou seu óculos 'Restart', o boné da furacão 2000 que ela ganhou do próprio Rômulo Costa anos atrás e parecendo uma verdadeira 'Patricinha de Baile', ela super empolgada, após posar com seu modelito, se vira para mim e diz: Partiu churrasco?! Eu sorrindo, concordo e sigo com ela até o carro. E quando chegamos a chácara guiados pelo endereço e pelo 'aplicativo' acoplado em meu carro, fomos...ou melhor: Elis ou 'Dona Elis' foi calorosamente recebida por aqueles um tanto 'atirados' bando de molecotes. Minha linda mulher realmente havia caído nas graças daquela molecada movida a Redbull, cerveja e é claro, 'hormônios'! Eles já iam a abraçando, a beijando e eu me 'segurando' ali para não afastar um daqueles moleques na marra, da minha esposinha. E era só isso que eu via naquela festa, 'moleques'! Não havia um adulto ou responsável naquela chácara e para completar, do lado daquela 'Patricinha' que Elis estava, eu parecia o pai da mesma como muitos pensavam, chegando até a perguntar tal coisa. Aquilo foi muito desconfortável! A farra começa regada a bebida de todo o tipo e apesar de ser um churrasco, muito pouco se via de carne e o que se via, o 'churrasqueiro', um 'menino' que parecia não ter mais do que 14 anos, deixava queimar um pouco. Elis super entrosada já começava a se soltar ao som de Hip hop, CPM22, Charlie Brown Jr e para o meu desespero, o seu tão amado Funk e daqueles com as letras mais indecentes que se possa imaginar. Não demorou para eu ficar 'de lado' ou pelos cantos com o meu copinho de uísque, mas o que eu podia fazer...?! Além de parecer muito feliz no meio daquela molecada toda, ela também parecia se sentir mais jovem ou uma verdadeira 'adolescente' de novo no meio deles! E enquanto eu tragava 'à seco' o uísque barato que aqueles pirralhos que só entendiam de refrigerante me deram, a safadinha 'ia até o chão' ou rebolava com aquela sua bundinha 'engatada' na 'banana nanica' de algum 'pivete' daquele. Toda aquela bebedeira, euforia e molecagem envolta... aquilo não ia dar certo! E quando começo a notar as 'mãozinhas bobas' nos quadris e coxas de Elis, sem falar das explícitas 'sarradas' que ela tomava naquele cuzinho 'apertado' dela...! Ao ter a impressão de que ela já se virava para dar um 'selinho' no 'moleque da vez' que a agarrava naquela 'sacanagem' que eles chamavam de dança, pra mim isso foi a gota 'd'água! Saí rapidamente do cantinho onde fui 'largado' e fui em direção a Elis, a puxando pelo braço e sob várias vaias que aquela 'turba' de delinquentes davam, a levei para a cozinha daquela chácara. E lá acontece o inevitável. Discuti de forma bem brava com a já embriagada Elis cujo shortinho branco nitidamente 'úmido' não disfarçava sua excitação com toda aquela sacanagem que ela participava. O 'barraco' se formou enquanto alguns daqueles 'aborrecentes' próximos ou se afastavam ou faziam ar de deboche. Quase saímos no tapa ali, até que a turma ou molecada do 'deixa disso' se aproximou, nos afastou e assim a exaltada Elis me fazendo uma espécie de afronta retorna para a festa. E lá naquela sala ela retoma a 'dança erótica' com os meninos, mas dessa vez ela ainda é mais ousada ou abusada, dançando com mais de um e simulando assim uma epécie de 'suruba' enquanto maliciosamente me fitava. A molecada pirava enquanto eu ainda era contido por uma das poucas meninas que ali se encontravam e que parecendo apiedada quanto a minha situação, mantinha a mão no meu ombro tentando me acalmar. Até que para me afrontar ainda mais, Elis segue para um canto da sala que parecia um 'espaço de recreação', onde ao subir sobre uma mesa de sinuca, lá em cima, ela chama a atenção de todos. Eu tento tirá-la de lá, mas sou contido por um 'moleque brutamontes' que parecia ter algum conhecimento de 'Jiu Jitsu' e assim me imobilizou e com a ajuda de um outro moleque me afastou dali. E em cima daquela mesa de sinuca, Elis ao pedir para o DJ ou o moleque responsável pelas músicas parar o som. Em seguida, a mesma começa a me humilhar na frente de todos. E a cada trago que ela dava naquele copinho de plástico, era uma injúria que ela aos risos soltava, falando coisas sobre o meu trabalho, meu 'mau desempenho sexual', o tamanho de meu pênis e até da minha mãe que ela odiava e achava que a mesma a culpava por nós nunca termos tido um filho. Todos aqueles moleques riam da minha cara com exceção da menina que me confortou naquela outra hora, mas que ao ver o nível daquela festa cair daquele jeito, acabou resolvendo ir embora. Meus olhos já lacrimejavam, mas era de raiva e desespero enquanto era contido por aqueles dois delinquentes naquele sofá. E quando eu achava que não poderia ficar pior, a safada resolve fazer um Strip-Tease ali mesmo sobre aquela mesa, para meu total desespero e para o delírio de toda aquela molecada. O 'DJzinho' põe a música escolhida para o ato que para uma inacreditável e infeliz coincidência foi 'Tarzan Boy', tema do filme das Tartarugas Ninjas e que eu adorava na minha época de adolescência. E a safada começou, e seguindo dançando de uma forma bem sensual, para me humilhar ainda mais, ela dançava daquele mesmo 'jeito especial' que ela fazia para mim em nossos momentos mais íntimos. E então o 'Strip' começa, mas ela primeiro fazia uma espécie de 'charminho', tirando o boné e em seguida o óculos para deixar a molecada ainda mais ouriçada. E em seguida, ainda na base do charminho, ela tira a sua regata que ela já usava sem sutiã como se já soubesse que iria mesmo fazer um Strip naquela noite e com muita maldade, me fitando, ela com seus duríssimos seiozinhos já de fora, gira a camisa e a joga na minha cara. Eu 'espumava' de ira tentando me livrar da 'chave' que aquele moleque brutamontes me dava, mas o que um pacato funcionário público como eu, que só utilizava de minhas forças para 'carimbar' algum documento, poderia fazer contra aquele 'caratéca mirim' e seu amigo. Em seguida foi a vez do shortinho que também foi arremessado em minha cara. A zoação era geral! Muitos mais eufóricos já colocavam a mão sob suas bermudas ou já botavam suas 'bananinhas' para fora mesmo e já se 'aqueciam' se masturbando envolta daquela mesa. E quando finalmente foi a vez da calcinha ou um daqueles 'fiapos' que ela tanto gostava de usar, quando a mesma foi jogada na minha cara, um dos moleques que me imobilizava, para me zoar mais ainda, tentou enfiá-la na minha boca. E não conseguindo, ele de maneira jocosa leva a 'peça' até o nariz, a cheira e em seguida a coloca em seu bolso. E Elis já 'nuazinha em pelo' com aquela xoxotinha 'moicana', aqueles seus peitinhos ou 'leves relevos' bem pontiagudos, aquele 'pilãozinho' que eram suas curvinhas e o também leve relevo de suas ancas duríssimas, rebolava e enquanto ainda maliciosamente me fitava, fazia várias poses, de quatro ou se arreganhando, fazendo enlouquecer mais e mais toda aquela molecada que envolta daquela mesa de sinuca já lhe avançava passando a mão onde conseguissem alcançar. Eu tentava evitar de olhar aquele 'show de putaria' que minha mulher dava, mas o moleque que me imobilizava junto com o moleque brutamontes, me forçava a abrir os olhos. Até que num dado momento em que Elis realizava mais uma daquelas suas 'danças até o chão', a mesma por estar bastante 'alta' ou 'trêbada', acaba se desequilibando e caindo sobre a mesa. E quando isso acontece, tudo o que eu vejo são várias mãos de moleques a puxando ao mesmo tempo em que vários outros tiravam suas camisas, botavam os seus bonés para atrás e colocavam suas cacetinhas para fora. Elis seria 'currada' por aqueles pivetes! -Eliiiis...! Eu desesperado com meus olhos ainda cheios de lágrimas, a gritava inutilmente enquanto ela se entregava àquela turba formada por aqueles 'tarados mirins'. Um princípio de tumulto se ensaiava para ver quem seria o 'primeiro', mas aquele que parecia ser o mais forte e também o dono da festa, havia prevalescido com tais argumentos e assim, puxando Elis pelas pernas começou com entochadas fortes e profundas que faziam a mesma 'urrar' e todos envolta delirar. 'Fode-fode-fode-fode...' Era o que aquela molecada gritava em coro incentivando aquele taradinho filho da puta! Eu já não podia ver muito bem Elis envolta daquele 'bolinho' de moleques, Mas quando alguém se afastava um pouco eu notava que ela deitada sobre aquela mesa de sinuca enquanto tinha suas pernas arreganhadas e sua xota entochada, ainda permanecia tentando me fitar para me afrontar. Seus gritos, ela fazia questão de emití-los bem alto para que eu ouvisse e entedesse que ela estava sendo muito 'bem fodida' ali. E quando o moleque finalmente goza, o mesmo é arrancado dali por um outro que com a mesma sanha, mete fundo sua banana nanica na xoxotinha de minha vadia esposa. Noto celulares serem erguidos e com eles os moleques envolta filmavam toda a sacanagem. Os gritos de Elis permanciam histéricos, mas como eu disse, não era simplesmente pelas estocadas que aqueles fedelhos lhe davam, já que ela antes de me conhecer era uma das maiores putinhas de seu Morro e aquelas 'linguicinhas' eram fichinhas para ela; seus gritos eram para me provocar e aquela puta conseguia isso perfeitamente. Mas nada eu podia fazer a não ser odiá-la e também odiar a mim mesmo por ter 'arrumado' aquela 'cadela' como esposa. Noto apesar da confusão que ela fora debruçada e assim fora fodida numa posição que simulava um 'carrinho de mão'. Os moleques aos risos também me provocavam dizendo que 'ela era muito gostosinha', 'o quanto ela era apertada', 'que eu a tinha perdido para eles', 'que eles lhe fariam um neném' e até um 'apelido' eu havia ganho deles e este era 'Bombinha' devido aos maldosos comentários que Elis havia feito sobre o tamanho de meu pênis naqueles infelizes discursos que ela fizera antes de tudo aquilo ali. Noto também que ela é colocada de quatro e assim é fodida por mais um outro moleque que já está em cima da mesa com ela. A aglomeração se afasta mais um pouco e nisso, a vejo me fitar e nesse instante entre um gemido ou grito por ela mesma amplificados, ela diz - Isso, me arrebenta, novinho...faz logo um filho na tia, faz...?!Uuuuh...tá vendo só, seu 'pau mole'?! Kkkkkk...uuugh! Vê-la falar essas sacanagens me olhando como se 'me jogasse na cara' essa frustração de ainda não termos filho...! O que isso teve de cruel, estranho e 'doentiamente' me deu uma leve excitação. Nesta hora senti meu pau estranhamente dar uma rápida 'pulsada'. Não sei se era o stress de toda aquela situação enfadonha que eu estava passando...! Mas meus sentidos começaram a se confundir. E o pior é que ela realmente poderia ficar grávida, pois na hora em que vi eles se prepararem para fodê-la, eu não me lembro de ter visto alguém colocar alguma 'camisinha'. Isso se existisse camisinhas para o 'tamaninho' de muitos deles, pois como já disse, era tudo um bando de pirralhos. E dois já estão a fodendo ao mesmo tempo. E para tal, ela havia escolhido os dois únicos negros presentes naquela festa. Talvez por achar que os dois fossem os mais 'bem dotados', ela que queria ser 'arrebentada' como ela mesma dizia, permitiu que estes a fodessem, sendo um na xota e o outro por cima em seu cuzinho. Ela nunca, eu disse nunca, me deu aquele cuzinho! Outro garoto que também subiu sobre aquela mesa, se agachou na frente dela e a botou para 'mamar'. Outra coisa que ela também fez bem gostoso e que quando o filho da puta gozou em sua boquinha, ela me fitando, antes de engolir, para também me humilhar mais, fez uma espécie de 'gargarejo'. Vários garotos já estavam em cima daquela mesa de sinuca. Eu não sei como ela não 'desabou' com todo mundo?! Todos estavam impacientes e queriam a sua vez de 'traçar' aquela xoxotinha ou aquele cuzinho e muitos se via nitidamente que estavam tendo a sua 'primeira vez' ali. Os mais novos, os mais CDFs e até as poucas garotas que ainda restavam naquela festa...ou melhor: naquela 'orgia', não ficaram de fora! Cheguei a notar que três a fodiam ao mesmo tempo, sendo um no cuzinho e 'dois' na xoxota. Como uma filha de pastor e aquela que poderia ser a mãe dos meus filhos, podia ser tão devassa assim?! Era o que eu pensava quando eu conseguia pensar em meio a tudo aquilo. Quanto ao fato de ser mãe, eu não sei como seria para ela amamentar a criança, pois seus seios já quase 'inexistentes' estavam literalmente 'deixando de existir' de fato com as tantas chupadas e mordiscadas que os mesmos levavam! De onde estava, eu podia ver jatos e mais jatos de ainda 'ralos' espermas sobrevoarem aquela muvuca ao redor daquela mesa. E quando ela já estava sem voz de tanto gemer e gritar de 'dor' ou para me provocar, eu só podia ouvir o 'som dos atritos' daquelas tão violentas e 'famintas' estocadas que aquela puta levava em seu 'âmago'! Apesar dos pesares, eu tinha que admitir que aqueles moleques com toda aquela 'energia adolescente' 'pegaram ela de jeito'! Meu desempenho sexual tão 'minado' por essa tão estressante vida de adulto, não podia com aquilo! Além de muita punheta que ela tocou, chupadas que ela deu e levou. Em seu corpo estirado sobre aquela mesa, também notei que fora espalhado alguns punhados de pó 'de coca' ou qualquer 'coisa' que foi inalada tanto por ela quanto por cada um que sobre a mesma encostava a sua cara. A 'curra' é retomada, mas é logo interrompida pelo brutamontes que me imobilizava e grita reivindicando a sua vez. Este é ouvido e ao me soltar para se juntar aos outros 'tarados mirins', eu consegui me desvencilhar do outro que também me segurava, mas não era tão forte e assim surpreendo o brutamontes, o puxando pelas costas(pela camisa) e iniciando uma grande luta com ele. Esta se dá sob os gritos de incentivos lhes dado por todos os seus colegas. E vendo que eu levava a pior, Elis, talvez num momento de rápida 'lucidez' ou 'arrependimento', sai de debaixo de um dos moleques naquela mesa e segue a meu favor tentando tirar o moleque brutamontes de cima de mim. Mas é tarde demais, pois o mesmo como conhecedor de artes marciais, consegue me 'botar para dormir'. E assim, 'apago' até a madrugada, não sabendo de mais nada que possa ter ocorrido ali, mas com certeza toda aquela molecada presente naquela chácara fodeu minha mulherzinha, pois a 'fila' estava grande ainda! E quando acordo, ao recobrar meus sentidos, me lembro de tudo o que houve, me deparando com uma cena muito parecida com a cena do final de uma festa do filme 'Kids'. Haviam moleques dormindo...'desmaiados' e espalhados por vários cantos da chácara. Mas quando vi aquela que era a minha linda esposa, também desmaiada sobre três moleques naquela mesa de sinuca, pensei que nem mesmo 'Larry Clark' poderia imaginar uma cena tão pervertida como aquela! Sem palavras, ainda tento esboçar qualquer reação, estendendo minha mão na direção daquele corpitcho lindo e desfalecido, como se fosse fazer alguma coisa como estapear ou esganar. Mas me travo e tremendo, cerros os meus punhos, soluçando e saindo dali quase chorando e sem olhar para atrás. Não sei como consegui ter frieza o bastante para dirigir tranquilamente, percorrendo toda aquela distância até chegar a nossa casa. E lá chegando, sem saber o que pensar ou fazer, olhava ao redor, inclusive para um lindo retratinho de Elis sobre o rack. Vê-la rebolar naquelas cacetinhas 'quase impúberes'. Chupar, tocar punheta, levar tapas, além das cospidas e gozadas naquela boquinha com a qual selamos nossa união. Toda aquela cena de Elis sendo 'currada' ou 'se deixando' currar daquela forma foi traumatizante e não saía da minha cabeça. Já em nosso quarto, tomo um calmante e mais uma vez durmo. Horas depois, não demora muito e após levantar e tomar um café na cozinha, noto que alguém abriu a porta da sala. Era Elis visivelmente envergonhada e presumindo que nossa relação terminara ali. Ela com certo siso na face e postura, não quer nem assunto e diz que quer subir até o quarto para arrumar suas coisas. Mas ao passar por mim com toda aquela postura firme e até brusca, eu logo a impeço segurando-a pelo braço. Ela se surpreende e antes que ela dissesse alguma coisa, dou-lhe um 'guloso' e apaixonado beijo naquela sua boquinha gostosa. A princípio ela tenta se desvencilhar, mas como sou mais forte, prevalesço e não demora já estamos no chão, sobre o carpete, onde fazemos amor tórridamente. -É assim que você deixou aqueles filhos da puta te comerem, não foi...hã?! Era o que dentre outras coisas eu lhe jogava na cara de uma forma bem pervertida enquanto penetrava fundo aquela xoxotinha tão quentinha e que tão facilmente já se molhava. E enquanto ela virava sua cara e se contorcia, horas de 'repulsa' e horas de 'entrega' mesmo, eu prosseguia: -Gosta de funk, gosta de shortinho...já deu muito lá naquele teu Morro, né, Chupetinha...?! ...Será que um pivete daquele te engravidou, hã?! E dizendo tais coisas sem nunca deixando de citar o que aconteceu naquela chácara, a comi de todas as formas! Praticamente a 'estuprei', conseguindo finalmente comer aquele cuzinho inacreditavelmente ainda tão apertadinho! Até que gozei ou melhor: gozamos e intensamente! Prometemos nunca abandonar um ao outro e também deixei que ela continuasse a frequentar  seus bailes funks e que transasse com quantos moleques ou 'molecas' que ela quisesse, mas que sempre retornasse para mim e me dissesse o que fosse preciso para que eu melhorasse meu desempenho.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

IRMÃ DULCILENE E O BONDE DO SENHOR


Irmã Dulcilene ou Pastora Dulcilene, se tornara pastora dirigente de uma das muitas sedes ou 'franquias' da Igreja Poligonal do Reino do Céu, que existia num desses tantos e perigosos complexos de favela da cidade. Muitos membros do ministério daquela igreja se recusavam a assumir a liderança de uma congregação situada num lugar tão perigoso como aquele complexo. Mas Pastora Dulcilene se mostrava confiante e acreditava até mesmo que poderia livrar aquele local da opressão que ele sofria com os tantos bandidos que por lá existiam. Muito enérgica e fervorosa em sua fé e suas pregações, ela mantinha aquela pequena congregação quase que à 'mão de ferro', o que fazia muitos fiéis respeitá-la e alguns de seus obreiros até odiá-la. Muitos pediam para sair, tamanho a pressão que sentiam com o pesado fanatismo e severidade de 'Pastora Dulce', como já era conhecida naquela comunidade. Aquela linda morena, no alto de seus 40 anos, de traços levemente indígenas, cabelos negros, longos e ondulados, seios fartos, coxas que ficavam por conta da imaginação, devido as saias longas ou 'longuetes' que ela sempre trajava; mas que com certeza deveriam ser ma-ra-vi-lho-sas cada uma! Mas seu traseiro, esse não conseguia se disfarçar e o mesmo era nitidamente escultural e 'frondoso'! Era uma verdadeira tentação a 'abundância em Cristo' daquela crente! Tanto, que era possível se perceber algumas manchas de sêmen que nodoavam suas saias com os tantos 'sarros' ou encoxadas que ela tomava pelos coletivos que ela precisava pegar para chegar a igreja. Seu traseiro avantajado, era um GRANDE exemplar da preferência nacional, mas que era desperdiçado por aquele 'fundamentalismo' cego e histérico de Pastora Dulce. Todas essas qualidades também serviam de chamarizes para os seus cultos. Os atributos de Pastora Dulcilene eram gostosos o suficiente para reforçar e 'levantar' a fé de qualquer cristão! Se tinha certeza de que Deus existia quando alguém se deparava com uma morena daquela! Há quem diga que quando aquela igrejinha era nova na localidade, Pastora Dulce, 'nada boba', se utilizava de seus 'dotes' para arrebanhar seus fiéis. Ela que outrora, bem antes de se converter, já foi garota de programa; de uma forma bem sutil, se utilizava de seu charme e borogodó de morena para convencer muitos homens a assistirem seus cultos. E naquela perigosa e pobre comunidade, Pastora Dulce também pregava em seus tantos becos e vielas. Entregava folhetos para funkeiros e viciados que não paravam de subir aquela ladeira, pregava e até resgatava alguns cracudos e também tentava levar a 'Palavra' para alguns 'envolvidos', 'soldados do tráfico' que estivessem afim ou nem tanto, de ouvir. Pastora Dulce parecia estar 'revolucionando' o local! O foco principal de sua pregação nos cultos dominicais, era o tráfico e o mal que o mesmo fazia àquela pobre localidade. Pastora Dulce criticava duramente os bandidos da área, chegando até a afrontar os mesmos; se garantindo em sua fé. Erguendo sua Bíblia, ela dizia não ter medo, que tinha a Palavra ao seu lado e em alguns pontos de sua pregação, chegava a conclamar suas 'ovelhas' a se rebelarem contra a opressão do 'inimigo' que se fazia presente na 'figura do tráfico'. E ao fazer tudo isso, ela mantinha seus olhos fechados e dava 'temeliques' que chegavam a flamular suas leves saias em crepe, sem fazer ideia de que 'olheiros' do bando do traficante Caveira, 'dono do local', a sondavam, enfiltrados dentre seu rebanho. Não demorou para que aquela 'bunduda em Cristo' começasse a sofrer algumas pequenas retaliações. Caveira começou a proibir a 'varora', de pregar em determinados pontos da favela. Seus soldados já não a respeitavam mais. Sem querer saberem se ela era uma 'mulher de Deus', eles mexiam com ela, lhe mandavam gestos obcenos ou mesmo cantadas grosseiras e indecentes do tipo: -Se faltar papel lá na igreja, fala comigo, ô Irmã Tanajura! E outras coisas do tipo, que lhe eram gritadas quando a mesma passava por determinados becos da favela. Até a fachada da igreja, apareceu pichada com ameaças numa certa manhã. Mas aquela 'guerreria em cristo' não iria se intimidar! E sua 'cruzada' contra o tráfico continuaria a qualquer custo. Bases de alguns máritires bíblicos que deram suas vidas pelo Evangelho, era o que lhe dava força para prosseguir. Os dias se seguiram e quando chega o domingo, é dia de mais um daqueles cultos mais fervorosos que aconteciam naquela congregação. E Pastora Dulce, aquela varoa indomável, continuava firme e forte com suas pregações contra o tráfico e sua horda de malfeitores. E na maior ousadia possível, ela chega a dar 'nome aos bois' e pede para que alguns fiéis que se sentissem oprimidos em sua localidade, fosse até a frente, no púlpito, para dar o seu testemunho e dizer qual era o problema e onde ele se localizava, que ela com suas orações daria um jeito. A ousadia de Pastora Dulce era tanta, que ela chega a ironizar dizendo que o 'Bonde do Senhor', invadiria 'pesadão' o local onde tal servo morava e queimaria com 'fogo divino' todos os vagabundos da região. Aquilo já foi demais para os olheiros ali infiltrados e dos quais um deles com um radinho comunicador, sai de fininho e avisa ao se 'patrão' o que a mulher havia dito. No dia seguinte, após a noite daquele fervoroso culto, Pastora Dulce é a primeira a chegar para arrumar o templo. Ela sozinha enquanto mexe numa coisa e outra, cantarola um de seus hinos favoritos, quando é surpreendida por um de seus antigos obreiros que havia se afastado da congregação. Ela se surpreende e cumprimenta o mesmo, chegando a achar que este estaria retornando para a igreja. Mas quando se aproxima da tal 'ovelha desgarrada' para iniciar qualquer conversa, ela é interrompida de uma forma um tanto brusca por um grupo de três bandidos do 'Bonde do Caveira', que visivelmente drogados, a cercam e também começam a mexer em tudo o que encontram pela igreja. E Pastora Dulce com sua autoridade de pastora, os censura e os repreende pelo que eles estavam fazendo na 'Casa de Deus'. E quando Pastora Dulce já ficava mais enérgica, com aqueles delinquentes que já depredavam o que viam e saqueavam os dízimos e ofertas, eis que surge nada mais, nada menos do que o famingerado Caveira, o 'Dono do Morro'. E Pastora Dulce já se alivia ao ver que o dono da comunidade chegara e com isso colocaria ordem em seus subordinados. -Seu Caveira, olha só o que eles estão fazendo na Casa de Deus...! Ela se queixa com o bandido que a interrompe segurando-a pelos seus braços de forma brusca, aplicando-lhe safanões e dizendo: -Cala a boca, ô vagaba...então, você é a tal pastora que tá dizendo aí, que vai quebrar minhas bocas com um tal de Bonde do Senhor, né...quem é esse Senhor?! Caveira demonstrando uma 'suprema ignorância', diz de forma ríspida enquanto amedrontada, Pastora Dulce soluça com a face virada. Nisso, um de seus drogados comparsas a surpreende, levantando por trás, sua reta e leve, saia de cetim com estampa 'Python' na cor verde. -Q-que isso, amado...e-eu sou uma serva do Senhor, isso aqui é uma casa de Deus...?! Assustada, Pastora Dulce com sua cafona calçola bege quadriculada(Houndstooth) à mostra, tenta argumentar enquanto também tenta abaixar de volta a sua saia, sob fortes tapas que leva naquela bundona e passadas de mãos nas coxonas, dados pelos bandidos que a rodeavam. Caveira a impede de abaixar de volta a saia que se encontrava toda levantada e dobrada sobre o ventre da mulher. E a segurando pelos braços, força-lhe um guloso beijo. -Estrupa ela, Patrão...! Grita um dos bandidos enquanto a pastora que inutilmente tentava se desvencilhar de Caveira tinha seus grossos lábios 'devorados' pelo marginal. E nisso, este a leva até um daqueles muitos e longos bancos daquela congregação. Ela apavorada, ainda lança, também inutilmente, um olhar para seu ex-obreiro, na esperança de que este a ajudasse. Mas o mesmo se mantém inerte, lhe devolvendo um odioso olhar sarcástico. E já naquele banco, um dos primeiros e bem próximo do púlpito, Pastora Dulce é bruscamente jogada, onde cercada por Caveira e seus homens, é bulinada por todos que aos risos e deboches, mexem em seu cabelo apertam os seus seios e passam suas mãos naquelas coxas, um a um. E apavorada, Pastora Dulce implora para que parem. -Amados...parem por favor..e-eu sou uma serva do Senhor...ugh...! E mais uma vez ela é interrompida por Caveira que a puxa pelos seus longos cabelos e lhe apontando uma pistola ironiza: -Esse aqui que é o teu 'Senhor' agora, sua puta...anda, chupa! Ele a obriga a chupar o cano de sua pistola, coisa que ela faz chorosa enquanto que lá na porta, o ex-obreiro que se mantinha olhando de longe, já se prontificava a fechar a igreja para que o bando desse prosseguimento ao que se daria ali. Após algum tempo fazendo Pastora Dulce chupar o cano daquela arma, Caveira para e ainda a pegando pelos cabelos, a obriga a manter a boca aberta. E a mulher, coagida, o obedece e assim o odioso bandido dá-lhe uma cospida no interior daquela boca carnuda e deliciosa da pastora. Os outros bandidos que já esfregavam suas cacetas sob suas bermudas e calças camufladas, só gargalhavam com toda a cena. É quando com a pistola já guardada, Caveira, excitado, resolve colocar seu imenso pau preto para fora da calça, fazendo com que espantada com o tamanho da jeba, Pastora Dulce arregale seus olhos e com seu membro numa das mãos e ainda segurando a pastora pelos cabelos com a outra, Caveira começa a dar-lhe 'surrinhas de pau' na face, das quais a mulher que a todo tempo se mantinha constrangida, tentava se esquivar. -Cadê o Bonde desse tal de Senhor, agora, hein...cadê?! O odioso bandido ironizava Pastora Dulce enquanto 'estapeava' sua face com aquele 'chouriço' imenso. -Agora cê vai me levar pro paraíso, pastora...anda, chupa! Ele tenta obrigar Pastora Dulce que chorosa se recusa, dizendo para eles pararem, que ela era uma mulher de Deus. E Caveira mais uma vez a ironiza dizendo: -Que mané Deus... agora você é minha mulher...! E já alterando o tom de voz, ele a puxa pelos cabelos e completa aos gritos: -Chupa!!! E coagida, Pastora Dulce não vê escolha a não ser fechar os olhos, abrir aquela sua boca carnuda e mamar bem gostoso, cada centímetro daquela 'veiuda' 'tora de ébano'. -E é pra engolir o leitinho, hein...?! he he he! Diz o extasiado Caveira enquanto enojada e chorosa, Pastora Dulce se vê obrigada a reviver seus dias de garota de programa para poder 'engolir' aquela jeba. Os outros bandidos com suas trolhas já de fora, se masturbavam enquanto vibravam e riam da situação. Até o tal ex-obreiro, também se punhetava, mas o fazia de longe, se mantendo na porta onde ele vigiava. Caveira goza, deixando cremosas camadas de porra que transbordavam pelos cantos da boca da pastora e que em seguida é obrigada a engolir. -Engole meu leite! Ele diz aos gritos enquanto puxa o cabelo da varoa que o obedece bem enojada e constrangida e ainda se vendo obrigada a mostrar a língua para que o bandido veja se de fato ela engoliu tudinho. E em seguida antes de dar vez para outro, Caveira resolve tirar a 'camisa da congregação' que Pastora Dulce trajava. A mesma fica de sutiã(bege) que é logo arrancado pela mão de um dos bandidos. E para delírio de todos, um par de fartos e deliciosos seios, saltam. Eles passam a mão, apalpam e teve um que até avançou para abocanhá-los, mas foi logo retirado pelo chefão Caveira. E pelo mesmo, todos são colocados enfileirados para que Dulce chupe um a um. E após obrigar Pastora Dulce a mamar gostoso na caceta de cada um daqueles meliantes, Caveira resolve bater uma deliciosa 'espanholinha' nos peitões daquela crente. Um de seus comparsas chega com um frasco contendo um óleo que seria para a Pastora Dulce ungir o seu rebanho durante alguns cultos. O mesmo óleo é passado nos peitões da pastora que ficam brilhantes e bem lisos. A mesma é obrigada a segurá-los e enquanto estes são fodidos, ela se chega contra o encosto daquele banco, onde constrangida, mantém sua face virada. E em seguida, o bandido a coloca de joelhos no chão, onde uma roda é formada a seu redor: -Aí, bandidagem, vamo ungir as teta dela com nosso leite! he he he. Caveira diz em deboche. E assim, todos se masturbam. E durante o ato, num também total deboche da parte daqueles bandidos, em coro, alguns cantam partes do refrão de uma conhecida canção cristã que dizia: 'Derrama Senhor, derrama Senhor...' E logo em seguida são despejados jatos e mais jatos bem leitosos de porra sobre aqueles peitões. Alguns erram o alvo e acertam a face ou o cabelo da mulher, mas a maioria acerta as peitolas que ficam bem banhadas com toda aquela 'gala' que escorria até seu ventre ou dava a volta, chegando às costas(no dorso). E ao término, mais uma vez, Pastora Dulce é pega pelos cabelos e levada para o banco. E lá, desta vez ela é colocada de quatro, por Caveira que segue arriando a cafona calcinha quadriculada da mesma, bem devagar, deixando à mostra o seu imenso 'panzarô' que arranca mais suspiros da rapaziada. Ele segura e estapea aquelas ancas imensas enquanto Pastora Dulce geme e faz súplicas em vão. E após muitos tapas dados não só por Caveira, mas também por alguns de seus excitados comparsas, Pastora Dulce ainda mantida de quatro, tem suas ancas arregaçadas pelas mãos de Caveira que sem querer saber de mais nada, começa a linguar a olhota daquela 'Fantástica Fábrica de Churros' enquanto aquela varoa se 'desfazia' em suas vãs súplicas. E a punheta é geral envolta da hisdrúxula cena daquela religiosa tendo o seu traseiro devorado pela boca sedenta e insana daquele bandido que o linguava bem fundo. Num certo momento, como se todo aquele escárnio e humilhação já não fosse o bastante, um bandido se aproxima e esvazia uma garrafa do vinho que seria usado na Santa Ceia, o despejando sobre o bundão de Pastora Dulce para que Caveira lambesse junto com o rabão da mulher. E nisso, outro bandido que comia um pão que também seria usado na Santa Ceia, dá um pedaço do mesmo para Caveira que o passa no cu da pastora e também o come em seguida. Suas ancas também eram mordiscadas e suas coxas lambidas. Pastora Dulce que chorosa, rezava baixinho, já não conseguia disfarçar o prazer que começava a sentir. Aqueles anos e anos em que ela fez programas, estavam querendo vir à tona com toda aquela sacanagem que ela estava sendo forçada a se submeter. -Uuugh...manabi-amanabi-manaz...ouch...macôvanachuria...! Em sua confusão de sentidos, Pastora Dulce já nitidamente extasiada, 'falava em línguas' enquanto tinha o seu rabão chuchado por aquele facínora. Todos fizeram o mesmo com ela que já completamente nua, sem a saia que ainda se encontrava dobrada envolta de seu ventre e a cafona calcinha, ambas arrancadas, já era preparada para o pior. Caveira e todos os seus comparsas eram ex-presidiários, foragidos ou sob condicional. E com isso, todos só tinham o costume de fazer sexo anal. Talvez pelo tanto tempo em que se encontravam presos, eles acabaram desacostumando com a boceta ou simplesmente não lhe davam preferência. E eles deixaram isso bem claro para desespero daquela varoa! Pastora Dulce continuava a orar baixinho enquanto os facínoras se preparavam para enrabá-la. Um princípio de túmulto se iniciava para ver quem seria o primeiro, mas claro que este seria o 'patrão', o dono da boca. Aquele outro bandido retorna com o frasco daquele óleo da unção que fora utilizado nos peitões da varoa. E com isso, Caveira, tem a pervertida ideia de também besuntar todo o traseiro da pastora com o tal óleo. Coisa que ele faz aos risos e mais estalados tapas que o mesmo dava naquelas grandes ancas. O óleo também é passado por cada bandido em seus pênis para lubrificá-los. E Caveira com sua tora também oleosa e latejante, se prepara para entochar aquele 'cuzão neo-pentecostal'. Mas ao seguir, antes de enfiar, ele para esculachar mais ainda, Pastora Dulce, brinca, estapeando-lhe as ancas, mas dessa vez com sua trolha. Ele passa e esfrega a mesma entre o ânus e perto de enfiar, se aproximando da entrada, para zuar, sopra a língua entre os lábios, reproduzindo uma onomatopéia que simulava o som de um peido. Todos riem e o bandido segue com compassadas enfiadas que vão aos poucos preenchendo aquele rabão que engolia centímetro por centímetro do que lhe era empurrado daquela trolha 'intestino' a dentro. -Uuuuh... isso é o que mais deixou saudade daquele tempo brabo em que eu era xerife lá da cadeia...he he he! Extasiado, Caveira comenta com os demais que se acabavam, abrindo aquela roda de punheta envolta. Pastora Dulce, suplicante, começa a gemer ou 'grunhir' com a pressão que começa a ser exercida em seu traseiro. Ela que há muito tempo não levava nada ali, estava 'desacostumada' e aquilo era um tanto doloroso para aquela religiosa. Aaaaai...uuuuh...manabi-amanabi...! Ela aos gritos gemia e seguia proferindo suas 'línguas estranhas' até ser interrompida por Caveira que a fortes tapas que lhe aplicava nas ancas lhe diz: Manabi de cu é rola...cala essa boca e rebola, sua puta! Nisso, além dos demais que se masturbavam, o obreiro naquela porta, já estava em sua quinta gozada. -Acha que eu não via lá da minha laje, você com esse teu cuzão cagado rebolando de um lado para outro, fazendo a cabeça dos meus soldados e da minha clientela, hã...?! Caveira lhe dizia como se a acusasse, enquanto lhe estapeava as ancas. -Vem pra cá, enche a cabeça do pessoal com tuas pregação, pra dispois voltar lá pro asfalto, pra tua casinha de reboco e varanda, pra ri de nós, né?! -Então toma..uuuh...sente a favela até o talo nesse teu cuzão cagado...aaah! Ele, extasiado, dizia tudo isso, enquanto ainda estapeava-lhe as ancas e acelerava o ritmo de suas entochadas, coisa que os anos de programa que Pastora Dulce fizera no passado, permitiu na maior tranquilidade, devido a elasticidade e dilatação que aquele orifício possuía, herdadas dessa época. Mas chorosa em suas orações em voz baixa, Pastora Dulce apenas gemia enquanto tinha o seu traseiro socado com essas estocadas que além de aceleradas e profundas, começavam a ficar ruidosas. O óleo que untava as ancas de Pastora Dulce, deixava as mesmas pegajosas, e tais 'ligas grudentas' que também se misturavam as coxas de Caveira, podiam ser vistas de longe com o choque das estocadas. O som de atrito no choque das coxas ou dos culhões contra as nádegas, também ecuavam pelo salão. A vez é dada para outro bandido que também a enraba com força. Nenhum deles ficou de fora daquele cuzão! E o suplício de Pastora Dulce só aumentava, pois todas as cacetas variavam não só de tamanho, mas também de diâmetro e tudo 'para mais'. Em muitos momentos, ela se via obrigada a com uma das mãos, afastar uma nádega para facilitar para a grossura do pau de quem estivesse lhe enrabando. O outro negro, além de Caveira que compunha o bando, assim como o 'patrão', também foi o que mais a arrombou. -Ó Senhor, por que abandonastes essa tua serva...ugh...olha o que eles estão fazendo com este cu que tu ungistes...aaaah!!! Pastora Dulce clamava desesperada, voltando a cabeça para o alto, embalada pelo atrito das socadas em seu rabo, pelo 'fap-fap' das punhetas e pelos gemidos de prazer de todos aqueles bandidos. Todos com exceção de Caveira eram bem jovens e com isso era quase impossível para aquela mulher de Deus resistir a toda aquela virilidade somada a prática com a enrabada que os tempos de 'educandário' lhes deram. E fatalmente tudo isso acabava por conseguir fazer com que ela se 'molhasse' e rebolasse um pouco em alguns momentos. Pastora Dulce não era enrabada só de quatro. Em alguns momentos, ela era obrigada a sentar de frente ou de costas para quem a comesse e num dado momento em que ela sentou-se de costas sobre um deles, ela enquanto tinha as pernas seguradas e erguidas por este, era simplesmente 'rebocada' na base da enrabada. Punhados de cocaína eram colocados e cheirados sobre as ancas da pastora e siglas da facção a qual eles pertenciam são pichadas pelas paredes do templo. Depois de a enrabarem bastante sobre aquele banco, Pastora Dulce é levada até o chão, onde aqueles facínoras resolvem todos comê-la ao mesmo tempo. E lá, enquanto era fodida por um que se mantinha sob ela, outro a enrabava e mais um outro, ela chupava. Caveria que polia sua pistola com um farrapo da saia estraçalhada da pastora, se mantinha sentado no banco observando e zuando a curra que era aplicada naquela varoa. Eles se revezavam na posição e em cada orifício que era fodido. E quando finalmente se fartam de se deliciar com aquela maravilha de varoa que era Pastora Dulcilene, a mando de Caveira, todos com os seus paus 'grudentos', impregnados com 'breubas' de todo o tipo, retiradas daqueles orifícios crentes e 'quentes' da pastora, estes ficam envolta da mesma enquanto ela é mantida de joelhos. E ali naquela roda, enquanto se masturbam, é decidido que cada um gozaria na boca da mulher para que a mesma engolisse. Pastora Dulce constrangida e indignada diz: -Vocês vão arder no mármore do infer...gulp! Mas antes que terminasse de praguejar, seguidos e cremosos jatos de porra, a interrompe, a fazendo engasgar. Cada um despeja naquela bocona, toda a porra que ainda lhe restava daquela curra. Até o obreiro que há todo tempo se manteve na porta, também fora chamado por Caveira para que também despejasse seu 'leite' ali. E ao término de todas as gozadas, sob a mira da pistola de Caveira, a varoa é obrigada a engolir tudinho e ainda a dizer que gostou. Coisa que ela faz sem encará-los, balançando sua cabeça positivamente e mantendo uma expressão de indignação. Caveira, um tanto ofegante com sua 'borracha' ainda respingando gotas de porra, se aproxima da face da pastora e zuando-a, aplica-lhe surrinhas na mesma, a arremedendo dizendo: 'manabi-amanabi'!, A língua estranha que ela proferiu várias vezes enquanto era currada pelo bando. E logo em seguida, o mesmo engatilha sua pistola e se prepara para 'passar' a irmã. A mesma se mantém cabisbaixa aos soluços enquanto aguarda sua execução. Quando de repente as portas da igreja se abrem sozinhas. E uma forte ventania ao lado de uma forte luz invade o templo. A ventania que chega a remover alguns daqueles grandes bancos, quase carrega a todos e a luz, além de ofuscar a visão de todos, consome em chamas o corpo do obreiro que havia retornado para a porta. Todos os bandidos com suas vistas ofuscadas, se espantam e engatilhando suas armas, atiram a esmo dentro daquela congregação. E é quando de dentro da luz que tomava a porta, surgem dois anjos com espadas flamejantes e que voam em direção a Caveira e seu bando. Os mesmos, espantados, ainda tentam atirar contra as duas 'entidades', mas de nada adianta e os supostos anjos decepam as cabeças de todos os marginais. Pastora Dulce, desesperada, apenas chorava encolhida num canto, até ser amparada por um dos anjos que lhe estende a mão e a ajuda a se levantar. Em seguida, ela desmaia e quando acorda, já está num hospital internada. Dias haviam se passado e em seu leito ela recebia a visita do pastor presidente da Igreja Poligonal e um delegado que quer saber o que houve naquela igrejinha da favela. E Pastora Dulce diz o que ela viu, relatando ter sido salva por anjos e que os mesmos deceparam todos aqueles bandidos. Pastora Dulce demonstrando estar fora de si, segura bem firme na mão do delegado e mantendo o olhar fixo para o mesmo e o pastor, ela diz repetidamente que fora salva pelo 'Bonde do Senhor'. E pela forma como Dulce fala, típica daqueles fanaticamente extasiados testemunhos que se dão em igrejas e também pelo possível estado de choque que se julgava que a varoa ainda pudesse se encontrar, o delegado não acreditou e desconcertado, confortou a mulher, mas preferiu ficar com o que já se suspeitava. Que na verdade o que aconteceu, foi uma possível invasão de uma facção rival que também coincidira com o atentado que a religiosa sofreu e com a chacina de Caveira e seu bando, já que os principais homens que faziam a segurança ou eram os 'atividades' do tráfico local, foram designados para currar aquela mulher de Deus.

terça-feira, 31 de maio de 2016

CEICINHA DA PROVI



Como era conhecida a minha querida e linda mamãe antes de se tornar Maria da Conceição 'Schlesinger' após se casar com o meu padrasto, um empresário de Família Nobre alemã, que assim que conheceu o nosso carnaval, logo se apaixonou por aquela que era a sua mais linda representante: Minha mãe ou melhor: 'Ceicinha da Provi' aquela linda passista nascida e criada no Morro da Providência, localizado na região central dessa cidade assim como ela Maravilhosa. Além de um tanto estranho, também sou suspeito para falar de minha própria mãe, mas não é só eu que falo! Praticamente todos os 'cuecas de plantão' com os quais nos encontramos quando saímos junto, não conseguem se conter e assim acabam 'mexendo' com ela. Alguns de uma forma mais respeitosa, procurando serem simpáticos e outros mais atirados já chegavam a ser bem atrevidos. Evitávamos lugares onde havia muita aglomeração para fugir daqueles tão famingerados 'sarros', além de escadarias, passarelas e até mesmo certas praias. Meu padrasto havia construído aquela baita piscina em nossa casa até para que minha mãe não tivesse muito interesse por tais locais. Mas nada disso adiantava e muitas brigas eu quase entrei para defender a honra daquela linda negra que eu acompanhava e tinha como mãe. Seu corpo era por demais escultural e por não conseguir descrever tanta formosura, para que seja fácil a compreensão, é só vocês pensarem na também deliciosa 'Maju', a 'Garota do Tempo' do Jornal Nacional, só que com muito e eu disse muito mais bunda! Em seu tempo, quando desfilava por sua 'Escola do coração', se destacava mais do que os carros alegóricos que a acompanhavam. Seu gingado somado a seu dengo, ziriguidum, telecoteco, borogodó e quantos mais nomes engraçados que se arrume para definir o que é indefinível e bom, hipnotizava a todos! Durante muitos anos anos ela desfilou a frente de uma grande escola da Zona Norte, mas várias outras escolas já disputaram pelo seu passe ou 'seus passes'! E ela era tão apaixonada por carnaval que até quando estava grávida, me esperando, ela não deixava de desfilar. Ela já estava a frente de sua escola desde de os onze anos e me teve aos quinze. E o carnaval sempre a acompanhou durante toda a sua formação, pois da parte que ela morava daquele Morro, desde bem pequenininha ela ao ouvir de longe os repiques dos 'tambores' de toda a agitação que vinha do sambódromo, dançava de longe e assim contagiava todo o seu 'beco'. Conheceu Petrus Schlesinger, meu padrasto, durante aquele carnaval que seria o seu último a desfilar por sua Escola. Mas que acabou também sendo o seu último carnaval a desfilar por qualquer escola, a 'pular', 'brincar' ou seguir qualquer bloco já que Petrus sabendo da 'delícia' que ele havia conquistado, não queria dar 'bobeira' e logo de uma forma bem diplomática conseguiu proibí-la de curtir carnavais. E apartir dali, a lendária 'Ceicinha da Provi' só poderia sambar para aquele velho e gordo alemão! Minha mãe não aceitava muito bem isso, mas por outro lado, também não tinha do que se queixar, pois o velho Petrus nos deu uma vida muito boa. Moramos no que eu diria que é praticamente uma mansão. Ela tem tudo o que quer e também me deu a oportunidade de estudar nos melhores colégios pagos da cidade. Nossa vida é muito boa, não tínhamos mesmo do que nos queixar! Quando eles já estavam há um bom tempo casados, eu já tinha 13 anos e conheci o meu amigo 'Parafal', um bandidinho que rodeava a minha escola, onde ele tinha uma namorada que era muito minha amiga e logo me apresentou a ele. E eu, aquele molequinho 'leitinho com pêra', 'filhinho da mamãe', não demorei a me afeiçoar e a me fascinar por aquele baita negão marginal e sua 'vida torta' de bandidagem. Parafal me levava para os bailes que aconteciam em sua comunidade. Coisa que eu tinha que fazer escondido já que minha mãe é bem super protetora. Ele também me ensinou a soltar pipa, jogar capoeira e até a me masturbar. Ele nã era da minha faixa, pois já tinha os seus 17 anos(incompletos) e quando eu o apresentei a minha mãe, isso logo a deixou muito cismada. De cara ela não se simpatizou muito bem com Parafal quando eu o apresentei. Aquele jeito de se expressar e se comportar, ela como uma 'cria' de comunidade, viu na hora que aquele negão não passava de um marginalzinho. Seu nome 'Parafal' que ela estranhou muito, apesar de ter achado graça, também pelo fato de ser de uma comunidade e conhecer muito bem aquele 'complicado' cotidiano, ela sabia que 'Parafal' se tratava do nome de um poderoso fuzil de assalto. Mas ao contrário de minha mãe, Parafal se simpatizou bastante com ela...melhor dizendo: se 'apaixonou' pela minha mãe ou por seu imenso 'pandeiro', aquele marginalzinho safado! Ela, também, com aqueles tão folgados vestidinhos de cetim e sainhas rodadas que ela tanto adorava usar, quem não se apaixonaria?! Ela nos deixava sozinhos jogando vídeo game ou fazendo qualquer coisa, mas a toda hora aparecia em meu quarto para levar algum lanchinho ou ver mesmo se estava tudo bem, já que Parafal não lhe inspirava confiança. Dias depois de ter conhecido a minha casa, que para Parafal foi motivo de grande deslumbre já que eu havia conhecido o 'quartinho' que ele dividia no alto do Morro com a sua avó, notei que o mesmo me perguntava muito sobre minha mãe. Ele a achou bem jovem, já que ela me teve aos quinze anos e também notei que ele já ficava bem indiscreto com suas perguntas, demonstrando nitidamente estar interessado na minha 'Rainha do Carnaval'. Ele se mostrava bem intusiasmado e até 'se convidava' a voltar lá em casa. E eu já entendendo as 'intenções' do negão, tentava de uma forma bem tranquila 'cortá-lo', mudando de assunto. Eu não tinha o costume de levar colegas lá para casa e levando em conta o mulherão que minha mãe é, eu já deveria esperar por algo assim, mas a pulga atrás da minha orelha não saía! Petrus vivia viajando para a Bavária, onde existia boa parte de seus negócios e assim minha mãe e eu ficávamos bastante tempo sozinhos. Os dias se passaram e mais uma vez levei Parafal lá pra casa. Nesse dia havia se passado um bom tempo desde que o velho Petrus havia viajado. E era nítida a angústia de minha mãe ao telefone querendo saber quando o seu velho e querido marido voltava. Ela recebe Parafal com a mesma desconfiança de sempre, mas dessa vez até que ela fora bem mais simpática, chegando a caprichar nos quitutes que ela aprendeu a fazer com as receitas de sua velha avó baiana. E que lhe renderam em altos elogios, nitidamente suspeitos e com segundas intenções, feitos por Parafal, que a deixava toda lisonjeada e 'corada'. E em seguida quando ela sai do quarto, não pude deixar de reparar a olhada descarada que o marginalzinho deu para a bundona de minha, chegando até a se abaixar para tentar ver embaixo da leve 'túnica de seda' que ela trajava. E ela devido aos seus tantos carnavais quando andava normalmente, se rebolava sem sentir, 'naturalmente', por força de seu 'hábito carnavalesco'. E ao notar isso, dei uma 'cutucada' no safado, chamando a atenção do mesmo para o game que jogávamos e assim ficamos pelo resto da tarde. Quando chegou a hora de Parafal ir embora, minha mãe ainda estranhamente se mostrando hospitaleira, diz que Parafal poderia voltar quando quisesse e se despedindo, chegou até a dar-lhe dois beijinhos que chegaram a me dar certo 'ciuminho'. E depois daquilo, Parafal já não conseguia mais esconder sua empolgação. E o crioulo queria porque queria voltar mais vezes lá em casa! Como eu já havia dito, foi com Parafal que eu me aprofundei na arte da masturbação. Durante as ausências de sua avó em seu barraco, nós ficávamos horas tocando punheta enquanto falávamos sobre as meninas e até professoras de minha escola. Mas confesso que quase não conseguia me concentrar na minha 'bronha', pois a pica gigantesca de Parafal, era algo assustador para mim, que só conhecia a minha 'tripinha' na época. E aquelas punhetas daquele neguinho pareciam ter ganho um 'sabor especial'. Tava na cara que a minha mãe e aquela bundona dela 'estavam ali' no meio de todo aquele 'ritmo frenético', além do ruidoso 'fap-fap' que aquela trolha fazia. Durante a 'sessão de bronha', ele não admitia, mas ao término, ele não se segurava e acabava fazendo mais daqueles 'suspeitos' comentários ou perguntas que ele adorava fazer sobre minha mamãe. Mas dessa vez já não suportando o descaramento dele, eu tive que chamar-lhe a atenção e pedir para que ele deixasse um pouco a minha mãe de fora de nossas conversas. Afinal, por mais amigo meu que ele fosse, ver um negão com o 'tipo de vida' que ele levava e uma piroca daquela, falando muito de sua mamãe novinha e bunduda e que na maioria das vezes se via sozinha naquele nosso casarão...! É melhor nem pensar! O velho Petrus retorna, mas não demora ele tem que viajar de novo! E com isso sobravam coisas ou tarefas na casa que só mesmo um homem com razoável força, coisa que eu ainda não possuía, poderia realizar. Éramos apenas eu, minha mãe e Alcina, nossa empregada. E nenhum de nós, mesmo juntos, tínhamos força para mover determinados móveis ou então, eu que também não tinha qualquer conhecimento para consertar ou colocar no lugar determinadas coisas que apresentavam problemas. Mas quando reportei tais coisas a Parafal, o mesmo logo se prontificou a ir até lá em casa para nos ajudar. E assim, o negão logo 'subiu no conceito' com minha mãe que chegou a lhe oferecer um dinheirinho pelo serviço prestado, mas incrivelmente o mesmo, talvez, por média, não aceitou. E ganhando mais daqueles 'melosos' beijinhos em sua face, Parafal sem querer, acaba de se tornar um 'marido de aluguel' de minha mãe. E assim passara a resolver qualquer tarefa daquelas, na ausência do velho Petrus. Este retorna de sua vigem e após matar saudades de seu velho marido, minha mãe combina com o mesmo que no domingo daquela mesma semana gostaria de fazer um 'churrasquinho simples' à beira da piscina e que também gostaria que ele participasse, já que ele como alemão, sabe preparar como ninguém 'aquela' linguiça na grelha! E como sempre com a maior boa vontade do mundo com a sua querida esposa e com seu 'carregadíssimo' sotaque alemão que piorava toda a vez que o mesmo viajava, ele concorda. A pedido dela, convido Parafal para o evento e o mesmo aceita sem pestanejar e chegando quase a 'pular de alegria'. Afinal, ver aquela nega de biquíni, aqueles seios, aquelas curvas e ancas... ele que já mais do que babava por aquela 'Fantástica Fábrica de Churros'...! O domingo chega e lá estamos no churrasco. E minha mãe...ah, minha mãe...! Ao tirar sua canga estampada 'tipo' a bandeira da Jamaica, antes de entrar em nossa imensa piscina, a visão não poderia ser melhor! Parecia que ela havia feito de propósito, pois ela escolheu o seu melhor e mais sexy biquíni! Era um biquininho com estampas 'tribais' que remetiam a África. Ela comprou aquele jogo de biquíni numa viagem que fizemos para o caribe e pouquíssimas vezes eu a vi usar. Ele só era usado quando íamos para praias mais reservadas e tínhamos momentos mais fechados com a família. E quando ela apareceu, todos os homens ali presente ou seja: eu, Petrus e Parafal ficamos boquiabertos! Até mesmo as 'linguiças' que Petrus assava pareceram se enrijecer diante daquela 'Sereia Bantu'! E assim que ela mergulha, sem perder tempo, o tarado Parafal segue atrás dela onde a agarrando dentro da piscina sob os risos da mesma, os dois começam a brincar como duas crianças ou mesmo, 'namorados'. Petrus, muito cuca fresca se preocupava com suas linguiças, mas eu naquela cadeira estava bem ligado no que já estava acontecendo ali dentro d'água. O imenso 'pandeiro' de mamãe era o principal alvo da 'baqueta' daquele negão que quase perfurava a sua 'pele' com as descaradas sarradas que o mesmo lhe dava. No aparelho 'Micro System' que tocava CDs, o pagode 'comia solto'. E quando toca uma música que minha mãe gostava muito, a mesma sai logo da piscina de mãos dadas com Parafal para que o mesmo a acompanhasse numa dança. Petrus não sabia nada de dança, muito menos de pagode ou samba. E tranquilo, ele até ria enquanto Parafal, passava a mão aqui, ali ou até já mantinha tranquilamente a sua mão sobre a bunda de minha mãe. Petrus não deveria ser da Bavária, mas sim de um 'outro planeta'! Ele parecia não fazer a mínima ideia do que podia acontecer ou já estava acontecendo ali! Enquanto ele se preocupava com suas linguiças naquele 'grill', sua mulherzinha de '28 aninhos', quase 'trinta a menos' do que ele, já se esfregava sem parar no 'chouriço' daquele crioulinho que nem barba ainda tinha e que quase a enrabava na sua frente. E quanto mais se bebia daquelas latinhas de cerveja importadas da Alemanha que Petrus não abria mão de trazer, mesmo que na base do contrabando, mais aqueles dois aumentavam o 'açanhamento'. Aqueles risos já escandalosos de minha mãe, aquilo não iria acabar bem! E Petrus, parecia que a cerveja o deixou trouxa...! Eu precisava fazer alguma coisa e então eu fiz! Desliguei o aparelho e a música, para o protesto dos dois que logo 'baixaram o fogo' não ouvindo mais aquela 'pagodada'. Não demorou, o churrasco chegou ao fim. E alguns dias depois, lá vai Petrus de novo para mais uma viagem! Vou para a escola e deixo minha mãe sozinha em casa. Neste dia era folga de Alcina. Volto para a casa mais cedo para supresa de minha mãe e assim que entro na sala quase que a flagro se masturbando diante da TV. A mesma se desconcerta e rapidamente tenta se cobrir com as almofadas do sofá. Ela disfarça me perguntando o que houve e eu também bem sem graça por saber o que ela estava fazendo ali, explico que um dos professores não havia ido. Ela muda de conversa e me pergunta sobre Parafal, mas que estranhamente ela chama de 'Sebastião', o seu verdadeiro nome. Estranho, mas lhe respondo dizendo que ele está bem, mas ao me ver chamá-lo de Parafal, ela me chama a atenção dizendo para que eu não o chamasse assim já que ela achava esse apelido 'horroroso'. E então ela me pede ou 'manda' que eu o chamasse de Sebastião ou 'Tião' que era o seu nome conforme o próprio havia falado para ela durante o churrasco. Eu obviamente estranhei e também não gostei muito dessa intimidade dela com o meu amigo. E em seguida, a mesma continua, pedindo para eu chamar Parafal... ou 'Tião' como ela mesma havia dito, para assistir a um filme em nossa casa. E eu já meio cismado com essa insistência dela por Parafal, não demonstro muito entusiasmo, mas faço o que ela me pediu. E em seguida, alegre ela 'quebra' logo o meu siso, me puxando pelo braço e me levando até ela naquele sofá onde me deitando sobre seu colo, começa a me fazer cócegas na barriga que inevitavelmente me arrancam vários risos. O dia chega e o filme escolhido foi 'Tropa de Elite', que era uma febre na época! Todo mundo tinha uma cópia daquele filme, mesmo que 'pirata' e com a gente não foi diferente. Minha mãe com a ajuda de Alcina, preparou logo aquele bandejão de pipoca e assim, juntos no sofá começamos a assistir ao filme. Ficávamos tensos, riámos e eu não deixava de notar, minha mãe se encostar em Parafal, dar-lhe tapinhas e se despojando mais naquele sofazão que nós três dividíamos, chegou até a colocar uma das pernas no 'colo' de Parafal. Mas nos momentos de tensão do filme era que mais ficava evidente a 'condição' que mamãe estava dando para aquele neguinho, chegando ainda mais próxima dele e até mesmo o abraçando rapidamente. E o mesmo também não deixava escapar a chance de tirar sua 'casquinha'. Num dado momento percebi que ele colocou sua mão sobre o encosto e envolta da cabeça de minha mãe para assim disfarçadamente ir abaixando até conseguir abraçar sua nuca. E eu quase engasgava com o descaramento daqueles dois. Aquilo não podia ser mais inocente! Ela se impressionava bastante quando Parafal dizia o nome de cada arma que aparecia no filme, as comparações de certas cenas com o seu cotidiano na favela e também alguns exageros de outras cenas. Minha mãe sendo também uma 'cria' de comunidade, empolgada, também trocou suas experiências com o mesmo. Aqueles dois se identificavam bastante. Tinham muito em comum, para o meu desespero e o da 'testa' do velho Petrus tão distante lá naquela Bavária dele! E quando o filme acaba, noto que o descaramento de minha 'coroa' só havia começado. Ao levantar para pegar o controle remoto que estava em cima da mesinha de centro, a safadinha que na ocasião usava uma sainha de couro toda plissadinha azul-marinho e que devido ao tempo em que ela estava sentada ficou com as barras meio 'empinadinhas' e assim sem nenhuma 'necessidade' e nitidamente 'proposital', ela se abaixou 'toda' na frente de Parafal que para delírio do mesmo, pôde contemplar e acho que até mesmo sentir o 'cheiro' de sua ínfima calcinha com estampa de zebrinha e cuja 'tirinha' rendada era cor-de-rosa. E eu sei de tudo isso porque também inevitavelmente vi! E nessa hora, já achando que foi demais, eu chamei a atenção dela. Mas incrivelmente, ela nem ligou e até riu olhando para Parafal que retribuiu sorrindo como se até já existisse algum tipo de cumplicidade entre os dois. Dias depois apareceram mais servicinhos para Parafal fazer lá em casa. E ele sob os elogios ou 'pagações de pau' por parte de minha 'mamãe piriguete' ajeitou tudo o que ela pediu. Ele tentou recusar o pagamento mais uma vez, mas minha mãe insistiu e assim ele acabou aceitando e ao agradecê-la sob beijinhos, noto que ele a chama de 'Ceicinha'. O seu apelido dos tempos de 'avenida'! A intimidade entre aqueles dois estava tremenda! Eu pensava já mais do que cismado. E quando vou ao banheiro, onde ele também consertou um cano que havia soltado, ao olhar sem querer para uma linda camisolinha rosa-shocking que mamãe tinha e que se encontrava sobre o cesto de roupa suja. De longe pude notar uma longa 'faixa' meio leitosa que eu não tive dúvidas: era sêmen! Aquele crioulo havia gozado naquela peça de roupa da minha mãe! E enfurecido, apertando aquela linda camisolinha com a mão, ao lavá-la na pia, acabei resolvendo não falar nada para mamãe, mas com certeza iria tirar satisfações com aquele marginalzinho. E foi o que fiz! No dia seguinte na frente da escola o encontrei conversando com um grupinho tranquilamente. E quando me aproximei antes que ele viesse com aquele seu sorriso safado, me cumprimentar como se não tivesse feito nada. Eu já saí lhe socando. Ele fica sem entender enquanto era atacado por mim, mas vendo que já levava a pior, o mesmo reage e com sua maior força e mais aprofundados conhecimentos de Capoeira, quem acaba se dando mal sou eu, levando uma tremenda surra. E ao final para me afrontar e me humilhar ainda mais sobre meu corpo todo arrebentado e quase desfalecido debruçado na calçada, ele se aproxima e perto de meu ouvido de uma forma bem odiosa, diz que 'esporrou na camisolinha da minha mãe mesmo e que na próxima, a gozada seria dentro daquele cuzão cagado dela'. E em seguida ele sai correndo dali ao ver que o tumulto chamara a atenção de toda a escola. Ao chegar em casa todo arrebentado, minha mãe toma um baita susto, me perguntando o que aconteceu. Eu lhe conto tudo e ela até chega a duvidar que 'Tião' como ela gostava de chamá-lo, fez aquilo. Mas por mais triste que lhe parecesse, era essa a verdade e ela se viu tendo que aceitar. Mas, inacreditavelmente, ela ainda tentava aliviar a barra daquele marginal, tentando de uma forma bem 'meiga' conforme o seu jeitinho, me explicar que rapazes da idade daquele 'bandido', costumam fazer o que aquele safado fez na sua camisolinha. Eu fiquei perplexo ouvindo aquilo! Estaria minha mãe mesmo 'de quatro' por aquele bandidinho? Eu pensava sem ter resposta para o que eu acabava de ouvir dela que finalizava me fazendo um carinho, chegando a beijar em uma das escoriações de minha face. Mas também, ela diz que queria ter uma conversa com Parafal. Mas eu, sabendo o marginal que aquele indivíduo era, peço para ela deixar para lá! Mas ela insiste, me pedindo o número do celular(roubado) dele. E ao lhe dar o número, ela liga, mas só dava 'fora de área'. E então em seguida ela pede o telefone dos pais de Parafal. Pais que ele não tinha, pois morava com sua avó, sua única parente. E o telefone desta, eu não tinha e nem sabia se eles 'tinham' telefone fixo, tamanho a pobreza em que aqueles dois viviam. E assim o assunto morreu por uns tempos, mas ficou 'em aberto' a vontade de minha mãe de conversar com aquele 'marginal que surrou o seu filho'. Minhas relações com Parafal foram cortadas e durante algum tempo, eu fiquei sem saber qualquer notícia dele. Minha mãe me matriculou num cursinho profissionalizante que faria depois da escola num bairro próximo da mesma. Eu estudava à tarde e quando fazia esse cursinho, num dia específico, eu demorava um pouco mais para chegar. E foi num desses dias que me deparei com uma das cenas mais traumáticas e loucas da minha vida. Já eram mais de oito horas da noite, peguei um baita trânsito como de costume, ao voltar daquele curso e ao chegar em casa, noto algumas luzes apagadas ou meia-luzes acesas. Um certo silêncio. Estranho e entro bem devagar, sigo andando e próximo a sala noto no chão, roupas que algumas não reconheço, mas outras reconheço muito bem! Uma delas se tratava de uma daquelas 'túnicas' ou vestido de seda da minha mãe, lindo, importado e caríssimo que se encontrava naquele chão e todo estraçalhado como se fosse um 'pano de chão' qualquer. Outra roupa era uma daquelas calcinhas 'fio dental' dela e que também se encontrava arrebentada. E seguindo mais adiante pelo corredor, ouço algo parecido com gemidos e mútuos e já próximo da sala, quando olho para frente, pasmo com o que vejo. Minha era selvagemente fodida por Parafal, aquele bandido que sexualmente a 'devorava' como se ela fosse uma vagabunda qualquer. Nesta hora fico estático, em choque com o que vejo. Sob aquela meia-luz naquele sofazão, ela gemia enquanto de costas para mim sentava e rebolava sobre o pauzão daquele marginal. Eu não sabia o que fazer e com os meus pensamentos confusos, o que tento concluir era que pelas roupas rasgadas pelo chão, aquele bandido invadira a nossa casa e estava ali a estuprando...mas isso também não era...! Poderia estar acontecendo tudo com ela ali, menos um estupro. Por mais selvagem que aquela foda parecesse, aqueles gemidos eram nitidamente de prazer e como eu já havia dito, ela rebolava enquanto 'cavalgava' sobre aquele infeliz! Então conclui que ela deve ter insistido em ligar para o celular do mesmo até que conseguiu e ao marcarem de se encontrar ali em casa para ela ter a tal 'conversa' que ela ficou de ter com o mesmo, acabou dando naquilo. Tudo isso eu tentava pensar ao mesmo tempo em que não acreditava e até me sentia 'traído' por minha, seja qual fosse o motivo que levou àquela transa ali. Eu pensava em reagir, indo lá para tirar aquele facínora que agora estava em cima dela, mas não conseguia! Ver aqueles dois trepando, além de estranhamente excitante, foi 'hipnótico'! Aquela ali não era mais a minha mãe, mas sim uma puta das mais rameiras e mais profissionais do ramo! E eu, encolhido naquele canto do corredor para que não me vissem, não sabia 'quem estava comendo quem'! Ela agora estava 'de quatro' e o 'som do atrito' de suas coxas quase abafavam os gemidos de minha mãe e dava para serem ouvidos perfeitamente de onde eu estava. Foi demais para mim! Eu que naquela idade, o máximo que conhecia sobre sexo era o que eu via escondido nesses sites da Internet ou em DVDs que algum colega mais velho me emprestava...estava ali, vendo ao vivo e à cores aquela que não era mais a minha mãe e sim uma verdadeira pantera sendo devorada por aquele marginalzinho espadaúdo e pirocudo! Meu pauzinho 'moreno' quase furou a bermudinha do meu uniforme de tão duro e não mais resistindo, comecei a me masturbar ali mesmo naquele corredor enquanto assistia àquele 'espetáculo de Sodoma' promovido pela minha própria mãe! Simplesmente me acabei, vendo tudo aquilo! E quando penso que não poderia ter mais sacanagem, noto que Parafal banhado em suor, assim como mamãe, deu uma certa 'pausa'. Mas quando a tal pausa foi dada, o mesmo acaba sendo bombardeado por muitos protestos e xingamentos de minha mãe que o manda voltar a fodê-la rapidamente. Mas essa pausa não era de 'brochura' ou esgotamento, mas sim para que o mesmo cospisse em sua própria mão para em seguida levá-la até seu imenso pau onde o besuntara ou lubirficaria com o seu cuspe para seguir com o que seria o 'próximo passo' de toda aquela sacanagem. Mas antes de tudo, para enlouquecer de vez aquela devassa que eu nem imaginava que tinha como mãe, ele ainda praticamente 'enfiou' a sua cara em toda aquela 'abundância' que ela tem como bunda, onde ficou a esfregando enquanto deliciosamente 'libava' a olhota daquele 'frondoso' traseiro dela. E ele também brincou 'estapeando' as imensas ancas de mamãe com aquela jeba. -Achou que eu ia deixar esse teu cuzão cagado me escapar, né, sua puta?! Eu pude ouvir perfeitamente de onde eu estava, aquele marginalzinho safado dizer para a minha linda mãezinha, da forma mais cafajeste enquanto batia nas suas duas nádegas com aquela sua também imensa rola. E a safada se mantendo de quatro naquele sofá, soltava risinhos e rebolava enquanto aquela 'baqueta borrachuda' daquele crioulo fazia suas ancas de 'surdo'. E logo em seguida, Parafal iniciara uma coisa que mesmo da certa distância em que eu estava e apesar da pouca luz daquele abajour, pude ver perfeitamente que se tratava de uma 'enrabada'. Como aquele crioulo havia me 'prometido', ele realmente iria comer o cu da minha mãe e assim já fazia para o 'suplício' da mesma e o meu delírio. E ela gritava coisas obcenas para incentivá-lo a fodê-la, além de colocar sua mão para atrás e puxá-lo contra o seu lindo corpo para que este o fizeste ainda melhor. -Come o meu cu...me enraba, bandido...isso...me invade com o teu Bonde...uuuugh! Eram, dentre tantas, as obcenidades que ela gritava enquanto tinha o seu rego socado por aquele marginal. Em muitas de suas histórias, Parafal já chegou a me dizer que já havia sido 'preso' por algum tempo em uma instituição para menores e que durante esse período, chegou a ser 'xerife' de sua cela. E isso fazia daquele bandidinho, praticamente um 'douto' na 'arte de enrabar'. Ele também variou nas posições em que enrabava aquela puta que eu tinha como mãe! E não foi só isso! Também os vi se beijando apaixonadamente, a vi tocar punheta, levar 'surra de pau' na cara, mamar muito gostoso e levar chupadas inclusive em seu rego. Aquele marginal filho da puta do Parafal, simplesmente e realmente 'estuprava' minha linda mãezinha com o consentimento dela. E quando gozou, coisa que fizemos quase ao mesmo tempo, já que eu esfolava o que ainda restava de minha 'fimose' enquanto os observava; um de seus densos, leitosos e longos jatos despejados 'para fora de minha mãe', foi direto na parede onde havia o brazão da 'Família Schlesinger' pintado e onde ficou escorrendo enquanto os dois de uma forma bem odiosa ficavam rindo como se debochassem indiretamente do tão distante Petrus que em sua querida Bavária nem imaginava o que acontecia em sua casa e com sua linda e vagabunda esposa. É quando noto que minha mãe olha em seu 'reloginho' rolex em seu pulso e a escuto dizer que 'eu já deveria estar chegando'. Ela rapidamente manda Parafal se recompor, o mesmo o faz procurando sua calça e vendo tal movimentação, eu saio bem depressa daquele corredor e vou me esconder no quintal, onde fico atrás daqueles 'arbustos paisagísticos' do jardim que Petrus mandou projetar, até que ela se livre de Parafal. E ao fazê-lo, ainda dou mais um tempinho até finalmente adentrar a casa e fingir não saber de nada. Eu preferia que pelo menos até então, ela ou eles não tivessem ideia de que eu sabia da sacanagem dos dois. Minha mãe já recomposta das pirocadas que levou, me recebeu radiante, parecendo uma adolescente que tivesse tido sua primeira vez. Ela sorria e não demonstrava qualquer culpa ou arrependimento. Era óbvio que aquela foda se repetiria! Eu pelo contrário não consegui disfarçar minha consternação com o cinismo dela apesar de ter também me excitado muito com o que havia visto naquela sala. Noto que as roupas rasgadas que eu via espalhadas pelo chão haviam desaparecido dali. E até o brazão da Família Schlesinger parecia ter sido limpo e com 'detergente'. Dias após, tudo seguiu tranquilamente. As transas não eram todos os dias, mas sim quando eu tinha o meu curso. Ela devia calcular que este seria o melhor dia, pois eu me atrasava com o trânsito na maioria das vezes. E continuei 'silenciosamente' flagrando os dois. E eles trepavam ou 'se comiam' de forma majestosa! Mas dessa vez, prevenido com o meu celular carregado, consegui filmar algumas cenas. Havia um 'biombo japonês' que ficava sempre dobrado atras do sofazão onde eles fodiam e aquilo dava um cárater mais 'cinematográfico' para a coisa toda. Mas com certeza ficaram uma porcaria tais filmagens já que com uma das mãos eu filmava e com a outra me punhetava. Durante as ausências de Petrus e por várias semanas foi assim. E em nenhuma das vezes eu me lembro de ver aquele marginalzinho usando 'camisinha'. O risco de minha mãe me dar um 'irmãozinho' com aquele calhorda era imenso e também me excitava bastante. E num desses dias aconteceu de eu ser notado por Parafal enquanto o mesmo se mantinha por cima dela enrabando e mantendo-a de quatro como uma 'cadela'. Mas incrivelmente, aquele marginal nem se abalou. E se mostrando o bandido que era, como se me afrontasse, ele além de dar fortes tapas nas ancas de minha 'suplicante' mãe, me fitava como quem dizia: 'olha só o que que eu faço com a sua mamãezinha'. Nessa hora fiquei estático e até tive que sair daquele corredor. Petrus retorna da viagem e além de nem imaginar nada do que ocorreu, também nada nota apesar de minha mãe estar bem serelepe e fogosa. Parafal e sua trolha grossa, 'veiuda' e 'quilométrica', fizera um grande bem para a minha mãe. Vê-los trepar era algo não só excitante, mas também 'poético'! Ver minha querida mamãezinha chupando aquela pirocona e gemendo daquela forma tão 'mimosa' como ela fazia...sem falar daquela 'fartura' que ela também possuía na forma daqueles seios que já me alimentaram um dia e que estavam ali 'alimentando' a sanha tarada daquele marginal que além de praticamente devorá-los mamando-os, também os 'fodia' colocando a sua trolha entre eles! Aqueles dois eram verdadeiros artistas ou 'bestas-feras' sedentas e feitas um para outro! Parafal com aquela jeba e minha mãe com aquela 'abundância'...! Quando Petrus seguia para a Bavária era o 'chouriço' de Parafal quem 'cantava' lá em casa. E as transas começaram a ficar mais ousadas. Eles já começavam a transar no quarto de minha mãe e Petrus e sem quererem saber se eu ou Alcina estávamos ou não, dormindo em nossos quartos. E numa dessa ousadas transas que se davam sempre pela madrugada afora, eu resolvo levantar para ir beber água. E ao passar pelo corredor, me aproximo da porta do quarto de mamãe para ouvir o que eu já sabia que rolava ali. E ao encostar meu ouvido nela, noto que os gemidos femininos pareciam 'duplicados' e também parecia que haviam 'três pessoas' ali dentro. E então abro um pouco a porta que só estava encostada e me espanto ao ver não só minha mãe nua e de quatro sobre a cama, mas também Alcina que levava alternadas enrabadas de Parafal que revezava entre as duas. O motivo do meu espanto não era só com a disposição e gula daquele negão tarado, e nem só pelo fato de Alcina ter também 'entrado na dança', mas também pelo fato de Alcina, aquela paraibana 'arretada', de 45 anos, casada, mãe de 8 filhos, a maioria já 'criados' e assídua frequentadora daquela Igreja que é espalhada por quase todo o 'universo', também estar ali sendo violentamente penetrada naquele seu também imenso rabo 'amarelo'. E ao longo dos dias e meses aquelas fodas ardente ou 'hard' mesmo, continuavam. Minha mãe parecia 'viciada' no sêmen daquele delinquente! E sua loucura era tamanha que até mesmo envôlta numa grande bandeira da Bavária que Petrus tinha, eu já cheguei a vê-la sendo comida. E foi assim mesmo que ela foi flagrada pelo próprio Petrus. Minha mãe não contava que ele desisitiria de uma daquelas suas tantas viagens para o seu país de origem. Ele que fazia tanta questão, viu o seu voo ser cancelado devido ao mal tempo daquele dia e por não conseguir ligar para casa, ele chega repentinamente, flagrando Parafal e minha mãe ou melhor: minha mãe em Parafal engatada cavalgando no sofazão e ambos cobertos com aquela bandeira. A reação de Petrus não foi outra. E o desespero do alemão, acordou a mim e Alcina que tenatamos impedir a luta entre ele e o neguinho, mas que na verdade nem chegou a acontecer, pois Petrus com o choque que teve com a cena que viu, começou a passar mal e em seguida morreu de um infarto fulminante. Minha mãe nua sobre o corpo de Petrus, chorava e já nem se importava que eu a visse daquele jeito ou 'descobrisse' daquela forma sobre o seu jovem amante que apático, se mantinha observando a tudo também nu e com sua pica ainda 'respingando'. Eu fiquei em choque com tudo aquilo e ainda mais pasmo com a certa frieza de minha mãe que assim que secaram suas lágrimas, também contando com a cumplicidade de Alcina, totalmente influenciada ou 'levada' por ela, começou a 'bolar' como se sairia daquela situação. Parafal não era o único 'bandido' que se encontrava ali e eu com os apenas com os meus '13 aninhos', não tive nenhuma escolha a não ser a de concordar com o pacto que foi feito e que era para que nada do que havia ocorrido naquela sala saísse dali. Minha mãe deixou de ver Parafal que teve um destino ignorado após aquilo e que com certeza caiu de vez na vida do crime e teve algum fim trágico. Minha mãe como eu já imaginava, engravidou de Parafal, dando a luz a uma linda menininha, como ela sempre sonhou; minha 'meia-irmã'. Alcina também engravidou daquele marginal e foi embora lá de casa esperando gêmeos como dizia a carta que ela mandou da Paraíba. A família de Peturs, tão longe, lá na Bavária, soube vagamente do que aconteceu e pareceu não ligar muito, pois parecia que o velho andava dando alguns 'rombos' na empresa. E ao se esclarecer tudo isso, mamãe como herdeira, se apossou do que lhe era de direito e desde então nossa vida seguiu como no passado ela seguia à frente dos carros alegóricos naquela avenida e como seguem os 'blocos da vida' e seus tantos carnavais.

COMISSÃO DA VERDADE


Desde de que foi instaurada e sancionada pela atual presidente, essa comissão aborda e procura apurar e esclarecer fatos, além de punir possíveis ex-torturadores a serviço de orgãos repressores do estado na época da 'revolução', ou dos 'anos de chumbo' do famingerado e mais sombrio período de nossa política, a 'ditadura militar'. E lá, convocada para prestar mais depoimentos,estava Adélia. Hoje uma professora aposentada de 74 anos, mas que em 1972 fora detida por agentes da 'polícia política' da época, acusada de ter relações com as atividades 'terroristas' de seu marido, hoje desaparecido, Jarbas ou 'Companheiro Miguel', o seu codinome ou alcunha dentre os outros guerrilheiros do 'Movimento Revolucionário'. Adélia está nervosa, trêmula e até pálida. Já que numa daquelas bancadas da comissão dois de seus inquisdores ainda vivos estavam presentes e cinicamente a fitavam. E ao olhá-los, em sua cabeça tudo voltava e era até possível para a mesma sentir e 'ouvir' o barulho das fortes 'entochadas' que levava por trás naqueles porôes sujos. Aquelas chupadas e baforadas em seu cangote, além de todo o terror que lhe faziam. Toda a solenidade então é feita,todos se acomodam em seus lugares e a hoje velha professora Adélia ou 'tia Adélia' como era chamada por seus aluninhos e sarcásticamente por seus torturadores, começa a falar. A sua fala sai com um pouco de dificuldade devido ao nervosismo, mas tudo é devidamente anotado e quando a mesma o faz, na sua cabeça volta um 'filme' ou melhor, uma 'poenochanchada' que nem o mais pervertidos dos diretores poderia imaginar. Em 1972, Adélia era uma professorinha de jardim de infância e que levava uma vida bem pacata. Morena clara de corpo esguio, cabelos longos encaracolados, no alto de seus 30 anos e moradora do subúrbio com o seu marido Jarbas que até então ela nem imaginava o que ele verdadeiramente fazia. Jarbas era muito ausente, fazia grandes e demoradas viagens. Ele se dizia funcionário de uma multi-nacional e com isso enganava a mulher e despitava a repressão para por em prática a sua militância. Adélia nada tinha a ver com esses assuntos. Ela seguia dando aula naquela escolinha bem próxima de sua casa, gostava de cantores como Paulo Sérgio, Antônio Marcos e de programas como o do Chacrinha. Uma cidadã acima de qualquer suspeita. Só umas poucas vezes há alguns anos atrás ela participou de algumas passeatas. Coisa que ela fez quase que carregada por algumas amigas e sem fazer a mínima ideia de que já estava sendo monitorada por agentes do governo. Até que num certo dia enquanto dava aulas na escolinha, a mesma se viu interrompida pela diretora que a pediu que ela a acompanhsse até a sua sala. lá chegando haviam dois homens se dizendo agentes do governo e que queriam que a mesma a acompanhasse. Adélia estranha, tenta argumentar mas acaba se vendo forçada a seguir com aqueles homens sinistros trajando ternos e óculos escuros. Adélia segue sendo conduzida até a saída da escola onde uma 'Veraneio' preta aguardava o trio. Chegando lá, ao subir no veículo com os homens, a mesma ao invés de ir na 'caçapa' como comumente se faz com os detidos, ela se vê tendo que ir sentada no colo de um daqueles homens(o que ia no banco do carona). Ela se indigna e reluta com o abuso, mas quando eles vêem que a exaltação da mulher já começava a chamar a atenção, um deles a pega pelo braço e em tom de ameaça a adverte: - É melhor, a professorinha ir 'começar cooperando', senão a gente levanta esse teu saião fedorento e te enraba aqui mesmo na frente dos teus aluninhos!(ele pega e solta rapidamente a barra da saia dela ameaçando levantá-la nesse instante) Adélia se vê intimida e constrangida abaixa a cabeça e segue sentada no colo do 'carona' onde é vendada pelo mesmo seguindo assim viagem até o quartel onde seria interrogada. E lá após ter a venda retirada, Adélia é bruscamente jogada contra a cama de uma cela bem escura. Ela sem entender sua 'prisão' e bastante indignada protesta aos berros, mas é ignorada pelos dois agentes que trancam a cela e a deixam ali por horas. Neste tempo Adélia fica reparando todo o ambiente, nada comfortável ou higiênico. E dali ela também podia ouvir e se espantar com os gemidos de dor e a agonia de outros detidos que eram torturados numa sala não muito distante dali. Até que passado algum tempo, eis que surge um sentinela, um 'soldadinho' bem novo que a conduz com certa truculência para uma outra sala. Chegando lá, o quadro era ainda mais assustador. Era um verdadeiro 'calabouço' onde atrás de uma escrivaninha improvisada, um homem fardado que parecia um ofical, a aguardava com uma máquina de escrever. Adélia é bruscamente jogada contra a escrivaninha, e ao ver isso, aquele ofical loiro, bonito e simpático, rapidamente se levanta daquela mesa, vai ajudar a mulher, repreende o recrutinha e o manda sair dali. O mesmo o faz e ainda a-amparando, aquele oficial que se mostra bastante simpático, se desculpa e começa a fazer-lhe elogios. Adélia trajava uma blusa de botões branca, uma saia longa rodada com estampas chevron e botas pretas. O simpático oficial elogia a vestimenta da mulher e faz alguns comentários sobre se ela dar aulas, faz compras ou vai a igreja com a mesma roupa; se é o marido da mesma que a veste,há quanto tempo ela dar aula e por aí vai. Adélia se recompõe e ainda estranhando aquilo tudo, pergunta o que eles querem com ela. E já mudando um pouco o tom, o oficial fala sobre as investigações e as conclusões que o serviço de informação chegou a respeito de seu marido, que dentre outras coisas era suspeito de ser responsável por vários atentados e assaltos a banco que haviam ocorrido na cidade há alguns anos. Adélia estranha tudo isso e responde dizendo que o seu marido era funcionário de uma multi-nacional e que há muito tempo que ele se encontra ausente do páis. E não acreditando em nada disso o oficial vai até a sua mala e pega uma foto que o serviço de inteligência tirou de Jarbas ou 'Companheiro Miguel' durante uma reunião do Moviemnto Revolucionário que o mesmo participara. Adélia soluça e fica pasmada com a revelação, pois, jamais imaginara que Jarbas teria algum envolvimento nisso. Nesse momento o 'oficial galã' já vai deixando a simpatia de lado e a segurando pelos braços num tom mais ríspido ele pergunta: - Então, qual é a localização desse terrorista e a corja dele, fala, puta?! Adélia amedrontada gagueja respondendo que não sabe, que ela é só uma professorinha e que isso tudo é novidade para ela. É quando o oficial grita chamando o recruta que fazia sentinela do outro lado da porta:- Soldado! O tal 'soldado' rapidamente adentra a sala e o oficial completa: - Dá uns amassos na potranca aqui pra vê se isso refresca a memória dela! Nisso o 'soldadinho' rapidamente agarra Adélia e começa a beijá-la e sarrá-la freneticamente enquanto atrás da escrivaninha, cinicamente o ofical tenta escrever o que Adélia indignada e enojada se recusa a dizer enquanto é bulinda por aquele recruta. E quando o recruta se empolga e já ia debruçando a mulher em cima da escrivaninha, ele é parado pelo oficial que já acha que está bom, o manda sair dali e assim que o mesmo o faz, ele(o oficial) se aproxima do ouvido de constrangida Adélia que se mantém debruçada na mesa, se encosta na mesma e sussurra em seu ouvido que aquilo foi só o começo, passando a mão nas pernas dela sob a saia, dando-lhe uma cheirada no cangote e se retirando dali em seguida. Nisso Adélia se levanta e ao se recompor é surpreendida pela entrada de três agentes, sendo dois deles os seus 'raptores' e que chegam fazendo a maior algazarra. Eles lhe passam a mão, lhe fazem gracejos, a ameaçam e ficam a empurrando de um para o outro como uma 'peteca'. Quando um deles a segurando por trás e pela saia diz: - 'Vamo' deixar ela um pouco mais à vontade! Nisso ele arrancam-lhe violentamente aquele saião de lã como se fosse de 'papel', para desespero de Adélia. Sua lingerie comportada devido a época, era praticamente um 'short' de cor 'rosa-bebê' floral, mas nada disso inibia a sanha da tara daqueles torturadores que lhe proferiam os mais grosseiros gracejos, lhe enfiavam a mão, a lambiam e sem dó a beliscavam. Em seguida, ela acaba de ser despida por todos eles, que pegam cada peça, cheiram e as esfregam em seus membros rijos. Eles mandam que ela escolha com qual deles 'ir primeiro', mas vendo a recusa da mesma, um deles tem a idéia de todos a foderem ao mesmo tempo. E nisso Adélia é atacada pelos três de uma vez. Um fode-lhe a buceta por baixo, outro o cuzinho por cima, o terceiro a bota pra tocar punheta ou pra mamar e tudo isso numa verdadeira 'sodoma' patrocinada pelo estado.-Aaah..para, por favor...eu sou uma mulher de bem, casada...por que vocês estão fazendo isso..Umnnff...?! Ela implorava ao mesmo tempo em que era calada pela grossa 'manjuba' que era obrigada a 'deglutir'. Seu cuzinho era esgarçado pela tora de um deles que era mulato e parecia o mais 'avantajado' de todos e por outro lado o seu bucetão peludo era literalmente esbeiçado pelo agente que se mantinha debaixo da mesma. Soc-soc-soc-soc...Os apelos de Adélia pareciam aumentar a sanha de seus inquisidores, que a socavam, a chupavam e se deliciavam com a mesma, horas 'afinco'. Em alguns momentos a 'coisa' se dava só com um daqueles indivíduos que revezavam tanto na vez de foder quanto no 'buraco' a ser fodido. O traseiro de Adélia não era grande, era aé um tanto reto mas como todo traseiro, tinha o seu buraquinho e era bem gostosinho. Ela se esperneava e inutilmente gritava por Jarbas, enquanto aquelas toras roliças a esfolavam impiedosamente sob seus urros e gritos de dor mas que num certo ponto já se pareciam com gemidos de um idesejável prazer. Adélia há um bom tempo não tinha relações devido às ausências de Jarbas ou 'Companheiro Miguel' e com isso era impossível ela não sentir mesmo que indesejados e rápidos, prazeres e até mesmo ameaças de orgasmo.Os pelos daquele bucetão roçando naqueles pelos másculos e sedentos... Ela era obrigada a sentar, rebolar, tocar punheta, engolir sêmen, mijada, cuspe, a dizer que estava gostando e até gritar o lema do exército. Soc-soc-soc-soc!A tortura de Adélia não era conforme as torturas padrão, pois, Adélia era esposa daquele que era tido como o 'segundo no comando' do Movimento Revolucionário' e isso dava um sabor especial a tudo aquilo. A repressão estava nada mais, nada menos do que 'traçando' a mulher de um de seus maiores inimigos. Adélia recebia beijos forçados, tinha os seus peitinhos 'devorados', era usada como 'cobaia' em aulas de tortura ministradas por agentes estrangeiros. Num certo momento ela foi mantida amarrada com um nó dado por agente do Cenimar que cooperava com aquele orgão enquanto alunos de um colégio militar, provavelmente filhos de oficiais, se masturbavam numa roda envolta de seu corpo nu e indefeso. Ela teve que 'dar' para outros presos políticos e também sofreu uma das que talvez seria a mais bizarra das torturas. Levada para o estábulo da cavalaria, completamente nua, Adélia teve que 'ordenhar' ou masturbar e mamar a imensa pica de um alazão reprodutor que lá se encontrava irrequieto e no cio.Tendo ou não tendo nada a ver com a situação política do país naquele momento, a certeza era uma só: 'pelo menos naquele bucetão peludo se foi feita uma revolução!'.Ela chegou a saber que sua calcinha e sua saia ficavam estiradas na parede do gabinete do comandante daquela operação como uma espécie de 'troféu'. Meses depois ela foi transferida para um presídio de onde após o sequestro do embaixador holandês ela foi exilada, sofrendo mais abusos no interior do navio que a levava junto com outros presos. E com isso tudo, ela chega àquele país de destino grávida. Hoje seu filho, um advogado de 38 anos mora no exterior com a família e nem fala com a mãe que por raiva e vergonha desse passado, escondeu por tanto tempo esse segredo. Jarbas ou Companheiro Miguel faz parte da extensa lista de desaparecidos políticos desse período. Adélia é aposentada e já há vários anos luta e corre atrás de justiça e de reparação por esse período tão negro de sua história. E de volta a comissão, a mesma termina o seu depoimento ainda abalada e trêmula e volta ao seu lugar enquanto espera a sentença. É feita uma pausa onde todos os envolvidos 'fazem figa' para ver o que será decidido. E na hora que todos se põe de pé para ouvir a decisão, Adélia com ar de revolta fita os seus dois inqusidores do passado e nota que um deles a olha com um certo desejo e discretamente esfrega o seu hoje velho pênis sob a calça.